Principais motivos para um sinistro de automóvel não ser aceito

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Muitas pessoas optam por ter um seguro de carro, já que muitas são as eventualidades que podemos enfrentar. Mas, dependendo da situação, o seguro pode ser negado. Continue lendo a matéria de hoje e entenda melhor, a seguir, essa situação e o porquê dela acontecer.

Sendo qualquer seguro uma proteção contra possíveis eventualidades às quais estamos suscetíveis, a seguradora pode, porventura, considerar que determinado veículo corre tantos riscos que não vale a pena assegurá-lo. Independente do motivo, porém, precisa haver uma justificativa.

O processo começa com o envio das informações do carro, solicitando um seguro. A empresa seguradora tem, então, até 15 (quinze) dias úteis para retornar com uma negativa. Após esse período, de acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), ela não pode mais se recusar a assegurar o veículo.

Além das informações fornecidas pelo proprietário, o carro deve passar por uma vistoria, a fim de que a empresa analise suas condições. Durante os 15 dias do prazo, a seguradora pode solicitar documentos adicionais. Enquanto esses documentos não forem entregues, o prazo fica suspenso.

Dentre os motivos mais comuns para a recusa do seguro de um automóvel pelas seguradoras estão alguns como:

  • Veículos mal avaliados na vistoria;
  • Veículos com mais de 15 anos de uso;
  • Veículos que saíram de linha (sendo a reposição de peças mais difícil de ser feita);
  • Veículos com chassi remarcado (por terem sido roubados e/ou adulterados);
  • Veículos com irregularidades no emplacamento e/ou documentação;
  • Veículos importados e/ou de alto valor.

Não há normas para que as seguradoras neguem um seguro, mas essas costumam ser as razões mais frequentes. Além delas, também existem motivos relacionados ao proprietário do veículo e seu histórico, amplamente avaliados. Por exemplo:

  • Motoristas que tenham muitos históricos de sinistros;
  • Pessoas inadimplentes;
  • Motoristas com carteira de habilitação suspensa;
  • Motoristas com processos administrativos e/ou judiciais por dirigirem embriagados.

Ou seja, de forma geral, são levados em conta elementos do próprio veículo e do condutor, a fim de ser avaliado, pela seguradora, o risco adquirido, que definirá, então, se o veículo vale ou não ser assegurado. Esperamos que tenhamos conseguido te ajudar, esclarecendo essa questão!

 

Fatores que podem facilitar a criminalidade nos condomínios

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Como a preocupação com a violência é constante nos lares brasileiros, resolvemos tentar ajudar você, seus vizinhos e seu prédio, falando, hoje, de fatores que podem facilitar a criminalidade nos condomínios, para que, evitando-os, a segurança seja mantida. Confira!

Infelizmente, em nosso país, a violência é um problema bastante comum, especialmente nos grandes centros urbanos. Dessa maneira, todos devemos nos proteger como podemos – e dentro do condomínio não poderia ser diferente. Veja, a seguir, atitudes que precisam ser evitadas!

  • Inexistência de normas de segurança

Todo condomínio (aliás, todo local) precisa de normas de segurança claras para se manter protegido. Essas regras precisam constar na Convenção e/ou no Regimento Interno. Caso não existam, deve ser feita uma assembleia, para que os condôminos debatam o assunto e, em conjunto, decidam (através da maioria) as normas que precisam ser acrescentadas aos documentos oficiais – junto às penalidades de seu descumprimento.

Dessa forma, a entrada e movimentação de todos pelo prédio, incluindo moradores, funcionários, visitantes, prestadores de serviços etc. deve seguir processos preestabelecidos, garantindo a segurança e evitando problemas e furos na segurança. De qualquer forma, é necessário ficar atento a qualquer movimentação suspeita, observando, também, se os condôminos e funcionários estão seguindo corretamente as normas estipuladas.

