Carro extra: entenda como funciona essa cobertura

Antigamente, bater o carro era sinônimo de ficar a pé por um longo tempo até o conserto ser concluído. Hoje, quem contrata um seguro auto, conta com a opção de carro extra (ou carro reserva – como também é chamado), que é um automóvel colocado à disposição do segurado em caso de sinistro com o seu veículo.

Há duas opções de contratação nessa cobertura, diferenciando quem utiliza as oficinas referenciadas ou para quem prefere escolher sua própria oficina.

O carro extra, por padrão, é um veículo popular básico de 1000cc e sem limite de quilometragem. Caso o segurado precise de um automóvel mais potente, há a cobertura opcional para carro extra de porte médio.

Fonte: Meu Porto Seguro

Entenda a importância de contratar um seguro ao comprar um carro

A compra de um automóvel é um momento especial. Simboliza uma conquista financeira e independência para ir e vir. Mas, para não correr o risco dessa boa sensação desaparecer em um instante, é muito importante contratar um seguro tão logo a aquisição do veículo for concretizada.

No momento em que ele deixa a concessionária, o carro é exposto a inúmeros riscos, como roubos, acidentes e falhas mecânicas. Além de tomar cuidados para se proteger de tudo isso, o proprietário pode contratar um seguro para não ficar no prejuízo no caso de uma eventualidade.

Neste artigo, vamos explicar melhor porque vale a pena contratar um seguro para um automóvel o mais cedo possível. Confira!

Porque contratar um seguro auto?

O carro é um bem material diferente de boa parte dos outros. É um investimento caro e significativo para o orçamento de quase todo mundo. Pouca gente adquire um veículo com folga no orçamento para comprar outro nos próximos meses.

Só que, embora caro, o carro definitivamente não é algo que vai ficar guardado em casa. Ele estará nas ruas todos os dias, exposto a acidentes de trânsito e roubos. Mesmo uma pessoa cautelosa pode dar o azar de ser atingido pelo veículo de outra pessoa.

É dever do motorista evitar acidentes, principalmente porque além do dano financeiro, batidas podem colocar a vida e saúde dos envolvidos em risco.

Só que existem eventos que não podem ser evitados ou simplesmente acontecem por outras razões. E o seguro auto existe para que o proprietário não precise assumir o prejuízo financeiro quando isso ocorrer.

Utilizando um seguro auto

O objetivo de quem vai contratar um seguro auto é não precisar acioná-lo jamais. O ideal, tanto para quem contrata quanto para as seguradoras é que as coberturas nunca precisem ser utilizadas, afinal, ninguém quer se envolver em um evento tão indesejado como uma batida ou um roubo de um carro.

Mas, se isso acontecer, o seguro vai garantir que não exista perda financeira para o segurado. Na maior parte das vezes, quem perde o carro nessas ocasiões não tem condições imediatas para repô-lo. Se estiver segurado, você receberá um veículo novo ou um valor em dinheiro que permita a aquisição de algo equivalente.

Quando contratar um seguro automotivo?

Não espere muito para contratar o seguro automotivo. Na verdade, o ideal é que você já pesquise com antecedência sobre as seguradoras para não perder tempo depois.

A partir do momento que você fechar a compra, já pode fazer a contratação do seguro. No caso de veículos seminovos, por exemplo, você tem toda a liberdade para escolher a seguradora da sua preferência e contratar o serviço mesmo com o carro ainda na loja. Contratar um seguro rapidamente minimiza os riscos de acontecer algum imprevisto antes da cobertura estar em vigor.

Mais benefícios do seguro auto

Quando a batida não danifica o carro ao ponto de perda total, o seguro também cobre o valor do conserto, bastando ao segurado pagar a chamada franquia, que é uma taxa que normalmente é inferior à boa parte dos orçamentos de reparo de automóvel.

E além dessas vantagens mínimas oferecidas por qualquer seguro, existem alguns deles que oferecem mais benefícios para quem contrata, como colocar um carro à disposição do segurado enquanto o seu está na oficina, por exemplo.

Em alguns casos, o seguro também oferece assistências adicionais, como reboque 24h no caso de panes mecânicas, troca de pneus e até descontos em manutenções.

