Quando o Seguro Auto pode ser acionado?

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Todos sabem que é extremamente arriscado, nos dias de hoje, ter um carro e não colocá-lo no seguro. Seja por causa de um acidente ou de um caso de violência, é essencial que o proprietário saiba quando acionar (ou não) o seguro. Por isso, no post de hoje, separamos algumas dicas simples sobre o assunto. Continue lendo!

Em primeiro lugar, é essencial que se entenda o que é a franquia e no que ela interfere na hora de acionar o seguro. Quando um seguro auto é contratado, o segurado tem que escolher entre algumas opções de contratação da franquia, é que a cobrança obrigatória por parte do segurado sempre que o seguro por acionado para um reparo no veículo. Os tipos básicos são os seguintes:

1- Básica: onde a seguradora estipula um valor baseado no preço do contrato;

2- Ampliada: onde o cliente escolhe pagar um valor maior na franquia, visando diminuir o valor da apólice;

3- Reduzida: é o contrário da Ampliada. Aqui, o cliente prefere pagar um valor maior na apólice e menor na franquia;

4- Isenta: como o próprio nome já diz, é quando a franquia não é cobrada.

Estes são os tipos básicos de franquia disponíveis no mercado, mas vale lembrar, ainda, que as seguradoras podem contar com franquias diferenciadas. Isso pode variar de contrato para contrato.

 

Mas quando eu devo – ou não – acionar o seguro?

Em casos de pequenos danos, como um farol quebrado, por exemplo, acionar o seguro acaba sendo uma opção que não compensa. Nestes casos, o valor da franquia pode ser maior que o conserto independente do que quebrou. Vale lembrar, também, que, dependendo da peça que precisa de conserto, ela pode ter garantia do seu fabricante.

Em casos de acidentes causados por terceiros, também vale uma atenção extra. Em primeiro lugar, deve-se ter calma e verificar os envolvidos, e, aí sim, pensar no carro. É necessário avaliar quem foi o real culpado pelo acidente, e quem deve arcar com os custos. Se o culpado for o outro e ele tiver seguro, é o dele que deve ser acionado. Se a pessoa não tiver seguro, mas se comprometer a arcar com os custos, também não há necessidade de acionar o seguro. Se o outro envolvido não se comprometer a custear os reparos, você deve acionar a sua seguradora que, posteriormente, poderá cobrar judicialmente os valores do responsável.

Quando você for o responsável pelo acidente, é necessário avaliar o estrago. Aqui, vale a mesma regra dos pequenos consertos. Se os danos forem mínimos, vale buscar um orçamento particular e comparar ao valor da franquia. Caso o acidente tenha deixado grandes estragos, é necessário registrar um sinistro com a seguradora, que custeará o conserto do seu carro e dos outros envolvidos.

Quer saber mais sobre os tipos de seguro auto que a O2 oferece? Acesse nosso site: http://bit.ly/2NxdiT6

Como proteger o veículo durante as chuvas intensas

O mês de março marca a transição entre verão e outono e é conhecido pela ocorrência de fortes chuvas. Por isso, ao trafegarem nas ruas, muitos motoristas se deparam com consequências como baixa visibilidade, pista escorregadia, buracos ocultos e, principalmente, pontos de alagamento ou enchentes. Nessas situações, é válido seguir alguns procedimentos que podem evitar acidentes e danos ao veículo.

O Itaú Seguro Auto listou oito dicas importantes para quem utiliza automóvel e pode enfrentar ocasiões típicas do período chuvoso.

