5 dicas de segurança para os condomínios em época de fim de ano

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Fim de ano é sempre uma época especial, de celebrar entre amigos e família e, é claro, viajar para descansar. Nessa época, é importante que os condomínios dobrem a segurança, pois podem virar alvo de invasores. Por causa da maior movimentação de moradores, convidados, entregadores e visitantes, algumas medidas devem ser tomadas, para não colocar a segurança de todos em risco.

  • Quem planeja viajar e deixar a casa sozinha deve tomar certos cuidados, que vão desde os mais básicos, como certificar-se que todas as portas e janelas estão fechadas e travadas, quanto fechar os registros e água e gás, para evitar acidentes ainda maiores.
  • Especialistas recomendam que os moradores que forem viajar, deixem uma cópia da chave e o telefone de contato com algum parente ou amigo próximo de confiança. Além disso, é interessante alertar a um vizinho sobre a ausência, para que ele possa ficar atento a qualquer movimentação estranha.
  • Evite fornecer muitos detalhes sobre viagens, como data de ida e volta, a vizinhos e funcionários dos condomínios. Suspender a entrega de jornais, revistas ou encomendas também é uma boa medida de segurança, pois o acúmulo destas correspondências poderia delatar uma residência vazia.
  • Os síndicos têm um importante papel na segurança do prédio. Eles devem conscientizar os moradores sobre as situações de risco, além de instruir os funcionários sobre como agir em situações de emergência.
  • Para os moradores que vão ficar em casa neste fim de ano, a dica é que se preste mais atenção à garagem, por ser um dos pontos mais vulneráveis do condomínio. Ao chegar de carro, observe bem o ambiente ao seu redor, e, ao perceber alguma movimentação estranha, não pare para entrar na garagem.

Esperamos que, com nossas dicas, seu fim de ano seja ainda mais tranquilo e seguro. Seu condomínio adotou mais alguma medida de segurança? Conta pra gente aqui nos comentários!

Fim de ano: oportunidade para investir em previdência privada

Com a proximidade do fim de ano, duas coisas costumam aparecer mais ou menos juntas: novos planos para o futuro e algum dinheiro extra no bolso. Afinal, essa é uma época de bonificações, como 13º salário, PLR (Participação nos Lucros e Resultados), bônus e outros benefícios. Somando isso às promessas de ano novo que sempre fazemos, surge uma combinação perfeita para pôr em prática aquela ideia de investir em um futuro financeiro tranquilo e seguro.

Para te ajudar a cumprir essa tarefa, adquirir um plano de previdência privada, ou fazer um aporte no seu investimento atual, pode ser um bom destino para suas finanças. Confira as vantagens desse segmento para investir no seu sossego e no de sua família.

Oportunidade

O final do ano é uma ótima oportunidade para deixar de protelar um investimento que, como todos sabem, quanto mais cedo for iniciado, mais e melhores resultados pode gerar.

Muitas vezes, adiamos decisões financeiras que serão fundamentais para nossa tranquilidade mais adiante. Nessas horas, a principal “desculpa” é o dinheiro curto. Por isso, é importante não desperdiçar esse momento um pouco mais confortável para dar o primeiro passo e incrementar seus rendimentos futuros.

Incentivo fiscal

Outro bom motivo para fazer um aporte na previdência privada ainda este ano é a chance de obter ganhos reais por meio de um incentivo fiscal destinado aos planos PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). Quem possui esta modalidade de plano e faz a declaração completa de imposto de renda (IR), pode deduzir o valor investido, dentro do limite de 12% da renda bruta tributável.

Por exemplo: uma pessoa que tenha um rendimento de R$ 20.000,00 por mês e aplica 5% desse valor em um plano PGBL, teria investido ao longo do ano R$ 12.000,00, que já é dedutível do imposto de renda. No entanto, para aproveitar melhor o incentivo, até o final do ano ela pode ainda fazer um aporte extra de R$ 16.800,00 e, assim, deduzir um total de R$ 28.800,00 no seu imposto (12% da sua renda bruta). Isso geraria uma economia de R$ 4.620,00 no IR. É um dinheiro que, se aplicado, pode alcançar ótimos rendimentos futuros.