Para a seguradora isso é uma boa estratégia, pois um carro bem cuidado sempre significa um risco menor. E para os segurados, essas vantagens extras ajudam a economizar com a manutenção.

Fonte: Unidas Seminovos

Como proteger a sua casa de incidentes?

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Além das pessoas que amamos, normalmente, nossos bens mais preciosos ficam em casa. Por isso, é importante garantir a segurança de nosso lar. Atualmente, isso pode ser resolvido com equipamentos e ferramentas de segurança, que podem ajudar a ter um controle maior sobre a residência. Confira os principais!

  1. Câmeras de segurança: elas são ótimas opções para quem quer proteger seu patrimônio, já que monitoram e gravam imagens de vários pontos estratégicos ao mesmo tempo. Assim, as pessoas que estão circulando por esses ambientes estão sendo vigiadas, o que pode ajudar a inibir atos criminosos.
    E o melhor: em alguns sistemas, é permitido o acesso à distância, via internet, no computador ou em app de celular. Com isso, o conforto e a praticidade são aliados à segurança.
  2. Cerca elétrica: é outro dispositivo bastante utilizado, principalmente em casas e ao redor de condomínios. Ela tem a função de repelir possíveis invasores com um choque não letal, mas que gera um incômodo que tende a fazer com que o invasor vá embora. A cerca elétrica dispara quando um fio é rompido ou aterrado.
  3. Alarmes: em determinados horários, os alarmes monitoram a movimentação no ambiente, emitindo sinais de emergência silenciosos. Assim, ele avisa ao dono sobre alguma ação suspeita no imóvel onde está instalado.
  4. Sistema de detecção de incêndios: estes sistemas garantem que incêndios sejam percebidos rapidamente, evitando que ele se alastre e facilitando que a casa seja evacuada. Eles podem ser químicos, ópticos, por aspiração, entre outros, e, no geral, funcionam a partir da identificação de fumaça ou altas temperaturas.
  5. Seguro Residencial: para resguardar possíveis prejuízos causados por roubos, furtos, incêndios, desmoronamentos e muitos outros motivos, a contratação de um seguro residencial é muito indicada. Na hora de contratá-lo, fatores como o índice de assaltos na região, a incidência de chuvas, possibilidade de desmoronamentos (e outros) devem ser levados em consideração.

Você já conhece as nossas opções de Seguros Residenciais? Acesse a área no site e confira qual é o melhor para você: https://www.o2seguros.com.br/seguros/

5 dicas para programar a aposentadoria

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Aproveitar a terceira idade com tranquilidade e estabilidade financeira, para pagar as suas contas do mês é o sonho de muita gente. Mas para conseguir uma boa aposentadoria e curtir essa fase da vida, é preciso se programar com antecedência.

Você já começou a pensar nessa questão? Veja estas 5 dicas para programar a sua aposentadoria!

1- Defina o seu objetivo

Qualquer tipo de planejamento começa a partir de um objetivo. Com a aposentadoria não é diferente!

O primeiro passo é definir aonde quer chegar. Defina quando você pretende se aposentar, de preferência com tempo hábil para que o seu esforço para acumular o recurso, que será usado na aposentadoria, não seja muito grande.

Não faça nada por impulso, pois se aposentar repentinamente, certamente lhe trará problemas financeiros no futuro. Ao definir quando atingir o seu objetivo você terá uma motivação a mais para trabalhar produtivamente. Quanto antes e mais você investir, maior será o valor recebido mensalmente, em sua aposentadoria.

2- Saiba com quais receitas contar

Para programar uma aposentadoria tranquila, saiba com quais receitas você poderá contar. A previdência social é um regime compulsório, ou seja, todo trabalhador contribui para este regime, que é administrado pelo Instituto Nacional de Seguro Social, o INSS. O valor pode variar conforme a contribuição feita no decorrer dos anos, limitado a um teto (valor máximo de recebimento). Além disso, o início da aposentadoria depende da idade e tempo de contribuição.

Por esse motivo, é preciso contar com outras fontes de renda como um plano de previdência corporativo ou individual. Neste plano, é você quem escolhe o valor e a periodicidade da contribuição, além de decidir quando será feito o resgate, desde que seja dentro do prazo de carência mínimo.