  • Seleção inadequada de funcionários

Selecionar equivocadamente os funcionários domésticos é um grande erro e que pode facilitar bastante a criminalidade nos condomínios residenciais. Esses profissionais têm uma importância enorme sobre quem entra e sai de cada unidade, além de possuírem informações valiosas sobre as rotinas, bens e hábitos dos condôminos.

Por isso, antes de contratar alguém, é preciso fazer uma pesquisa aprofundada sobre os candidatos, verificando criteriosamente as fontes de referência, por exemplo. O mesmo também vale para os colaboradores do prédio (como porteiros, zeladores e seguranças) e prestadores de serviços terceirizados.

  • Falta de orientação adequada

Após contratar bons funcionários, tanto para as unidades, como para o edifício, em si, é necessário oferecê-los orientações adequadas, e, por vezes, dependendo da função que desempenham e da sua experiência (ou falta dela), treinamentos específicos.

No prédio, o síndico deve conversar com todos os profissionais, instruindo cuidadosamente principalmente aqueles que tenham participação no controle de acesso de moradores, visitantes e entregadores. Cursos, palestras e seminários são sempre interessantes, independente do cargo.

  • Pouco investimento em tecnologia

Um problema seriíssimo e bastante frequente, infelizmente, é a falta de investimento (ou o pouco investimento) em tecnologia. Os recursos tecnológicos, cada vez mais avançados, são de grande valia para qualquer condomínio, afastando problemas e mal intencionados.

As opções de investimento são muitas e de valores variados, desde a iluminação, até sistemas de comunicação e monitoramento, mas esse é um assunto que precisa ser discutido, urgentemente, com os outros moradores, propondo opções para melhorar a segurança do edifício.

E então, o que você achou desses tópicos que abordamos nessa matéria?! Como anda a segurança no seu condomínio? Compartilhe esse post com seus vizinhos e síndico, aproveitando para conversar sobre esse assunto tão importante para todos! #FicaADica

 

A importância da Inspeção Predial

Resolvemos falar, na matéria de hoje, sobre a importância dos diversos aspectos relativos à Inspeção Predial que, infelizmente, não são, às vezes, tão valorizados quanto deveriam. Continue lendo, a seguir, e entenda o porquê, afinal, de ela ser essencial para qualquer condomínio.

É de extrema relevância zelar pelo correto funcionamento do condomínio durante o decorrer de todo o ano, dividindo as tarefas que precisam ser feitas, de acordo com a melhor época para cada execução. Mesmo não sendo tão difundida no Brasil, a Inspeção Predial é algo necessário a qualquer edifício.

As construções, com o passar do tempo, tendem a se deteriorar, o que é normal. Independente do tipo e porte do imóvel, realizar a Inspeção Predial, além de, em muitos lugares, ser exigida por lei, é uma atitude que garantirá que tudo aconteça como deve, através da prevenção.

De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), um prédio com até 15 anos de existência tem que fazer uma inspeção, com um engenheiro especializado, a cada três anos. Para edificações de 15 a 30 anos, a inspeção precisa ser feita a cada dois anos. Já para os com mais de 30 anos, deve ser feita anualmente.

Devem ser observados, na inspeção, aspectos da construção relacionados à infiltração, corrosão, defeitos de impermeabilização, entre outros. Precisam ser procurados quaisquer defeitos nas áreas do condomínio, evitando problemas e complicações futuras mais graves.

Por tudo isso, é tão importante que as inspeções sejam feitas periodicamente e por profissionais qualificados e de confiança. Além disso, síndicos e zeladores do prédio também precisam, uma vez a cada dois meses, por exemplo, “dar uma geral”, verificando se tudo está transcorrendo normalmente no edifício.