  1. Durante a chuva, acenda o farol baixo. Além de melhorar a visão, os veículos ao redor também podem se beneficiar das luzes do seu carro;
  2. Nunca ligue o pisca-alerta quando estiver em movimento. Essa atitude pode passar a impressão de que o seu veículo está parado, causando confusão no trânsito e até possíveis colisões;
  3. Se possível, deixe as janelas do carro um pouco abertas para facilitar a circulação do ar. Para desembaçar os vidros e melhorar a visibilidade, ligue o ventilador interno ou o ar-condicionado;
  4. Em casos de enchentes, reduza a velocidade e mantenha uma rotação constante do motor para melhorar a dirigibilidade do veículo e evitar que a água atinja o motor. O ideal é ter uma velocidade contínua de, aproximadamente, 15 km/hora;
  5. Se o motor morrer, não dê a partida. Mantenha-o desligado e acione um profissional qualificado que possa analisar as condições do veículo a fim de ligá-lo sem danos;
  6. Evite entrar com o veículo em um ponto de alagamento. Caso não seja possível driblar a situação, o ideal é que o volume de água no local não passe da metade da altura da roda do carro;
  7. Se a enchente atingir toda a roda do automóvel, abandone-o imediatamente e tente andar pelos cantos das ruas para evitar a correnteza. Lembre-se: em situações extremas, garantir a sua integridade física é mais importante do que poupar um bem material;
  8. Após o enfrentamento de uma enchente, procure fazer um check-up do seu veículo o mais rápido possível. Além corrigir possíveis danos no carro, a medida ajuda a certificar a segurança do condutor.

 

Fonte: Revista Apólice

5 motivos para contratar um Seguro Auto

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Comprar um veículo significa investir tempo e dinheiro em um bem material, que, na maioria das vezes, significa a realização de um sonho. Nos dias atuais, todo cuidado é pouco, então, para que esse investimento não seja em vão, o mais indicado é que se invista em um seguro auto.

Para comprovar a importância deste tipo de seguro, separamos aqui 5 razões para contratá-lo. Confira!

1- Por mais que você seja um motorista consciente e alerta, que está sempre praticando a direção defensiva, você está exposto a outros veículos e motoristas, que podem não ser tão cuidadosos. Em casos de acidentes, você estará protegido de arcar com os reparos do seu carro e, se seu seguro tiver essa opção, do veículo da outra pessoa.

2- Se você utiliza muito o seu carro – seja para trabalho ou lazer – e ele fica estacionado na rua, alguns imprevistos podem acontecer. Além disso, já pensou se, em um minuto de distração, você travar a porta e trancá-la com a chave do carro no seu interior? Com o seguro auto e a assistência 24 horas, você estará protegido de maiores dores de cabeça.

3- Todos estão expostos aos fenômenos da natureza, como fortes chuvas e ventanias. Tais acontecimentos podem causar um grande prejuízo à cidade e, consequentemente, ao seu veículo. Com o seguro auto, se algum imprevisto acontecer, você estará protegido.

4- Você costuma pegar a estrada com frequência? Então, é importante ter um seguro de carro, já que a maioria das coberturas abrangem todo o território nacional. Assim, sua tranquilidade estará garantida nos momentos de lazer.

5- E, é claro, nos momentos mais necessários, já que todos estão expostos à violência diariamente. Em casos de roubos ou furtos, você poderá contar com a ajuda e a proteção do seguro auto, diminuindo as dores de cabeça e facilitando a resolução do problema.

A O2 oferece os melhores seguros auto do mercado. Para mais informações, acesse: http://bit.ly/2NxdiT6

6 situações em que é possível acionar o seguro residência

Encontrar o lugar ideal para morar encabeça a lista de desejos de milhões de brasileiros. E uma vez que esse sonho tenha sido realizado, a preocupação passa a ser a de manter seus bens sempre protegidos.

Por mais cuidadosos que sejam os moradores, ninguém está livre de passar por situações inesperadas. Imprevistos podem acontecer a qualquer momento, e não conseguimos prevê-los. E um ponto preocupante é: você pode não estar preparado financeiramente para arcar com os prejuízos.

Mas, e se, nessa situação, você puder contar com a comodidade de um seguro residencial?

Como medida preventiva, ter um seguro é um excelente investimento, por ter um valor menor do que você imagina, somando-se ao fato de que o seguro é útil em uma série de situações, que são exemplificadas neste post — tudo dependerá da cobertura contratada.

Confira algumas situações em que você pode contar com um seguro residencial!

1. Incêndios

A proteção contra danos causados por incêndios faz parte da cobertura básica oferecida em uma apólice de seguros. Em outras palavras, trata-se da assistência mínima oferecida por qualquer seguradora.