Vale lembrar que, no caso de planos PGBL, a cobrança do imposto de renda ocorre no final, a partir do recebimento do benefício. Assim, ao ganhar a oportunidade de adiar o pagamento do imposto, se ganha também a vantagem de poder deixar o dinheiro rendendo até o momento de acertar as contas com o IR. Quanto mais for abatido do imposto por meio desse incentivo, maiores serão os ganhos. Por isso, um aporte extra até o final do ano é sempre um bom negócio.

Menos imposto

E se além de adiar o pagamento do IR também for possível pagar menos imposto, trocando uma alíquota de 27,5% por uma de 10%? A dica aqui é escolher o regime tributável que adota a tabela regressiva de alíquotas do IR na hora de fazer o plano. Contudo, essa vantagem só se torna possível para quem planeja um investimento em previdência privada superior a dez anos.

Tributação diferente

Para quem faz a declaração de imposto de renda de forma simplificada ou é isento, a melhor opção de previdência privada é a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). Embora essa opção não seja dedutível do imposto de renda, a tributação feita no momento do recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento ao longo do tempo e não sobre o valor total acumulado, como ocorre na modalidade PGBL. Ainda assim, aproveitar algum dinheiro extra de fim de ano para fazer um aporte é sempre uma boa forma de aplicar seu dinheiro.

Tranquilidade

Seja qual for a alternativa que melhor atenda seu perfil, investir em um plano de previdência privada é ter a certeza de dias mais tranquilos e despreocupados no futuro.

Em um cenário em que a população está vivendo cada vez mais, é muito importante garantir uma renda complementar e poder desfrutar melhor esses anos. Seja para realizar sonhos ou apenas curtir a vida sem preocupações, esse é um dos meios mais seguros para se alcançar essa realização.

Fonte: Porto Seguro

Condomínio seguro: como os moradores podem ajudar

Com o aumento da criminalidade, os condomínios têm investido em tecnologia para garantir a segurança de moradores e funcionários. As soluções de controle de acesso são cada vez mais modernas e, integradas a sistemas de alarmes e câmeras, ajudam a monitorar quem entra e quem sai dos prédios.

Mas apenas investir em novos equipamentos não é suficiente para evitar que problemas com a segurança aconteçam. O fator humano também é fundamental. Afinal, a segurança não deve ser responsabilidade apenas de síndicos e equipes especializadas, todos os moradores devem contribuir para manter o condomínio seguro.

Muitos assaltos, por exemplo, são cometidos em momentos de distração. Uma das práticas mais comuns é esperar que a pessoa pare o carro e antes mesmo que o portão abra, o morador é abordado e rendido pelos criminosos. A portaria, inclusive, é apontada por várias pesquisas como o ponto mais vulnerável nos condomínios. Segundo uma estatística do Secovi (Sindicato da Habitação), 90% das invasões em prédios residenciais acontecem pelas entradas de veículos e de pedestres.

E esse é um número que não para de crescer. Um levantamento da GloboNews com base em dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo mostra que só naquele estado houve um aumento de 172% nos roubos e furtos a condomínios entre 2015 e 2016. Por isso, é fundamental que os moradores participem ativamente das questões de segurança do condomínio.

Como o morador pode contribuir para um condomínio seguro

Aliadas aos sistemas eletrônicos e a normas organizacionais, algumas atitudes de moradores contribuem para manter o condomínio seguro. Manter a porta de entrada trancada – do apartamento e da entrada dos blocos, por exemplo – é o ponto de partida. Pode parecer uma medida simples, mas em prédios com vigilância esse procedimento muitas vezes é esquecido.

Outro hábito comum é queixar-se de protocolos rígidos de segurança, como quando a portaria segue os padrões de liberação mesmo para parentes que costumam frequentar o condomínio. É importante ressaltar que as regras devem ser seguidas por todos. Qualquer comportamento que interfira na segurança pode colocar em perigo outros moradores e funcionários.

A importância do manual de segurança

Para que os procedimentos estejam claros para todos, é essencial que o condomínio mantenha um manual de segurança. Ele deve ser aprovado em assembleia e entregue a todos os moradores. Além disso, uma cópia deve ficar na portaria para que possa ser acessada sempre que necessário.

Nesse documento, devem constar regras como o acesso de fornecedores e empregados e as penalidades para quem descumprir o que tiver sido acordado. Os especialistas indicam que o ideal é que ele seja elaborado por um comitê de segurança eleito pelos próprios condôminos.

O Secovi-SP disponibiliza para download gratuito em seu portal, um manual de segurança que pode ser usado como referência pelos condomínios. Nele, há um item destinado aos moradores no qual o sindicato fornece algumas orientações.