Entre os principais aspectos e áreas que merecem maior atenção em inspeções anuais, estão:

  • Elevadores;
  • Equipamentos contra incêndios;
  • Equipamentos de segurança;
  • Instalações elétricas, hidráulicas e de gás;
  • Vazamentos nas áreas comuns;
  • Piscinas saunas e playgrounds;
  • Jardins;
  • Fachadas;
  • Terraço.

Também deve ser verificada, na parte burocrática, toda a documentação referente à comprovação da realização de serviços obrigatórios e certificações técnicas do condomínio. Então, procure um engenheiro, arquiteto, ou empresa legalmente habilitada, para que o serviço completo seja realizado.

Dessa forma, você garante a segurança dos moradores e funcionários do seu condomínio, além de ficar legalmente respaldado quanto às suas obrigações para com ele. Se você não é síndico, fale sobre esse assunto com o do seu prédio, e compartilhe com seus vizinhos esse post realmente relevante.

Fim de ano com segurança

O fim do ano chegou, trazendo consigo várias preocupações: férias, 13º salários, impostos, decoração de Natal e, claro, a segurança do condomínio, que deve ganhar atenção especial nessa época.

Os ladrões sabem que esse é um momento propício para ações em condomínios, devido, principalmente, ao maior fluxo de moradores entrando e saindo, maior número de visitantes e, também, de entregas. Funcionários, condôminos, síndicos e administradoras devem estar atentos, pois todo cuidado é pouco para evitar roubos e furtos!

Mas manter o seu condomínio seguro pode ser mais simples do que parece: além de um sistema de segurança eficiente, a colaboração e o respeito às regras são essenciais. Todos devem estar cientes e bem informados sobre os devidos cuidados. De nada adianta todo um planejamento sofisticado de segurança se os frequentadores do prédio não colaborarem. Por isso, medidas simples e preventivas são necessárias. Confira nossa listinha:

Para os síndicos:

  • Crie um clima de colaboração entre os condôminos, incentivando encontros e divulgando materiais de segurança;
  • As regras gerais de funcionamento do condomínio devem ser claras e sempre lembradas em comunicados e assembleias;
  • O sistema de segurança deve ser verificado e ter sua manutenção feita constantemente;
  • As regras para os funcionários, principalmente da portaria, devem ser explicadas e o seu entendimento deve ser verificado.

Para os condôminos:

  • Nos momentos de entrada e saída, procure observar o completo fechamento do portão antes de se afastar, para impedir entradas inesperadas, especialmente quando a porta ou o portão ficar fora das vistas da guarita;
  • Colabore com a administração do condomínio seguindo as normas e relatando prontamente qualquer irregularidade de constatar;
  • Ao fazer uma festa ou reunião, deixe uma lista com os nomes dos convidados na portaria;
  • Em vez de autorizar que o entregador vá até a sua porta, que tal buscar a sua entrega na portaria?
  • E não esqueça: a sua casa ou apartamento deve ter segurança própria, independente do condomínio. Verifique sempre o trancamento de portas e janelas, e, se for o caso, procure um bom sistema de alarme.

Com medidas simples, como estas, as festas de fim de ano serão mais tranquilas para todos. Curtiu? Deixa a sua opinião aqui nos comentários! 😉

A importância do monitoramento em condomínios

Monitorar o condomínio, garantindo sua segurança, sempre foi importante, não é verdade?! Porém, nos dias de hoje, com o aumento da violência, torna-se essencial tomar certas medidas, aumentando a tranquilidade dos moradores, com o auxílio, principalmente, da tecnologia. Confira!

O mercado de segurança eletrônica tem crescido muito, principalmente pelas razões mencionadas anteriormente. As pessoas, em geral, têm utilizado, cada vez mais, a tecnologia, e não seria diferente nos condomínios, principalmente a intenção sendo aumentar a segurança.