Se o que está na sua casa for danificado por fogo ou fumaça, seja por um acidente que tenha iniciado dentro dela ou na casa do seu vizinho, como um descuido corriqueiro, um curto-circuito ou até mesmo uma queda de raio, não se preocupe.

Essa cobertura te reembolsa, de acordo com o valor que você contratar, para que possa comprar novamente tudo o que foi perdido. Ampara, inclusive, o seu carro que estiver na garagem de casa, se ele for comprometido de alguma forma.

2. Danos elétricos

Morar em um país que tem o maior número de queda de raios no mundo é preocupante, né? Pois essa cobertura garante a reposição de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos que queimarem por queda de raio e até por oscilação de energia.

Apesar da recomendação de desligar os aparelhos da tomada em casos de temporais, perder o capítulo decisivo da sua novela é uma ideia nada agradável. Você resolve arriscar a sorte e uma descarga elétrica muito forte provoca uma pane em sua televisão.

Mesmo que não esteja chovendo, os eletrodomésticos podem ser danificados quando a energia é restabelecida após uma interrupção no fornecimento. Se algo aconteceu com o videogame comprado há poucos dias, não se desespere!

Acionar o seguro residência parece ser uma boa ideia, não é mesmo? Nesses casos, via de regra, o produto é enviado para a assistência técnica ou você recebe um novo, na mesma faixa de preço.

Além do mais, contratando a proteção contra danos elétricos, você se previne de problemas relacionados a fiação elétrica, do quadro de luz e do relógio de energia, por exemplo.

3. Subtração de bens

Mesmo tomando todo o cuidado com segurança, pode ser que um dia a sua casa seja roubada. Já pensou na frustração de ver os seus bens sendo tomados?

Essa cobertura ampara tudo o que levarem ou danificarem, seja no caso de os assaltantes usarem de violência para conseguir os objetos ou se fizerem tudo sem ninguém em casa. Então, ao contratá-la, você será reembolsado, de acordo com o valor que você contratar, para repor esses bens que forem levados ou danificados.

Para acionar o seguro, é importante que tenham vestígios de arrombamento no imóvel. Assim que a invasão for comprovada, é preciso fazer uma relação dos bens que foram levados no assalto e, então, basta aguardar as instruções da seguradora para a indenização.

4. Vendaval e queda de granizo

Cidades totalmente devastadas pela fúria da natureza são uma ótima inspiração para os roteiristas de cinema. Na sala escura, o telespectador se empolga, já na vida real, a situação de quem perde tudo torna-se desesperadora.

E se você acha que o Brasil não é tão suscetível a uma situação-catástrofe, saiba que, dependendo da região em que você mora, esses eventos são relativamente comuns.

É o que acontece, por exemplo, no sul do País.Pesquisa feita pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Desastres Naturais (CEPED- UFSC) revela que 391 vendavais e tornados de forte intensidade foram notificados no Estado de Santa Catarina, em um intervalo de 19 anos, entre 1995 e 2014.

Além disso, convém a lembrança de que chuvas e temporais são bastante comuns, especialmente durante o verão. Por conta disso, é provável que o volume de água esperado para um mês inteiro seja registrado em poucos dias.

Para quem possui essa cobertura, os transtornos são significativamente menores. É só entrar em contato com a seguradora e seguir as orientações que rapidamente você será reembolsado pelo valor que tiver contratado na apólice do seguro.

5. Responsabilidade Civil Familiar

Você sabia que o seguro residencial possui cobertura até se você, ou alguém que mora com você, causar danos a outras pessoas? Para isso, existe a cobertura de Responsabilidade Civil Familiar, que te ampara em caso de danos a terceiros.

Pode ser que, acidentalmente, você machuque ou quebre alguma coisa de alguém, como mercadorias de uma loja, por exemplo; ou uma visita se machuque dentro da sua casa; ou, ainda, que seu filho chute uma bola e quebre a janela do vizinho – situação bem comum de acontecer.

Nesses casos, essa cobertura vai pagar as despesas com esses imprevistos. Ah! Tem um pet meio bravo? Essa cobertura também ampara se ele machucar alguém.