Veja as principais:

  • É importante que o morador participe das reuniões referentes à segurança. Vale a pena também ingressar na comissão de segurança do seu condomínio;
  • Traga sempre informações relativas à segurança. Essas sugestões são valiosas para aperfeiçoar a proteção de todos;
  • Conscientize seus parentes e funcionários sobre a importância da integração de todos para manter o condomínio seguro;
  • Jamais contrate empregadas domésticas, motoristas e babás sem a documentação e as respectivas referências dos candidatos;
  • Não deixe as chaves de seu apartamento nem seus objetos pessoais na portaria. Se for o caso, deixe com algum vizinho de confiança;
  • Ao mandar fazer cópias das chaves, acompanhe pessoalmente o processo;
  • Em caso de viagem prolongada, providencie para que uma pessoa de confiança tome conta de sua residência;
  • Caso resida no primeiro ou segundo andar de um prédio, proteja as áreas de acesso com grades reforçadas;
  • Instale olho mágico nas portas. Se possível, instale trincos e trancas complementares, dando preferências as fechaduras quádruplas ou digitais;
  • Se possível, coloque alarmes com dispositivos sonoros nas principais entradas da sua casa;
  • Se o portão da garagem funciona por meio de acionamento automático, aguarde até seu fechamento total antes se se dirigir para sua vaga;
  • Quando entrar no condomínio, identifique-se ao porteiro. Abaixe o vidro ou acenda a luz interna;
  • Ao estacionar, nunca deixe seu veículo aberto ou com objetos à vista.

Esses cuidados fazem toda a diferença para manter o seu condomínio seguro.

Fonte: Blog da Intelbras

Carro extra: entenda como funciona essa cobertura

Antigamente, bater o carro era sinônimo de ficar a pé por um longo tempo até o conserto ser concluído. Hoje, quem contrata um seguro auto, conta com a opção de carro extra (ou carro reserva – como também é chamado), que é um automóvel colocado à disposição do segurado em caso de sinistro com o seu veículo.

Há duas opções de contratação nessa cobertura, diferenciando quem utiliza as oficinas referenciadas ou para quem prefere escolher sua própria oficina.

O carro extra, por padrão, é um veículo popular básico de 1000cc e sem limite de quilometragem. Caso o segurado precise de um automóvel mais potente, há a cobertura opcional para carro extra de porte médio.

Fonte: Meu Porto Seguro

Entenda a importância de contratar um seguro ao comprar um carro

A compra de um automóvel é um momento especial. Simboliza uma conquista financeira e independência para ir e vir. Mas, para não correr o risco dessa boa sensação desaparecer em um instante, é muito importante contratar um seguro tão logo a aquisição do veículo for concretizada.

No momento em que ele deixa a concessionária, o carro é exposto a inúmeros riscos, como roubos, acidentes e falhas mecânicas. Além de tomar cuidados para se proteger de tudo isso, o proprietário pode contratar um seguro para não ficar no prejuízo no caso de uma eventualidade.

Neste artigo, vamos explicar melhor porque vale a pena contratar um seguro para um automóvel o mais cedo possível. Confira!

Porque contratar um seguro auto?

O carro é um bem material diferente de boa parte dos outros. É um investimento caro e significativo para o orçamento de quase todo mundo. Pouca gente adquire um veículo com folga no orçamento para comprar outro nos próximos meses.

Só que, embora caro, o carro definitivamente não é algo que vai ficar guardado em casa. Ele estará nas ruas todos os dias, exposto a acidentes de trânsito e roubos. Mesmo uma pessoa cautelosa pode dar o azar de ser atingido pelo veículo de outra pessoa.

É dever do motorista evitar acidentes, principalmente porque além do dano financeiro, batidas podem colocar a vida e saúde dos envolvidos em risco.

Só que existem eventos que não podem ser evitados ou simplesmente acontecem por outras razões. E o seguro auto existe para que o proprietário não precise assumir o prejuízo financeiro quando isso ocorrer.

Utilizando um seguro auto

O objetivo de quem vai contratar um seguro auto é não precisar acioná-lo jamais. O ideal, tanto para quem contrata quanto para as seguradoras é que as coberturas nunca precisem ser utilizadas, afinal, ninguém quer se envolver em um evento tão indesejado como uma batida ou um roubo de um carro.