Dentre as opções mais populares e efetivas do monitoramento de condomínios, estão:

  • Câmeras de vigilância

As câmeras, que ficaram mais inteligentes e tecnológicas, podem ser espalhadas por todos os lugares do prédio, adequando-se a diferentes situações. É possível que elas filmem os ambientes 24 horas por dia, sendo monitoradas por pessoas/centrais, além de poderem ser automáticas, avisando ao proprietário, por exemplo, sobre algum movimento estranho que fora detectado. Os moradores também podem acompanhar as câmeras, com os sistemas atuais, em tempo real, através da internet.

  • Portarias eletrônicas

Cada vez mais utilizadas nos condomínios, as portarias eletrônicas automatizam todo o processo de entrada e saída de pessoas, encomendas e veículos. Ao invés de uma pessoa ficar responsável pela verificação visual da portaria (no caso, o porteiro), a tecnologia faz esse papel, tornando o serviço muito mais seguro, diminuindo as possibilidades de erros e situações de risco.

  • Biometria

Considerada uma das formas mais tranquilas e seguras de identificação, apesar de demandar certo investimento (produtos mais baratos podem apresentar problemas com a leitura das digitais), ela utiliza informações físicas da pessoa para garantir seu acesso ao prédio.

Na realidade, um sistema de segurança contempla diversos produtos e processos diferentes, e não apenas uma das alternativas mencionadas anteriormente (ou qualquer outra), sendo um conjunto que fará com que tudo funcione, efetivamente, com maior segurança.

De qualquer forma, é sempre importante, nesses casos, consultar um profissional de confiança ou uma empresa bem recomendada, para que seja feito um mapeamento da situação atual do condomínio e do que pode ser feito nele, lembrando-se de, sempre, optar por produtos e serviços de qualidade.

Esperamos que, com as informações que trouxemos, tenhamos esclarecido a importância de fazer um monitoramento efetivo no seu condomínio, garantindo a segurança de todos os moradores, funcionários e seus pertences. Qualquer dúvida, fale com a gente, que tentaremos ajudar!

O que você precisa saber sobre Danos Elétricos

Os danos elétricos são a fonte das principais ocorrências de sinistros nos condomínios brasileiros. Esses problemas são perigosos, pois, além de danos materiais, podem gerar sérios problemas aos moradores e frequentadores dos edifícios. Por isso, resolvemos abordar esse tema no post de hoje. Confira!

Muitos dos acidentes relacionados aos danos elétricos acontecem porque o brasileiro, de forma geral, não tem o hábito de fazer a manutenção periódica e preventiva do sistema elétrico. As pessoas acabam esquecendo que o sistema elétrico tem prazo de validade, podendo provocar incêndios com a falta de manutenção.

Independente do tipo e tamanho do local em questão, é importante que uma avaliação anual seja feita, verificando fiações (principalmente as antigas), tanto dos fios rígidos, como dos mais maleáveis – além de vários outros elementos que compõem o sistema. Dessa forma, são evitados muitos acidentes.

Um dos erros mais frequentes é o uso incorreto das tomadas, quando se utilizam vários aparelhos numa mesma tomada elétrica, o que pode gerar a sobrecarga de energia, causando incidentes, que podem ser graves. Ou seja, uma simples atitude pode ser muito perigosa, e muitas pessoas não têm noção disso.

Portanto, o síndico precisa manter as instalações elétricas em dia, e deve utilizar mecanismos de segurança que evitem certos danos elétricos, protegendo os moradores e funcionários. E, nesse contexto, a manutenção periódica se destaca, devendo ser feita com profissionais adequados.

Além disso, é importante observar as questões legais relacionadas ao assunto, cumprindo todas, evitando que o condomínio seja multado, ou, muito pior, que algum acidente grave aconteça. É necessário que as construções tenham um projeto elétrico, além do fio terra.

E algo que também é muito importante é realizar reuniões, tanto com moradores, como com os funcionários do condomínio, a fim de esclarecer alguns aspectos relacionados a esse assunto, promovendo a prevenção de acidentes, com palestras e/ou cursos, que podem ser realizados no próprio condomínio.