Saiba qual a modalidade é mais indicada para você:

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

Esse plano é para quem declara o Imposto de Renda no modelo completo, pois todas as contribuições realizadas no plano podem ser deduzidas da base de cálculo do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual. No PGBL o imposto a ser cobrado, no momento do resgate, será sobre o valor total.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

Esse plano de previdência privada é ideal para quem declara Imposto de Renda no formulário simplificado ou para quem excedeu o limite de dedução do Imposto de Renda (12% da renda bruta anual) com contribuições no PGBL. Nesta modalidade, o valor do imposto a ser cobrado, no momento do resgate, será sobre o rendimento do plano.

3- Faça estimativas

Para se programar adequadamente, faça estimativas do quanto  você precisará para  manter o seu padrão de vida. Nesse levantamento, conte com despesas como moradia, alimentação, saúde e lazer. Você pode incluir outros gastos que terá, de acordo com o estilo de vida que pretende ter na aposentadoria.

Com uma estimativa de gastos estipulada, você saberá quanto deve ser a sua renda quando se aposentar.

Atenção: é comum os gastos de aposentados caírem em até 20%, porém isso não é uma regra, levando em consideração que alguns custos  diminuem enquanto outros aumentam. O importante é manter sempre em foco quais os projetos de vida que pretende realizar, como viagens, além dos gastos fixos que terá para se manter.

4- Planeje a sua poupança

A renda total da sua aposentadoria pode não ser suficiente para garantir o padrão de vida que você pretende ter, nestes casos, poupar pode ser uma alternativa para conquistar o patrimônio adequado.

Caso esteja abaixo, será preciso poupar dinheiro para manter o seu padrão de vida. Para isso, calcule o quanto falta para atingir a sua meta e comece a guardar dinheiro.

Estipule quais investimentos são os mais indicados para juntar o dinheiro necessário, mas  leve  em consideração pontos importantes, como a inflação.

Definidos e analisados todos esses pontos, é hora de colocar o plano em ação. Elabore uma boa estratégia de poupança e respeite os prazos e valores, afinal, você está guardando para o seu próprio bem. Certifique-se de que você conseguirá alcançar os objetivos estipulados dentro do prazo.

5- Reveja sua estratégia

O planejamento financeiro precisa ser revisto após um tempo e verificado se está dentro do planejado. Analise se você está alcançando suas metas, caso a resposta da análise seja negativa, você precisa ajustar o seu plano.

Está com dificuldades para poupar?

Se isso acontecer com você durante o seu plano, poupe mais, sempre que puder. Ou seja, se em determinado mês você receber uma quantia extra, guarde uma parte para compensar os períodos difíceis.

Em alguns casos, quando existem problemas no planejamento da aposentadoria, é preciso adiar o tão sonhado momento. Para que isso não aconteça, se atente as dicas dadas e avalie se não é mais vantajoso diminuir o padrão de vida de sua aposentadoria ou o seu modelo de vida atual. Desta forma, talvez não seja necessário adiar a aposentadoria.

Mas em todo caso, analise toda a situação e veja qual é o melhor plano para você conquistar seus sonhos e objetivos.

Lembre-se, quanto mais cedo começar, mais conseguirá poupar e menor será o esforço para atingir sua meta no futuro. Afinal, o planejamento financeiro é essencial para a sua vida.

Fonte: Meu Porto Seguro

4 situações em que o Seguro Residencial pode ser acionado

Encontrar o lugar ideal para morar é um dos grandes desejos de muitos brasileiros. E, ao realizá-lo, a maior preocupação é a segurança com seus bens e familiares.

Para evitar esses imprevistos que ameaçam a segurança, existe a opção de contratar um seguro. Como medida preventiva, o seguro é um ótimo investimento por um valor muito em conta.

Confira as situações em que o seguro residencial pode ser contratado.

1- A proteção contra incêndios geralmente faz parte da cobertura oferecida na apólice de seguro. Se o que está dentro do imóvel for atingido por fogo ou fumaça, seja causado por um acidente, curto-circuito ou queda de raio, o segurado não precisa se preocupar. Com essa cobertura, de acordo com o valor contratado, ele terá um ressarcimento do que foi perdido.