Mas, se isso acontecer, o seguro vai garantir que não exista perda financeira para o segurado. Na maior parte das vezes, quem perde o carro nessas ocasiões não tem condições imediatas para repô-lo. Se estiver segurado, você receberá um veículo novo ou um valor em dinheiro que permita a aquisição de algo equivalente.

Quando contratar um seguro automotivo?

Não espere muito para contratar o seguro automotivo. Na verdade, o ideal é que você já pesquise com antecedência sobre as seguradoras para não perder tempo depois.

A partir do momento que você fechar a compra, já pode fazer a contratação do seguro. No caso de veículos seminovos, por exemplo, você tem toda a liberdade para escolher a seguradora da sua preferência e contratar o serviço mesmo com o carro ainda na loja. Contratar um seguro rapidamente minimiza os riscos de acontecer algum imprevisto antes da cobertura estar em vigor.

Mais benefícios do seguro auto

Quando a batida não danifica o carro ao ponto de perda total, o seguro também cobre o valor do conserto, bastando ao segurado pagar a chamada franquia, que é uma taxa que normalmente é inferior à boa parte dos orçamentos de reparo de automóvel.

E além dessas vantagens mínimas oferecidas por qualquer seguro, existem alguns deles que oferecem mais benefícios para quem contrata, como colocar um carro à disposição do segurado enquanto o seu está na oficina, por exemplo.

Em alguns casos, o seguro também oferece assistências adicionais, como reboque 24h no caso de panes mecânicas, troca de pneus e até descontos em manutenções.

Para a seguradora isso é uma boa estratégia, pois um carro bem cuidado sempre significa um risco menor. E para os segurados, essas vantagens extras ajudam a economizar com a manutenção.

Fonte: Unidas Seminovos

Como proteger a sua casa de incidentes?

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Além das pessoas que amamos, normalmente, nossos bens mais preciosos ficam em casa. Por isso, é importante garantir a segurança de nosso lar. Atualmente, isso pode ser resolvido com equipamentos e ferramentas de segurança, que podem ajudar a ter um controle maior sobre a residência. Confira os principais!

  1. Câmeras de segurança: elas são ótimas opções para quem quer proteger seu patrimônio, já que monitoram e gravam imagens de vários pontos estratégicos ao mesmo tempo. Assim, as pessoas que estão circulando por esses ambientes estão sendo vigiadas, o que pode ajudar a inibir atos criminosos.
    E o melhor: em alguns sistemas, é permitido o acesso à distância, via internet, no computador ou em app de celular. Com isso, o conforto e a praticidade são aliados à segurança.
  2. Cerca elétrica: é outro dispositivo bastante utilizado, principalmente em casas e ao redor de condomínios. Ela tem a função de repelir possíveis invasores com um choque não letal, mas que gera um incômodo que tende a fazer com que o invasor vá embora. A cerca elétrica dispara quando um fio é rompido ou aterrado.
  3. Alarmes: em determinados horários, os alarmes monitoram a movimentação no ambiente, emitindo sinais de emergência silenciosos. Assim, ele avisa ao dono sobre alguma ação suspeita no imóvel onde está instalado.
  4. Sistema de detecção de incêndios: estes sistemas garantem que incêndios sejam percebidos rapidamente, evitando que ele se alastre e facilitando que a casa seja evacuada. Eles podem ser químicos, ópticos, por aspiração, entre outros, e, no geral, funcionam a partir da identificação de fumaça ou altas temperaturas.
  5. Seguro Residencial: para resguardar possíveis prejuízos causados por roubos, furtos, incêndios, desmoronamentos e muitos outros motivos, a contratação de um seguro residencial é muito indicada. Na hora de contratá-lo, fatores como o índice de assaltos na região, a incidência de chuvas, possibilidade de desmoronamentos (e outros) devem ser levados em consideração.

Você já conhece as nossas opções de Seguros Residenciais? Acesse a área no site e confira qual é o melhor para você: https://www.o2seguros.com.br/seguros/

5 dicas para programar a aposentadoria

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Aproveitar a terceira idade com tranquilidade e estabilidade financeira, para pagar as suas contas do mês é o sonho de muita gente. Mas para conseguir uma boa aposentadoria e curtir essa fase da vida, é preciso se programar com antecedência.

Você já começou a pensar nessa questão? Veja estas 5 dicas para programar a sua aposentadoria!