E então, o que você achou das informações que trouxemos na matéria de hoje? Esperamos que tenha gostado e que tenham servido para enaltecer a importância da manutenção preventiva que deve ser feita, periodicamente, nos sistemas elétricos. Qualquer dúvida, nos pergunte!

Como deixar a casa mais segura?

A segurança é uma preocupação constante entre muitos brasileiros, principalmente porque os níveis de violência têm aumentado, tornando-se ainda mais preocupantes. Por isso, resolvemos tentar te ajudar de alguma forma, trazendo, no post de hoje, dicas de como deixar sua casa mais segura. Confira a seguir!

  • Caso você vá fazer uma viagem, deixando o imóvel sozinho, peça para amigos ou familiares de confiança passarem na sua casa com certa frequência, regando as plantas existentes e movimentando o local;
  • Em contrapartida, não comente com estranhos sobre qualquer período de ausência, evitando “curiosos”. Se possível, desligue a campainha do imóvel, evitando um truque em que as pessoas tocam apenas para testar se há pessoas na casa ou se ela está vulnerável.
  • Em qualquer circunstância, não deixe muito dinheiro e joias e objetos de valor em casa. Utilize os cofres dos bancos, por exemplo.
  • Caso você tenha um jardim, mantenha-o sempre limpo e organizado, evitando a sensação de abandono, que pode atrair bandidos.
  • Utilize câmeras na frente da casa e nas áreas de entrada dela, assegurando-se e inibindo mal intencionados.
  • Além disso, a iluminação também é um fator muito importante. Utilizando spots com LED, que gastam bem pouca energia, deixando algumas áreas acesas durante toda a noite.

E então, o que você achou de nossas sugestões? Já seguia alguma (s) dessas medidas?! Tem outras dicas?! Se sim, divida-as com a gente e, dessa forma, nos ajude a transformar outros lares em locais seguros e mais protegidos de ações de bandidos.

A importância do treinamento de funcionários

Na matéria de hoje, resolvemos abordar um assunto muito importante para qualquer empresa, porém, infelizmente, não tão valorizado por todas: o treinamento e a capacitação dos funcionários.  Continue lendo e confira dicas sobre a qualificação das pessoas que participam de uma transação imobiliária!

Antes de tudo, é importante frisar que isso não acontece de uma hora para a outra e que a preparação deve ser constante, sempre mantida e incentivada, de forma a valorizar o profissional, além de impulsioná-lo a dar o melhor de si, exercendo suas tarefas de forma eficiente.

Dentre os assuntos essenciais a serem abordados com os profissionais da empresa, tanto em reuniões (presenciais ou online), palestras, eventos ou treinamentos específicos, estão, por exemplo:

  • Tendências do mercado;
  • Inovações disponíveis;
  • Produtos/serviços da empresa;
  • Produtos/serviços das parceiras da empresa;
  • Formas de pagamento.

Dessa maneira, o profissional estará mais preparado e consciente de como pode ajudar ao máximo seus clientes, atendendo-os da melhor forma, além de facilitar as negociações entre os locadores e locatários de imóveis e também com os intermediários das transações.

Outra sugestão muito relevante é de que os diretores e gerentes (e outros cargos de comando) incentivem os funcionários a serem altruístas e a receberem as solicitações e problemas dos clientes de forma aberta e prontos a solucionarem essas questões, estando disponíveis e preparados para tal.

De forma simplificada, os funcionários precisam ser sempre:

  • Atentos;
  • Ágeis;
  • Cordiais;
  • Pacientes;
  • Responsáveis.

O treinamento é, portanto, uma importante ferramenta para incentivar os funcionários de uma empresa a apresentarem suas melhores versões, além de sanar suas dúvidas e deixá-los mais preparados para o atendimento aos clientes e colaboradores da companhia.