2- O Brasil é o país com o maior número de quedas de raio. Por isso, é importante que o seguro cubra a reposição de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos que queimarem por queda de raio e oscilação de energia.

3- Todos os imóveis estão à mercê da natureza. Como as chuvas e temporais são bastante comuns em determinadas épocas do ano, é importante que casas e apartamentos estejam protegidos em relação a perdas causadas pela natureza.

4- Mesmo tomando todo o cuidado possível, existe a possibilidade de assaltos ao imóvel. Este tipo de cobertura ampara os bens levados ou danificados em casos de furtos ou roubos, de acordo com o valor contratado previamente.

Sempre esperamos não passar por tais situações, mas, caso algum desses imprevistos aconteça, é muito importante estar amparado. Conheça nossos seguros em: https://www.o2seguros.com.br/seguros/

 

Alarme para empresa: o que considerar ao escolher um?

Na hora de escolher um sistema de alarme para empresas, vários fatores importantes têm de ser considerados, sem os quais a escolha tende a não ser tão bem-sucedida assim.

É preciso verificar, por exemplo, se a empresa de monitoramento que se pretende contratar oferece apoio 24h, os itens necessários de segurança do imóvel e se o local possui seguro.

Então, para que você saiba o que levar em consideração ao escolher um sistema de alarme para sua empresa, preparamos este post com a descrição dos principais equipamentos e recursos que não podem faltar nesse tipo de proteção patrimonial. Confira!

Central de alarme

A central de alarme é o equipamento responsável pela comunicação entre o imóvel monitorado e a Central de Monitoramento 24h da empresa contratada.

A central é também o coração do sistema de alarme tanto de uma empresa como de uma residência, uma vez que é ela quem se comunica constantemente com os demais sensores que, por sua vez identificam possível invasões ou arrombamentos no local (falaremos a função dos tipos de sensor mais para frente).

Quando a central de alarme recebe um sinal de identificação invasão de um dos sensores, ela emite dois comandos: notifica a Central de Monitoramento 24h; e liga a sirene para inibir a pessoa mal-intencionada.

Vale lembrar que, em situações de acionamento da Central de Monitoramento por meio do botão de pânico, a central de alarme apenas a notifica e não aciona a sirene, com o objetivo de não expor as pessoas a uma situação mais arriscada.

Confira abaixo os equipamentos que poderá adquirir junto à central de alarme para que a proteção seja completa:

Sensores de presença e movimento

Servem essencialmente para detectar qualquer movimentação dentro da empresa quando o sistema de alarme está ativo. Esses sensores possuem versões tanto para ambientes externos como internos.

Sensores de abertura

Detectam o movimento de portas e janelas. A diferença de seu acionamento para o sensor de presença é que o seu acionamento não está relacionado com a presença de alguém, mas sim com a abertura ou arrombamento de alguma porta ou janela protegida.

Sensores perimetrais

Esses sensores são instalados em cima de muros e portões, para identificar invasões. Assim, quando algo ou alguém passa na frente do sensor, ele identifica a presença.

Detecção de quebra de vidros

O sensor para detecção de quebra de vidros capta a vibração da quebra do vidro no local em que o equipamento estiver instalado. Normalmente, esses sensores são instalados em lojas com vitrines.

Botão de pânico

Esse é um valioso recurso que não pode faltar em um sistema de alarme para empresa. O botão de pânico deve ser acionado em caso de situações de risco, como roubo e coação. Seu acionamento é silencioso, ou seja, o alerta é enviado somente à central de monitoramento, não disparando o alerta da sirene — a fim de não causar agitação no local e diminuir riscos.

Chaveiro de 4 funções

Consiste em quatro teclas que garantem rápida programação de todo o sistema de segurança. Por meio dele, é possível:

– ativar e desativar o alarme;
– pedir ajuda para a central de monitoramento, em situações de roubo ou coação;
– Cancelar um disparo do alarme.

Normalmente, o disparo do alarme é cancelado quando há um disparo falso, como em situações em que alguém da equipe entra na empresa sem desativar o alarme, por exemplo.

Fonte: Meu Porto Seguro

Conheça agora os tipos de EPIs mais importantes e mais utilizados

O Equipamento de Proteção Individual (EPI) é todo objeto ou dispositivo que o trabalhador utiliza para se proteger e trazer maior segurança durante o exercício da sua profissão. Em outras palavras: essas ferramentas são essenciais para garantir a integridade física do profissional.