6. Quebra de vidros

Por último, vale a menção ao espelho que ocupa uma parede inteira na sua casa, a imponente mesa de vidro no centro da sala de jantar ou tantos outros itens de vidro, como boxes, janelas, vidros de varanda e até cooktop.

Se você tem alguém um pouco desastrado em casa, isso não será mais um problema, pois essa cobertura garante que o cliente seja indenizado por danos causados a itens de vidro.

Quaisquer que sejam as coberturas que você contrate, nós finalizamos este texto com uma orientação importante: ao se deparar com qualquer situação emergencial, o cliente deve acionar o seguro residência imediatamente para receber as orientações necessárias.

Também é importante que você mantenha o ambiente inalterado, pois, caso contrário, estará destruindo evidências que poderiam ser utilizadas a seu favor.

Fonte: Meu Porto Seguro

Valor médio do seguro automotivo teve queda no país em 2019

De acordo com um levantamento da TEx, o valor pago pelos motoristas para fazer um seguro caiu em todas as capitais brasileiras, de junho de 2018 para o começo de 2019.

O estudo foi realizado utilizando como base as cotações feitas via Teleport, plataforma de gestão e multicálculo da empresa, e levou em consideração mais de 2 milhões de cotações reais feitas nos últimos 60 dias.

 O menor valor médio de seguro anual pago no Brasil fica no estado de Santa Catarina: R$ 2646,00. No ano passado, era de R$ 2932,00. Na Paraíba, o valor é bem parecido: R$ 2656,00. Porém, em 2018 era bem maior: R$3194,00. Na Região Nordeste, o Rio Grande do Norte também apresenta um valor mais baixo para 2019: R$ 2965,00.

O valor médio do seguro mais caro do país pertence ao estado de Roraima – R$ 6058,00. O valor ainda sofreu uma considerável queda. Entre junho e julho de 2018 chegou a R$ 8.720,00. O segundo lugar fica com o Mato Grosso: R$ 4.088,00 anuais. No ano passado, chegou a R$ 4985,00.

No Tocantins, a maior retração: R$ 6439,00 nos meses de junho e julho de 2018. Em 2019, o valor diminuiu para R$ 3740,00.

Os paulistas em 2019 pagarão menos no seguro que os cariocas. Em São Paulo, o valor médio pago entre os meses de junho e julho de 2018 chegava a R$ 3273,00. Já em Janeiro o valor é de R$ 3037,00. No Rio de Janeiro o valor caiu de R$ 4187,00 para R$ 3844,00.

Na capital federal o valor diminuiu de R$ 3563,00 para R$ 3025,00.

Impacto

Além de promover insegurança, os roubos e furtos de veículos também refletem no bolso. Os casos impactam diretamente no preço dos seguros. Diversos fatores impactam na formação do preço do seguro de cada estado. Por exemplo, o número de veículos segurados e o perfil dos modelos mais procurados. É fato que os índices de violência refletem no número de sinistros, tornando-se um dos mais importantes fatores na definição do valor médio do seguro.

Confira as médias de seguro em cada estado, de acordo com a pesquisa:

Fonte: Revista Apólice

5 itens para proteger sua casa

Dizem que nossa casa é o nosso mundo. Pura verdade! Nela estão nossos bens mais preciosos, além das pessoas que amamos. É por isso que tudo é válido para garantir a segurança do nosso lar. Principalmente porque é ali onde devemos nos sentir protegidos e descansados.

Existem hoje equipamentos e ferramentas de segurança que podem te ajudar a ter um controle maior da sua residência. Que tal conhecer alguns deles?

1. Câmeras de segurança

Capazes de monitorar e gravar imagens de diversos pontos estratégicos ao mesmo tempo, câmeras de segurança são uma excelente opção para quem quer proteger seu patrimônio. As pessoas que circulam nos ambientes sabem que estão sendo vigiadas e suas imagens são armazenadas. Obviamente, esses registros intimidam atos criminosos.

2. Cerca elétrica

Outro dispositivo bastante usado é a cerca elétrica. Com a função de repelir qualquer possível invasor, a cerca não é letal, mas gera um incômodo que tende a impulsionar o invasor para longe dos fios. Acompanhada de um sistema de alarme, ela dispara quando um fio é rompido ou aterrado.