1- Defina o seu objetivo

Qualquer tipo de planejamento começa a partir de um objetivo. Com a aposentadoria não é diferente!

O primeiro passo é definir aonde quer chegar. Defina quando você pretende se aposentar, de preferência com tempo hábil para que o seu esforço para acumular o recurso, que será usado na aposentadoria, não seja muito grande.

Não faça nada por impulso, pois se aposentar repentinamente, certamente lhe trará problemas financeiros no futuro. Ao definir quando atingir o seu objetivo você terá uma motivação a mais para trabalhar produtivamente. Quanto antes e mais você investir, maior será o valor recebido mensalmente, em sua aposentadoria.

2- Saiba com quais receitas contar

Para programar uma aposentadoria tranquila, saiba com quais receitas você poderá contar. A previdência social é um regime compulsório, ou seja, todo trabalhador contribui para este regime, que é administrado pelo Instituto Nacional de Seguro Social, o INSS. O valor pode variar conforme a contribuição feita no decorrer dos anos, limitado a um teto (valor máximo de recebimento). Além disso, o início da aposentadoria depende da idade e tempo de contribuição.

Por esse motivo, é preciso contar com outras fontes de renda como um plano de previdência corporativo ou individual. Neste plano, é você quem escolhe o valor e a periodicidade da contribuição, além de decidir quando será feito o resgate, desde que seja dentro do prazo de carência mínimo.

Saiba qual a modalidade é mais indicada para você:

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

Esse plano é para quem declara o Imposto de Renda no modelo completo, pois todas as contribuições realizadas no plano podem ser deduzidas da base de cálculo do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual. No PGBL o imposto a ser cobrado, no momento do resgate, será sobre o valor total.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

Esse plano de previdência privada é ideal para quem declara Imposto de Renda no formulário simplificado ou para quem excedeu o limite de dedução do Imposto de Renda (12% da renda bruta anual) com contribuições no PGBL. Nesta modalidade, o valor do imposto a ser cobrado, no momento do resgate, será sobre o rendimento do plano.

3- Faça estimativas

Para se programar adequadamente, faça estimativas do quanto  você precisará para  manter o seu padrão de vida. Nesse levantamento, conte com despesas como moradia, alimentação, saúde e lazer. Você pode incluir outros gastos que terá, de acordo com o estilo de vida que pretende ter na aposentadoria.

Com uma estimativa de gastos estipulada, você saberá quanto deve ser a sua renda quando se aposentar.

Atenção: é comum os gastos de aposentados caírem em até 20%, porém isso não é uma regra, levando em consideração que alguns custos  diminuem enquanto outros aumentam. O importante é manter sempre em foco quais os projetos de vida que pretende realizar, como viagens, além dos gastos fixos que terá para se manter.

4- Planeje a sua poupança

A renda total da sua aposentadoria pode não ser suficiente para garantir o padrão de vida que você pretende ter, nestes casos, poupar pode ser uma alternativa para conquistar o patrimônio adequado.

Caso esteja abaixo, será preciso poupar dinheiro para manter o seu padrão de vida. Para isso, calcule o quanto falta para atingir a sua meta e comece a guardar dinheiro.

Estipule quais investimentos são os mais indicados para juntar o dinheiro necessário, mas  leve  em consideração pontos importantes, como a inflação.

Definidos e analisados todos esses pontos, é hora de colocar o plano em ação. Elabore uma boa estratégia de poupança e respeite os prazos e valores, afinal, você está guardando para o seu próprio bem. Certifique-se de que você conseguirá alcançar os objetivos estipulados dentro do prazo.

5- Reveja sua estratégia

O planejamento financeiro precisa ser revisto após um tempo e verificado se está dentro do planejado. Analise se você está alcançando suas metas, caso a resposta da análise seja negativa, você precisa ajustar o seu plano.

Está com dificuldades para poupar?

Se isso acontecer com você durante o seu plano, poupe mais, sempre que puder. Ou seja, se em determinado mês você receber uma quantia extra, guarde uma parte para compensar os períodos difíceis.

Em alguns casos, quando existem problemas no planejamento da aposentadoria, é preciso adiar o tão sonhado momento. Para que isso não aconteça, se atente as dicas dadas e avalie se não é mais vantajoso diminuir o padrão de vida de sua aposentadoria ou o seu modelo de vida atual. Desta forma, talvez não seja necessário adiar a aposentadoria.