Ainda que a denominação seja a mesma, os EPIs podem variar de acordo com a área de atuação. Cada segmento exige um equipamento diferente, mas todos visam à proteção do trabalhador. A adoção das ferramentas é determinada por lei, e o descumprimento pode acarretar multas paras as empresas.

Neste artigo, apresentaremos os variados e mais importantes tipos de EPIs para ajudar a sua empresa a não errar na hora de equipar os profissionais. Acompanhe!

Setor: limpeza

Apesar de muitas pessoas associarem os EPIs unicamente com profissões que trabalham manuseando grandes máquinas, como a área de logística, a verdade é que setores como o de limpeza também possuem equipamentos indispensáveis.

Dependendo do ramo de atuação do trabalhador da limpeza, ele terá contato com produtos químicos e poeira ao extremo, e isso pode trazer problemas de pele, respiratórios etc. Por isso, é importante que ele use equipamentos próprios da sua função, como:

  • luvas;
  • máscaras;
  • botas.

Além disso, os profissionais da área de limpeza precisam trajar uniformes específicos, identificando a equipe da qual fazem parte.

Setor: construção civil

Esse é o setor no qual, constantemente, os profissionais lidam com máquinas e materiais pesados, fazendo com que seja imprescindível o uso de EPIs. Um desses itens básicos que notadamente percebemos quando passamos em um canteiro de obras é o capacete.

Mas, além do capacete, os profissionais da construção civil precisam se equipar com:

  • protetor auditivo com plug;
  • protetor auditivo tipo concha;
  • botina de segurança;
  • cinto de segurança tipo paraquedista;
  • luva de raspa;

Setor: jardinagem

Apesar de, no geral, a sua função seja de cuidar do jardim de flores, o profissional de jardinagem pode atuar em diferentes lugares, como em: praças públicas, casas particulares, jardim de clínicas, condomínios etc.

Por isso, assim como os trabalhadores da limpeza, o jardineiro pode ser exposto a resíduosquímicos indiretamente. Isso faz com que o seu EPI seja indispensável, independentemente do local de atuação. Entre os seus principais acessórios de proteção, estão:

  • calçado de segurança;
  • avental raspa;
  • luva de borracha;
  • óculos de proteção;
  • cinto de segurança.

Setor: serralheria

A área de soldagem é uma das que mais oferecem riscos ao trabalhador. Além da alta temperatura, o profissional também fica exposto a grandes quantidades de raios infravermelhos e raios ultravioletas — que são imperceptíveis a olho nu. O uso do EPI é a maneira mais inteligente de garantir que tudo ocorra sem nenhum problema.

Esses são os equipamentos de proteção no setor de serralheria:

  • abafador de ruído;
  • máscara de proteção;
  • manga de couro;
  • respirador com filtros;
  • óculos de proteção;
  • bota de couro;
  • avental de couro.

Você viu que, independentemente da área, o EPI precisa fazer parte da rotina do trabalhador. Com a informação ao alcance de todos, não há mais desculpas para que as empresas deixem de investir corretamente nos equipamentos de proteção dos seus profissionais.

Fonte: Seguridade.com.br

Siga 17 regras para evitar acidentes domésticos com crianças

Nada mais natural do que uma criança que mexe em tudo, afinal explorar o ambiente à sua volta faz parte do desenvolvimento. Para que isso não vire uma tragédia, porém, é preciso que pais e responsáveis saibam que muitos dos acidentes na infância ocorrem dentro de casa e poderiam ter sido evitados com medidas simples de segurança. Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, a maioria das quedas até os 9 anos de idade, por exemplo, se deu no lar doce lar.

Informações coletadas em unidades de urgência do Sistema Único de Saúde (SUS) de 37 cidades brasileiras mostraram que, dos 10.988 atendimentos a crianças nessa faixa etária, 5.540 (50,4%) foram provocados por quedas – sendo que a maioria, 3.838 (69%), dentro da casa das vítimas.