3. Alarmes

Os alarmes controlam movimentações em horários programados e emitem sinais de emergência silenciosos com o objetivo de avisar sobre alguma atitude ou ação suspeita no imóvel onde estão instalados.

4. Sistemas de detecção de incêndio

Quando o assunto é proteção, ele abrange mais do que furtos e roubos, não é mesmo? Equipamentos que alertam a incidentes domésticos também merecem atenção.

Os sistemas de detecção de incêndio, como o próprio nome diz, garantem a detecção precoce de incêndios, facilitando que você e sua família evacuem imediatamente a casa.

Existem vários tipos de detectores de incêndios. Eles podem ser químicos, térmicos, ópticos, por aspiração etc. Todos são constituídos por diversos componentes, sendo que o mais importante é a câmara de detecção, a responsável por identificar a presença de fumaça e/ou altas temperaturas.

5. Seguro Residencial

Uma forma de se resguardar quanto aos prejuízos que podem ser causados não só em roubos e furtos, mas nos casos de sinistro por diversos motivos — incêndio, danos ao seu jardim, queda de granizo, desmoronamento, entre outros — é a contratação de um seguro residencial. Assim, independentemente do que aconteça à sua casa, você e sua família sempre estarão protegidos de grandes prejuízos.

Ao escolher um sistema de segurança para a sua casa, não se esqueça de considerar fatores como o índice de assaltos no seu bairro, a forma mais usada pelos ladrões e o que é mais confortável para você e sua família.

Fonte: Meu Porto Seguro

Segurança contra incêndios em condomínios

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A segurança dos condomínios é um ponto que deve receber uma grande atenção. Por isso, bons equipamentos de monitoramento, alarmes e controles de acesso são sempre lembrados. Mas e em casos de incêndios?

Todos devem lembrar da importância desta questão quando se trata da segurança de um condomínio, alertando sobre a necessidade da manutenção dos sistemas e equipamentos preventivos, que devem ser verificados periodicamente. Neste post, separamos algumas dicas de como evitar que os incêndios aconteçam e como lidar com o seu estrago.

1- Os condomínios com mais de 12m de altura e mais de 150m² de área devem ser equipados com extintores, hidrantes, alarmes, iluminação de emergência e portas corta-fogo nas escadas. Em um raio de 25m, devem existir, pelo menos, 2 extintores.

2- Deve-se prestar atenção aos diversos tipos de extintores existentes no mercado. O de gás carbônico, por exemplo, é indicado para incêndios com equipamentos elétricos energizados, enquanto os de água, apenas em incêndios que contenham madeira, papel e materiais sólidos em geral.

3- As causas mais comuns para os incêndios em prédios residenciais são a sobrecarga de energia, utensílios esquecidos na tomada e crianças brincando com materiais inflamáveis. Nos comerciais, bitucas de cigarro e papéis representam grande perigo.

4- As portas corta-fogo são imprescindíveis para que o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros seja tirado pela edificação. Não deixe de fazer a sua manutenção periódica, observando itens como as dobradiças e maçanetas.

5- Dependendo da finalidade do imóvel (comercial ou residencial) e do número de pessoas fixas (trabalhadores e prestadores de serviços), o número de brigadistas de incêndio pode mudar. Para selecioná-los, eles devem cumprir algumas exigências, como permanecer no edifício, possuir experiência, ter boa saúde física, entre outras.

6- Deve ser montado um plano de emergência para casos de incêndios, nomeando um supervisor responsável, quais procedimentos devem ser feitos, contendo a planta baixa do edifício, vias de fuga e um ponto de encontro fora do local em chamas. Todos no edifício devem ter acesso a esse conteúdo.

Todos as medidas devem ser tomadas, para que se evite ao máximo este tipo de emergência. Porém, caso aconteça, é importante que se tenha um plano pós-acidente, para que se saiba como proceder para recuperar as perdas.