Mas em todo caso, analise toda a situação e veja qual é o melhor plano para você conquistar seus sonhos e objetivos.

Lembre-se, quanto mais cedo começar, mais conseguirá poupar e menor será o esforço para atingir sua meta no futuro. Afinal, o planejamento financeiro é essencial para a sua vida.

Fonte: Meu Porto Seguro

4 situações em que o Seguro Residencial pode ser acionado

Encontrar o lugar ideal para morar é um dos grandes desejos de muitos brasileiros. E, ao realizá-lo, a maior preocupação é a segurança com seus bens e familiares.

Para evitar esses imprevistos que ameaçam a segurança, existe a opção de contratar um seguro. Como medida preventiva, o seguro é um ótimo investimento por um valor muito em conta.

Confira as situações em que o seguro residencial pode ser contratado.

1- A proteção contra incêndios geralmente faz parte da cobertura oferecida na apólice de seguro. Se o que está dentro do imóvel for atingido por fogo ou fumaça, seja causado por um acidente, curto-circuito ou queda de raio, o segurado não precisa se preocupar. Com essa cobertura, de acordo com o valor contratado, ele terá um ressarcimento do que foi perdido.

2- O Brasil é o país com o maior número de quedas de raio. Por isso, é importante que o seguro cubra a reposição de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos que queimarem por queda de raio e oscilação de energia.

3- Todos os imóveis estão à mercê da natureza. Como as chuvas e temporais são bastante comuns em determinadas épocas do ano, é importante que casas e apartamentos estejam protegidos em relação a perdas causadas pela natureza.

4- Mesmo tomando todo o cuidado possível, existe a possibilidade de assaltos ao imóvel. Este tipo de cobertura ampara os bens levados ou danificados em casos de furtos ou roubos, de acordo com o valor contratado previamente.

Sempre esperamos não passar por tais situações, mas, caso algum desses imprevistos aconteça, é muito importante estar amparado. Conheça nossos seguros em: https://www.o2seguros.com.br/seguros/

 

Alarme para empresa: o que considerar ao escolher um?

Na hora de escolher um sistema de alarme para empresas, vários fatores importantes têm de ser considerados, sem os quais a escolha tende a não ser tão bem-sucedida assim.

É preciso verificar, por exemplo, se a empresa de monitoramento que se pretende contratar oferece apoio 24h, os itens necessários de segurança do imóvel e se o local possui seguro.

Então, para que você saiba o que levar em consideração ao escolher um sistema de alarme para sua empresa, preparamos este post com a descrição dos principais equipamentos e recursos que não podem faltar nesse tipo de proteção patrimonial. Confira!

Central de alarme

A central de alarme é o equipamento responsável pela comunicação entre o imóvel monitorado e a Central de Monitoramento 24h da empresa contratada.

A central é também o coração do sistema de alarme tanto de uma empresa como de uma residência, uma vez que é ela quem se comunica constantemente com os demais sensores que, por sua vez identificam possível invasões ou arrombamentos no local (falaremos a função dos tipos de sensor mais para frente).

Quando a central de alarme recebe um sinal de identificação invasão de um dos sensores, ela emite dois comandos: notifica a Central de Monitoramento 24h; e liga a sirene para inibir a pessoa mal-intencionada.

Vale lembrar que, em situações de acionamento da Central de Monitoramento por meio do botão de pânico, a central de alarme apenas a notifica e não aciona a sirene, com o objetivo de não expor as pessoas a uma situação mais arriscada.

Confira abaixo os equipamentos que poderá adquirir junto à central de alarme para que a proteção seja completa:

Sensores de presença e movimento

Servem essencialmente para detectar qualquer movimentação dentro da empresa quando o sistema de alarme está ativo. Esses sensores possuem versões tanto para ambientes externos como internos.

Sensores de abertura

Detectam o movimento de portas e janelas. A diferença de seu acionamento para o sensor de presença é que o seu acionamento não está relacionado com a presença de alguém, mas sim com a abertura ou arrombamento de alguma porta ou janela protegida.

Sensores perimetrais

Esses sensores são instalados em cima de muros e portões, para identificar invasões. Assim, quando algo ou alguém passa na frente do sensor, ele identifica a presença.

Detecção de quebra de vidros

O sensor para detecção de quebra de vidros capta a vibração da quebra do vidro no local em que o equipamento estiver instalado. Normalmente, esses sensores são instalados em lojas com vitrines.