Por isso, é tão importante que seja feito esporadicamente, tratando não só dos pontos mencionados anteriormente, como também de atualizações que, porventura, sejam feitas – na legislação, nos produtos/serviços etc. Pense melhor sobre essa importante forma de valorizar seus funcionários e melhorar os serviços de sua empresa!

 

5 dicas para a vistoria de um imóvel para alugar

Quando se pretende alugar um imóvel, é preciso tomar alguns cuidados antes de colocá-lo a disposição. Uma das principais medidas é a vistoria, que deve ser feita para atestar as condições do imóvel em questão. Confira, no post de hoje, cinco dicas para a vistoria de um imóvel para alugar.

É importante lembrar que a vistoria deve fazer parte do contrato de locação, explicitando os detalhes importantes do imóvel que será alugado, incluindo defeitos e estado de conservação das coisas. Esse documento servirá como um laudo, sendo comparado, posteriormente, com a vistoria realizada após o fim do contrato.

Confira os principais itens a serem avaliados na hora de vistoria locatícia, a seguir:

Medidas do imóvel

É importante verificar, com precisão, as medidas fornecidas, checando cada cômodo, além de paredes, pisos, contrapisos e rodapés.

Infraestrutura

  • Parte elétrica: avalie as condições das tomadas e da fiação da residência;
  • Parte hidráulica: procure possíveis vazamentos, analisando bem a pintura do imóvel, verificando se há pontos de umidade. As válvulas dos sanitários também precisam ser verificadas, além de todas as torneiras e chuveiros.
  • Pisos e forros: verifique se a estrutura do forro está visivelmente normal, sem rachaduras ou furos. No piso, observe se não há ladrilhos soltos, buracos ou imperfeições graves.
  • Pintura e revestimentos: ateste se o imóvel foi pintado recentemente e se a pintura ainda está em boas condições. Em relação aos revestimentos, veja se não há azulejos faltando, rachaduras ou falta de rejunte entre eles.
  • Portas e janelas: veja se estão rangendo, verifique os trilhos, as fechaduras, a fixação dos parafusos, regulagem dos fechos, funcionamentos de roldanas e outros elementos de vedação.

Móveis e objetos

A vistoria deve abranger os armários, estantes, gabinetes, louças, eletrodomésticos e outros utensílios do imóvel, atestando o funcionamento e estado de conservação de cada item presente – incluindo as marcas dos itens no documento.

Detalhes

O laudo da vistoria deve documentar cada detalhe analisado, incluindo fotos. Cada mancha, rachadura, buraco ou diferença de padrão que for encontrada nos móveis, pisos, paredes, portas etc. devem ser relatados, em conjunto com as fotos.

Efeitos da natureza

Alguns estragos causados pela natureza (como o mofo e a umidade, que podem atingir a infraestrutura e os móveis) também devem ser levados em conta, sendo de responsabilidade do proprietário.

A vistoria ajuda a garantir que ambas as partes tenham seus direitos assegurados, com o inquilino recebendo um imóvel em boas condições, e devolvendo-o, da mesma maneira que o recebeu, ao proprietário. Tudo isso ajuda na melhor relação entre as partes e num contrato mais amigável.

Esperamos que, com as informações que trouxemos na matéria de hoje, tenha ficado mais fácil e precisa a realização da vistoria do imóvel antes de colocá-lo para alugar, evitando quaisquer problemas futuros entre o proprietário, o inquilino e o próprio corretor.

Diferenças entre fiador, seguro-fiança e garantia de aluguel

Uma das principais dúvidas que alguém envolvido no processo de locação de imóveis passa é em relação à diferença existente entre o fiador, o seguro-fiança e a garantia de aluguel. Para explicar como cada um funciona, resolvemos trazer esse tema para o post de hoje. Confira!

Os três são as principais maneiras de proteção do proprietário do imóvel até o final do contrato, com relação ao pagamento da taxa de aluguel. Dessa forma, precisa-se saber qual delas se adequa melhor ao perfil do inquilino. Falaremos melhor sobre esses diferentes modos, a seguir.