Nestes casos, o condomínio pode contar com o Seguro Compreensivo, que garante a cobertura dos danos ocorridos à estrutura do prédio, causados por incêndios, quedas de raios e explosões, abrangendo as áreas comuns e unidades independentes, além dos bens de propriedade do condomínio. É importante ressaltar que o Seguro Compreensivo é obrigatório e de responsabilidade do síndico.

Porém, as unidades particulares também podem se resguardar nestes casos. Com o Seguro Incêndio Conteúdo, o interior dos imóveis ficam cobertos em casos de incêndios, raios ou explosões. Os segurados contam com assistência 24h por dia e atendimento através de canais exclusivos.

 

Para saber mais sobre o Seguro Compreensivo, acesse: http://bit.ly/2RXm15I

Encontre mais informações sobre o Seguro Incêndio http://bit.ly/2LJAXCe

Obrigatório, seguro DPVAT é suficiente para motoristas?

O início do ano traz gastos extras e elevados para quem tem um veículo, por conta dos temidos IPVA e DPVAT, também conhecido como seguro obrigatório. A boa notícia é que, em 2019, o DPVAT será um pouco mais barato, de acordo com o Conselho Nacional de Seguros, diante de uma redução média de 63,3% no valor em comparação ao do ano passado. Mas, uma pergunta que sempre surge é: posso contratar apenas o seguro obrigatório? Ele será suficiente?

É importante ter em mente que o pagamento do DPVAT é obrigatório em todos os casos e, não sendo pago, o veículo pode ser apreendido e o motorista ter grandes despesas para normalizar a situação. O seguro exigido no país, cobre apenas danos pessoais como, por exemplo, morte, invalidez permanente ou despesas médico-hospitalares e o beneficiário pode dar entrada até três anos depois do ocorrido.

E se é preciso pagar por essa proteção obrigatória, por que desembolsar ainda mais com uma adicional? Para Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil, “investir no seguro auto privado é crucial para garantir que os bens materiais sejam cobertos, como roubo, furto, danos causados por fenômenos naturais ou batidas, além de despesas com ações judiciais caso tenha causado o acidente”. Ele ainda completa: “É o seguro adicional que garante, inclusive, o conserto do carro de terceiros e oferece outros benefícios como reposição de veículo e assistência 24 horas”.

Quando comparados, além da cobertura oferecida por cada um, os dois também têm outras diferenças: o DPVAT é pago junto com o IPVA e parte do seu valor é repassado para os Ministérios da Saúde e das Cidades, para pagamento das despesas acidentais. Outra diferença que conta também é o valor das indenizações, que é mais alto quando pago pela seguradora particular.

“Estar atento às diferenças entre os dois evidencia a importância de investir no seguro privado, deixando o proprietário 100% coberto em caso de danos pessoais ou patrimoniais. Mas é importante que mesmo contratando uma proteção adicional, o motorista esteja atento ao que está sendo oferecido. Isso porque existem diferenças nas características de cada apólice, que podem mudar o que está coberto em cada uma”, finaliza o CEO.

Fonte: Revista Apólice

5 equipamentos de segurança que toda loja deve ter

Quem tem o próprio negócio sabe das preocupações com a proteção do patrimônio, especialmente contra roubos e furtos. Não é só o caixa, produtos ou estoque que estão sob riscos, mas principalmente a integridade dos seus clientes, que podem se afastar definitivamente do seu comércio nesses casos. Por isso, os equipamentos de segurança eletrônica são cada vez mais necessários.

No post de hoje, você conhecerá 5 opções de equipamentos de segurança eletrônica que você pode aderir ao seu negócio. Acompanhe!

1. Circuito Fechado de Televisão (CFTV)/Câmeras

Composto por câmeras de vigilância, esses circuitos são um dos equipamentos de segurança patrimonial mais utilizados por empresas. Com ele, o próprio contratante pode ter acesso a essas imagens em um computador ou smartphone, de onde estiver, via aplicativo.

Outro benefício das câmeras de vigilância é que elas inibem a ação de pessoas mal-intencionadas. Quando elas ignoram o aviso e a presença de câmeras, o equipamento segue sendo útil para identificar e registrar o momento de algum roubo ou furto que aconteça em sua loja.