“É muito fácil prevenir, com hábitos que parecem óbvios e simples, mas que podem salvar vidas ou evitar que crianças vivam com sequelas de um acidente”, alerta a cirurgiã pediátrica Simone de Campos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e membro da ONG Criança Segura (www.criancasegura.org.br). Cabe, portanto, ao adulto, garantir um ambiente seguro à criança, que nunca deve ficar sozinha em casa ou ser cuidada por outras crianças.

“Os pequenos aprendem com o exemplo dos pais. São eles que precisam orientar os filhos sobre precauções com a segurança dentro e fora de casa”, afirma. Parecem bobos e sem importância, mas os cuidados precisam fazer parte do dia-a-dia de forma preventiva, como uma vacina. Confira as principais orientações:

1. Instale grades ou redes de proteção nas janelas, sacadas e mezaninos.
2. Não deixe cadeiras, camas e bancos perto de janelas, pois as crianças podem escalar e se debruçar. O mesmo vale para móveis baixos perto de estantes e armários altos.
3. Instale portões de segurança no topo e pé das escadas. Se a escada for aberta, opte por redes ao longo dela.
4. Cuidado com chão liso e tapetes. Não encere o piso e providencie antiderrapantes nos tapetes para evitar escorregões. Na maioria das quedas infantis atendidas nos postos do SUS, as crianças caíram do mesmo nível, ou seja, as quedas foram causadas por tropeções, pisadas em falso ou desequilíbrios.
5. Oriente seu filho a brincar em locais seguros. Escadas, sacadas e lajes não são espaços de lazer.
6. Crianças com menos de 6 anos não devem dormir em beliches. Se não houver outro local, instale grades de proteção nas laterais.
7. O uso de andadores não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, pois pode comprometer o desenvolvimento e causar sérias quedas.
8.Quando for trocar fralda, mantenha sempre uma mão segurando o bebê. Nunca deixe um bebê sozinho em mesas, cama e outros móveis, mesmo que seja por um instante.
9. Proteja as tomadas com protetores específicos ¿ baratos e facilmente encontrados em home centers, supermercados e lojas de produtos infantis. Além disso, oriente seu filho a não colocar o dedo na tomada, pois ele pode frequentar outros locais que não tenham a proteção. Cuidado: as queimaduras elétricas podem ser graves, expondo a criança ao risco de morte e seqüelas.
10. Não deixe o ferro de passar quente ao alcance da criança, mesmo que esteja desligado.
11. Os cabos das panelas devem ficar virados para dentro do fogão.
12. Use protetores nas portas para evitar que a criança prenda a mão ou dedos.
13. Para uma criança se afogar, bastam 2,5 cm de profundidade. Cuidado, portanto, com água em baldes e tanques, além de vasos sanitários e piscinas sem proteção adequada.
14. Teste a temperatura de alimentos líquidos e sólidos antes de oferecer à criança.
15. Antes do banho, teste a temperatura da água da banheira com a parte interna do cotovelo.
16. Nunca deixe remédios ao alcance das crianças, nem faça associação de medicamentos com balas e doces.
17. Não coloque produtos de limpeza em embalagens de alimentos e refrigerantes. A criança pode confundir e ingerir. Evite também deixá-los na parte de baixo de pias e armários.

Fonte: Terra.com

Glossário: o que significam os principais termos da área de seguros

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Na hora de assinar um contrato para fechar um seguro, é importante que o contratante esteja por dentro do significado dos termos usados. Esse conhecimento pode evitar muitas dúvidas e dores de cabeças posteriormente.

Pensando nisso, separamos, aqui neste post, os termos mais utilizados pelo mercado e o que significam. Confira!

Adesão: O ato ou efeito de aderir ao contrato de seguro; contrato de adesão.

Aditivo: É o termo utilizado para definir instrumento do contrato de seguro utilizado para alterar a apólice sem alterar a cobertura básica nela contida, ou o mesmo que endosso.

Agravação de risco: Termo utilizado para definir as circunstâncias que aumentam a intensidade ou probabilidade de tornar o risco mais grave do que originalmente se apresentava no momento da contratação do seguro.

Apólice: É o instrumento do contrato de seguro pelo qual o segurado repassa à seguradora a responsabilidade sobre os riscos estabelecidos.

Avaria: Nome empregado no Direito Comercial para designar os danos às mercadorias, em quaisquer circunstâncias.