Botão de pânico

Esse é um valioso recurso que não pode faltar em um sistema de alarme para empresa. O botão de pânico deve ser acionado em caso de situações de risco, como roubo e coação. Seu acionamento é silencioso, ou seja, o alerta é enviado somente à central de monitoramento, não disparando o alerta da sirene — a fim de não causar agitação no local e diminuir riscos.

Chaveiro de 4 funções

Consiste em quatro teclas que garantem rápida programação de todo o sistema de segurança. Por meio dele, é possível:

– ativar e desativar o alarme;
– pedir ajuda para a central de monitoramento, em situações de roubo ou coação;
– Cancelar um disparo do alarme.

Normalmente, o disparo do alarme é cancelado quando há um disparo falso, como em situações em que alguém da equipe entra na empresa sem desativar o alarme, por exemplo.

Fonte: Meu Porto Seguro

Conheça agora os tipos de EPIs mais importantes e mais utilizados

O Equipamento de Proteção Individual (EPI) é todo objeto ou dispositivo que o trabalhador utiliza para se proteger e trazer maior segurança durante o exercício da sua profissão. Em outras palavras: essas ferramentas são essenciais para garantir a integridade física do profissional.

Ainda que a denominação seja a mesma, os EPIs podem variar de acordo com a área de atuação. Cada segmento exige um equipamento diferente, mas todos visam à proteção do trabalhador. A adoção das ferramentas é determinada por lei, e o descumprimento pode acarretar multas paras as empresas.

Neste artigo, apresentaremos os variados e mais importantes tipos de EPIs para ajudar a sua empresa a não errar na hora de equipar os profissionais. Acompanhe!

Setor: limpeza

Apesar de muitas pessoas associarem os EPIs unicamente com profissões que trabalham manuseando grandes máquinas, como a área de logística, a verdade é que setores como o de limpeza também possuem equipamentos indispensáveis.

Dependendo do ramo de atuação do trabalhador da limpeza, ele terá contato com produtos químicos e poeira ao extremo, e isso pode trazer problemas de pele, respiratórios etc. Por isso, é importante que ele use equipamentos próprios da sua função, como:

  • luvas;
  • máscaras;
  • botas.

Além disso, os profissionais da área de limpeza precisam trajar uniformes específicos, identificando a equipe da qual fazem parte.

Setor: construção civil

Esse é o setor no qual, constantemente, os profissionais lidam com máquinas e materiais pesados, fazendo com que seja imprescindível o uso de EPIs. Um desses itens básicos que notadamente percebemos quando passamos em um canteiro de obras é o capacete.

Mas, além do capacete, os profissionais da construção civil precisam se equipar com:

  • protetor auditivo com plug;
  • protetor auditivo tipo concha;
  • botina de segurança;
  • cinto de segurança tipo paraquedista;
  • luva de raspa;

Setor: jardinagem

Apesar de, no geral, a sua função seja de cuidar do jardim de flores, o profissional de jardinagem pode atuar em diferentes lugares, como em: praças públicas, casas particulares, jardim de clínicas, condomínios etc.

Por isso, assim como os trabalhadores da limpeza, o jardineiro pode ser exposto a resíduosquímicos indiretamente. Isso faz com que o seu EPI seja indispensável, independentemente do local de atuação. Entre os seus principais acessórios de proteção, estão:

  • calçado de segurança;
  • avental raspa;
  • luva de borracha;
  • óculos de proteção;
  • cinto de segurança.

Setor: serralheria

A área de soldagem é uma das que mais oferecem riscos ao trabalhador. Além da alta temperatura, o profissional também fica exposto a grandes quantidades de raios infravermelhos e raios ultravioletas — que são imperceptíveis a olho nu. O uso do EPI é a maneira mais inteligente de garantir que tudo ocorra sem nenhum problema.

Esses são os equipamentos de proteção no setor de serralheria:

  • abafador de ruído;
  • máscara de proteção;
  • manga de couro;
  • respirador com filtros;
  • óculos de proteção;
  • bota de couro;
  • avental de couro.

Você viu que, independentemente da área, o EPI precisa fazer parte da rotina do trabalhador. Com a informação ao alcance de todos, não há mais desculpas para que as empresas deixem de investir corretamente nos equipamentos de proteção dos seus profissionais.

Fonte: Seguridade.com.br