O interessante é que você, como contratante, tem a liberdade para decidir os locais onde as câmeras serão posicionadas. O ideal é espalhá-las tanto pelas áreas de circulação dos clientes quanto nos setores internos, como na administração, direção e estoque.

2. Sistema de alarmes

Os alarmes e sensores são equipamentos de segurança tão populares quanto as câmeras. A vantagem é que eles não dependem da ação humana para reagir a uma tentativa de roubo, por exemplo.

Esses sistemas geralmente são apontados para portas, cofres e pontos de entrada e saída de pessoas. O seu funcionamento é baseado em sensores que usam ondas de ultrassom ou infravermelho para detectar movimentos. Quando acionado, os alarmes podem disparar sinais sonoros, emitir um alerta para a central de segurança e/ou enviar um aviso para o contratante.

Os alarmes normalmente são ativados e desativados por uma senha. Desse modo, somente pessoas autorizadas terão como desligar o sistema.

3. Controle biométrico de acesso

O controle biométrico já é uma solução voltada mais para o público interno da loja, isto é, os funcionários. Esse não é dos equipamentos mais baratos, porém é um dos mais eficientes. Ele somente autoriza a entrada de pessoas de acordo com a sua digital, estrutura facial ou leitura de retina.

Trata-se de um equipamento que dificulta bastante as fraudes e a entrada de pessoas não autorizadas. Esses controles devem ser posicionados nas áreas mais restritas da empresa, como a sala da direção ou o cofre.

4. Botão do pânico

Os botões do pânico são soluções integradas aos sistemas de alarme. Eles normalmente ficam posicionados em um ponto físico da loja, como em uma parede ou em um móvel, onde somente o gestor e seus colaboradores têm acesso.

Atualmente, também existem botões móveis e mais tecnológicos, como aplicativos para smartphones ou em formatos parecidos com alarmes de automóveis.

O objetivo é que ele seja discreto e esteja sempre por perto do usuário para acionar o alarme e a Central de Monitoramento para averiguar algum problema.

5. Rastreador de automóveis

A proteção para automóveis, obviamente, não terá um impacto direto na segurança da loja e dos clientes. Entretanto, essa solução é boa para as lojas que costumam enviar representantes em carros próprios para negociar com fornecedores e parceiros de negócios.

Caso o veículo seja um patrimônio da empresa, ter um rastreador se torna fundamental para fiscalizar o consumo, o trajeto e ajudar na recuperação em caso de roubos.

Perceba que todos os equipamentos lembrados neste post têm algo em comum: a tecnologia. A facilidade e o controle dos novos dispositivos e sistemas vieram para otimizar a proteção patrimonial e aumentar a sensação de segurança para colaboradores e clientes. Assim, você garante uma qualidade de trabalho melhor para o público interno e uma experiência de compra mais segura para os consumidores.

Fonte: Meu Porto Seguro

Como incrementar a segurança das portarias de condomínios?

A segurança da portaria dos condomínios deve sempre ser uma prioridade, uma vez que é um dos lugares com maior fluxo de moradores, visitantes, entregadores e prestadores de serviço. Ao falar disso, surge a questão: como garantir uma portaria segura para todos?

O primeiro passo é garantir que os processos e/ou equipamentos de segurança funcionam e são confiáveis para identificar os principais pontos de perigo. Para isso, é essencial que se monitore os relatórios de entrada e saída, cheque o funcionamento de câmeras e outros dispositivos. Além disso, os funcionários também devem receber treinamento, para saberem como agir em casos de emergência.

E, falando dos funcionários, as suas condições de trabalho devem ser observadas. Além da infraestrutura básica, é indicado que se instale vidros espelhados, que possibilitem o porteiro de ver o visitante, e não o contrário, além de monitores que disponibilizem, em apenas um lugar, as imagens de todas as câmeras instaladas no condomínio.

As câmeras sempre são lembradas como uma solução efetiva para a segurança. Porém, além da sua instalação, a sua manutenção e verificação devem ser feitas periodicamente, evitando problemas maiores. Além disso, os moradores e funcionários devem ser informados sobre o seu acesso às imagens.