Averbação: Documento comprobatório da efetivação do embarque das mercadorias objeto do seguro (Circular SUSEP 354/07).

Aviso de sinistro: Comunicação à seguradora da ocorrência do evento previsto na apólice.

Beneficiário: É a pessoa física ou jurídica a favor da qual é devida a indenização em caso de sinistro.

Benefício: Importância que o segurador deve pagar na liquidação do contrato, e que consiste em um capital ou uma renda, no seguro de vida

Bônus: Termo que define o desconto a ser concedido ao segurado na renovação de determinados tipos de seguro, por ter apresentado experiência satisfatória ao segurador durante o período de vigência do seguro.

Caducidade: É o término de um direito pelo seu não exercício em um intervalo de tempo ou pelo não cumprimento de obrigações estipuladas.

Capital segurado: A importância segurada no seguro de vida e de acidentes pessoais.

Carência: Período durante o qual a seguradora está isenta de pagamento dos riscos segurados.

Carteira: Conjunto de contratos de seguros, de um mesmo ramo ou ramos parecidos, emitidos pela seguradora.

Cobertura: Garantia de proteção contra o risco de determinado evento.

Depreciação: A redução do valor de um bem, móvel ou imóvel, depois de uma avaliação.

Dolo: É toda espécie de artifício ou engano promovido por uma pessoa, com a intenção de induzir outros à prática de um ato jurídico, em prejuízo deste e proveito próprio ou de outrem, ou seja, é um ato de má-fé.

Endosso: Documento expedido pelo segurador, durante a vigência do contrato, pelo qual este e o segurado acordam quanto à alteração de dados, modificam condições ou objetos da apólice, ou o transferem a outras pessoas.

Franquia: Valor inicial da importância segurada, pelo qual o segurado fica responsável como segurador de si mesmo.

Importância segurada: É o valor monetário atribuído ao patrimônio ou às consequências econômicas do risco sobre expectativa de prejuízos para o qual o segurado deseja a cobertura do seguro.

Indenização: É a contraprestação do segurador ou segurado, que, com a efetivação do risco, veja a sofrer prejuízos de natureza econômica.

Inspeção prévia: É toda inspeção de risco efetuada em local nunca segurado, por ser novo ou desconhecido pelo segurador em questão, ou seja, quando não houver nenhuma apólice relativa às coberturas desejadas.

Jurisprudência: Modo uniforme pelo qual os tribunais interpretam e aplicam determinadas leis.

Mutualismo: Esse é o princípio fundamental que constitui a base de toda operação de seguro. É pela sua aplicação que as empresas conseguem repartir os riscos tomados, diminuindo assim os prejuízos que a realização de tais riscos poderia lhes trazer.

Pecúlio: Tem o mesmo significado de capital segurado pagável por morte do segurado, sob a forma de capital fixo ou único, corrigível ou não.

Penalidade: Sanção prevista por lei, regulamento ou contrato para determinados casos.

PGBL: Plano Gerador de Benefício Livre

Prêmio: Soma em dinheiro paga pelo segurado ao segurador para que este assuma a responsabilidade de um determinado risco.

Pro Rata Temporis: É um método de calcular-se o prêmio de seguro com base nos dias de vigência do contrato quando este for realizado por período inferior a 1 ano e sempre que não cabível o cálculo do prêmio a Prazo Curto.

Responsabilidade: Termo empregado em diversas oportunidades, inclusive na própria regulamentação das operações de seguros, para designar a importância segurada ou ressegurada.

Resseguro: Operação pela qual o segurador, com o fito de diminuir sua responsabilidade na aceitação de um risco considerado excessivo ou perigoso, cede a outro segurador uma parte da responsabilidade e do prêmio recebido.

Segurado: Pessoa em relação a qual a seguradora assume a responsabilidade de determinados riscos.

Seguradora: Empresa autorizada pela SUSEP a funcionar no Brasil, e que, recebendo o prêmio, assume o risco e garante a indenização em caso de ocorrência de sinistro amparado pelo contrato de seguro.

VGBL: Vida Gerador de Benefício Livre – produto destinado a formação de poupança resgatável.