  • Fiador

Ele é, basicamente, uma terceira pessoa que deve constar do contrato de Locação, não sendo nem o locador, nem o locatário. Ele se responsabiliza solidariamente pelo cumprimento das obrigações assumidas no Contrato de Locação, devendo efetuar os pagamentos, caso o inquilino se torne inadimplente, relativos ao aluguel e despesas inerentes ao imóvel, tais como IPTU, Condomínio e demais, multas contratuais e legais, danos ao imóvel, pintura e despesas relativas ao processo de cobrança e despejo, quando for o caso.

Se faz necessário que os fiadores precisem ter, em seu nome, um imóvel de valor semelhante ou superior ao imóvel do contrato em questão, assegurando ainda mais o locador. Ele, provavelmente, também precisará comprovar a renda, o que acaba burocratizando mais o processo – mas deixa o proprietário mais seguro e resguardado.

  • Caução e Título de Capitalização com Garantia de Aluguel

A caução, trata-se de um valor depositado em poupança conjunta entre LOCADOR e LOCATÁRIO pelo inquilino, com relação ao tempo de duração do contrato. Esse valor pode variar, porém, legalmente, não poderá ultrapassar três vezes o valor do Aluguel mensal, conforme previsão legal. (Lei 8245/91 Artigo 37)

Já no caso do Título de Capitalização, o aporte a ser caucionado ao Contrato de Locação é livre, ou seja, além da soma do aluguel, pode ser incluído, condomínio e IPTU, o valor é acordado entre as partes, sem limites impostos para o múltiplo dos valores, que será mensurado com base no RISCO DO CLIENTE.

Para quem possui um dinheiro guardado, é uma EXCELENTE opção, tendo em vista não haver perda pecuniária para o LOCATÁRIO e melhorar a garantia de aluguel para o LOCADOR com a possibilidade do aumento do aporte.

Caso o inquilino acabe se tornando inadimplente, por não honrar com suas obrigações contratuais, o proprietário poderá sacar os valores da garantia para cobrir suas despesas. Se, em contrapartida, não houver qualquer incidente durante a validade do contrato, o locatário recebe de volta o montante dado como garantia, corrigido pela TR.

  • Seguro-fiança

Trata-se aqui, de um Prêmio de seguro a ser pago à vista ou no curso do Contrato de Locação, com uma diversidade de Cias Seguradoras disponíveis e com opções diversas de pagamento,  o que, no caso de sinistro (não pagamento de aluguel e despesas), a empresa (seguradora) repassará ao proprietário os valores que foram acordados na contratação do seguro com período de indenização médio de 30 vezes a verba (custo) mensal da locação, mais assessoria jurídica para negociação amigável, chamada de ‘regulação de sinistro’ e consequente cobrança e despejo. Ainda poderão ser acrescidas às coberturas, danos ao imóvel, multa por rescisão contratual e pintura. Esse seguro fará parte integrante das cláusulas do contrato de aluguel, e costuma-se ser negociado diretamente entre inquilino e Administradora com o suporte do Corretor de Seguros parceiro da mesma.

Acaba sendo uma opção para o locatário, que deverá arcar com os pagamentos do seguro, para garantir ao locador o recebimento mensal de seu aluguel garantido por uma Cia Seguradora. Torna-se, ainda, a única opção viável para quem não tem nenhum fiador ou dinheiro em caixa para dar como garantia do aluguel. Ou seja, o Seguro-Fiança representa a MELHOR garantia para o proprietário e maior praticidade para o inquilino!

E então, o que você achou das informações que trouxemos?! Esperamos que tenha ficado bem mais fácil entender as diferenças entre essas três formas de garantir, ao proprietário, que o valor do aluguel será pago, facilitando as negociações e o fechamento do contrato.