Esperamos que, com esse nosso glossário, a hora de fechar negócio seja muito mais tranquilo. Tem algum termo que não está aqui e que você quer saber o significado? Conta pra gente! 🙂

Veja 5 cuidados que você deve ter com casa de veraneio

Durante as férias escolares, imóveis na praia ou no interior ficam cheios de vida. Porém, dependendo do período que passam desocupados, podem adquirir um aspecto de abandono — sujeitando-se ao aparecimento de pragas, mofo e, pior ainda, à ação de vândalos e ladrões. Por isso, quem tem uma casa de veraneio precisa tomar alguns cuidados para mantê-la a salvo de problemas.

Neste post, conheça 5 dicas essenciais para proteger o refúgio da família entre as temporadas de descanso. Com elas, a tranquilidade das próximas férias é garantida!

1. Reforce a estrutura do imóvel e faça com que pareça de difícil acesso

Não basta trancar portas e janelas. Os dispositivos de fechamento têm de ser eficientes para desestimularem a ação de possíveis oportunistas — os quais, geralmente, optam por entrar em residências que requerem menos esforço.

Para proteger sua casa, faça com que se pareça de difícil acesso. Vale a pena instalar uma cerca tradicional (prefira a concertina dupla clipada em vez do arame farpado). Arbustos espinhosos também ajudam a completar a barreira.

Além disso, invista em boas fechaduras e, se possível, coloque grades de ferro nas portas de entrada (maciças, com guarnições reforçadas e dobradiças que impedem a remoção dos pinos) e janelas.

2. Cheque o funcionamento dos sistemas de segurança

Caso o imóvel tenha algum sistema de segurança, como alarmes monitorados, é preciso testá-lo antes de ir embora. Por isso, agende a manutenção preventiva dos equipamentos com a empresa que realiza o monitoramento do seu imóvel.

Ao mesmo tempo, para evitar que ventos fortes provoquem falsos disparos, mantenha as portas internas trancadas e as plantas podadas. No caso de árvores nas calçadas, solicite a poda para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

O funcionamento de lâmpadas com sensores de presença, dispostas em locais estratégicos, como nos muros e fachadas do imóvel, também precisa ser conferido.

3. Recolha objetos do quintal e evite a exposição das áreas internas

Mesmo que o mobiliário do jardim ou da área da piscina seja próprio para o uso ao ar livre, mantê-los protegidos de um temporal, por exemplo, ajuda a prolongar sua vida útil.

Também é importante guardar escadas e ferramentas em um local trancado, para que não facilitem tentativas de arrombamento. Peça para os vizinhos mais próximos tomarem o mesmo cuidado em seus quintais.

Por fim, evite que eletrodomésticos visados (televisores, micro-ondas, entre outros) possam ser vistos através das janelas, mantendo as cortinas fechadas.

4. Faça um seguro residencial específico para a casa de veraneio

Ainda que você tome todas as medidas de segurança sugeridas, inconvenientes acontecem. Para evitar surpresas desagradáveis e ter o merecido descanso quando retornar para as próximas férias, faça um seguro residencial para a casa de veraneio.

Além de ter um baixo custo e ampla proteção, a cobertura garante o ressarcimento, de acordo com a apólice contratada, para que possíveis danos (aparelhos queimados, vidros quebrados, furtos, entre outros) possam ser reparados o mais rápido possível.

Isso sem falar na conveniência dos serviços emergenciais 24h, como chaveiro, encanador e eletricista — essenciais na hora de resolver imprevistos.

5. Troque contatos com vizinhos e contrate um caseiro

Se algum vizinho residir permanentemente na região, é importante trocar contatos para que, caso ocorra algum problema, vocês possam se comunicar imediatamente.

Contratar um caseiro de confiança para cuidar da manutenção básica, como limpar a piscina e recolher folhas do quintal, também é importante. O colaborador pode ir ao imóvel uma ou duas vezes por semana, apenas para evitar o aspecto de abandono.

Com esses cuidados, a casa de veraneio pode ser deixada fechada por meses sem o risco de se deteriorar. Assim, antes de partir e voltar à rotina de trabalho, é importante tomar essas providências. Além de evitar prejuízos e dores de cabeça nas próximas férias, garantir que a manutenção do imóvel esteja em dia colabora para a valorização do patrimônio ao longo do tempo.

Fonte: Meu Porto Seguro