5 dicas de segurança para os condomínios em época de fim de ano

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Fim de ano é sempre uma época especial, de celebrar entre amigos e família e, é claro, viajar para descansar. Nessa época, é importante que os condomínios dobrem a segurança, pois podem virar alvo de invasores. Por causa da maior movimentação de moradores, convidados, entregadores e visitantes, algumas medidas devem ser tomadas, para não colocar a segurança de todos em risco.

  • Quem planeja viajar e deixar a casa sozinha deve tomar certos cuidados, que vão desde os mais básicos, como certificar-se que todas as portas e janelas estão fechadas e travadas, quanto fechar os registros e água e gás, para evitar acidentes ainda maiores.
  • Especialistas recomendam que os moradores que forem viajar, deixem uma cópia da chave e o telefone de contato com algum parente ou amigo próximo de confiança. Além disso, é interessante alertar a um vizinho sobre a ausência, para que ele possa ficar atento a qualquer movimentação estranha.
  • Evite fornecer muitos detalhes sobre viagens, como data de ida e volta, a vizinhos e funcionários dos condomínios. Suspender a entrega de jornais, revistas ou encomendas também é uma boa medida de segurança, pois o acúmulo destas correspondências poderia delatar uma residência vazia.
  • Os síndicos têm um importante papel na segurança do prédio. Eles devem conscientizar os moradores sobre as situações de risco, além de instruir os funcionários sobre como agir em situações de emergência.
  • Para os moradores que vão ficar em casa neste fim de ano, a dica é que se preste mais atenção à garagem, por ser um dos pontos mais vulneráveis do condomínio. Ao chegar de carro, observe bem o ambiente ao seu redor, e, ao perceber alguma movimentação estranha, não pare para entrar na garagem.

Esperamos que, com nossas dicas, seu fim de ano seja ainda mais tranquilo e seguro. Seu condomínio adotou mais alguma medida de segurança? Conta pra gente aqui nos comentários!

Como proteger a sua casa de incidentes?

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Além das pessoas que amamos, normalmente, nossos bens mais preciosos ficam em casa. Por isso, é importante garantir a segurança de nosso lar. Atualmente, isso pode ser resolvido com equipamentos e ferramentas de segurança, que podem ajudar a ter um controle maior sobre a residência. Confira os principais!

  1. Câmeras de segurança: elas são ótimas opções para quem quer proteger seu patrimônio, já que monitoram e gravam imagens de vários pontos estratégicos ao mesmo tempo. Assim, as pessoas que estão circulando por esses ambientes estão sendo vigiadas, o que pode ajudar a inibir atos criminosos.
    E o melhor: em alguns sistemas, é permitido o acesso à distância, via internet, no computador ou em app de celular. Com isso, o conforto e a praticidade são aliados à segurança.
  2. Cerca elétrica: é outro dispositivo bastante utilizado, principalmente em casas e ao redor de condomínios. Ela tem a função de repelir possíveis invasores com um choque não letal, mas que gera um incômodo que tende a fazer com que o invasor vá embora. A cerca elétrica dispara quando um fio é rompido ou aterrado.
  3. Alarmes: em determinados horários, os alarmes monitoram a movimentação no ambiente, emitindo sinais de emergência silenciosos. Assim, ele avisa ao dono sobre alguma ação suspeita no imóvel onde está instalado.
  4. Sistema de detecção de incêndios: estes sistemas garantem que incêndios sejam percebidos rapidamente, evitando que ele se alastre e facilitando que a casa seja evacuada. Eles podem ser químicos, ópticos, por aspiração, entre outros, e, no geral, funcionam a partir da identificação de fumaça ou altas temperaturas.
  5. Seguro Residencial: para resguardar possíveis prejuízos causados por roubos, furtos, incêndios, desmoronamentos e muitos outros motivos, a contratação de um seguro residencial é muito indicada. Na hora de contratá-lo, fatores como o índice de assaltos na região, a incidência de chuvas, possibilidade de desmoronamentos (e outros) devem ser levados em consideração.

Você já conhece as nossas opções de Seguros Residenciais? Acesse a área no site e confira qual é o melhor para você: https://www.o2seguros.com.br/seguros/

8 dicas de segurança para você comprar pela internet

A internet mudou a forma como as pessoas se comunicam no dia a dia e fez com que novos hábitos de consumo surgissem. As lojas virtuais já são uma realidade lucrativa há muitos anos. Por isso, toda a atenção na hora de comprar pela internet é bem-vinda.

Para aproveitar toda a comodidade que as compras pela web podem oferecer, conheça algumas dicas de segurança online.

1. Compre apenas usando equipamentos de confiança

A regra número um das compras online é usar um equipamento de confiança. Não compre a partir de computadores públicos. Certifique-se de que a sua máquina está com o antivírus atualizado e evite armazenar seus dados (incluindo e-mail e número do cartão de crédito) no computador e no e-commerce.

Para os celulares, valem as mesmas regras e ainda um cuidado a mais com a rede sem fio a que estiver conectado: prefira fazer a operação em redes conhecidas e protegidas com senha.

2. Prefira comprar em lojas conhecidas

Muitas vezes, uma nova loja surge no mercado e traz diversas promoções e descontos. As vantagens podem parecer quase irresistíveis, mas é importante saber a procedência dos produtos e se a loja vai realmente entregá-los.

Procure comprar apenas em lojas conhecidas, indicadas por amigos, parentes, ou através do clube de benefícios ou parceiros do emissor do seu cartão de crédito.

3. Pesquise a reputação da loja

É importante saber que muitas lojas conhecidas e de qualidade passam por dificuldades. Isso é normal em qualquer tipo de comércio, e é fácil encontrar, na própria internet, se há problemas de vendas ou com compradores no período.

Busque informações sobre a idoneidade e analise a reputação da loja nos órgãos de defesa do consumidor (como o Procon) e sites de avaliação de compras e relacionamento com o cliente (como o ReclameAqui, por exemplo).

4. Verifique se o site disponibiliza informações sobre a empresa

Certifique-se de que há telefone para contato, endereço, razão social e CNPJ disponíveis em alguma seção do site da empresa.

Você poderá, inclusive, telefonar ou mandar um e-mail para o serviço de atendimento ao consumidor da loja a fim de conferir sua existência.

5. Leia a política de compra e privacidade da empresa

Antes de comprar o produto que você deseja, entenda como a empresa faz seus envios, trocas, devolução de mercadorias e prazos de entrega. Tais informações devem ser obrigatoriamente fornecidas pela loja.

6. Escolha sites que tenham plataformas de pagamento seguras

A maioria das lojas online aceita pagamentos por via de boletos bancários ou depósitos em conta, mas você poderá ficar mais seguro se fazê-los por meio de um cartão de crédito ou plataformas intermediárias seguras. Isso porque esses sistemas financeiros já fazem uma verificação da loja antes de liberar o pagamento, e será menos complicado recuperar seu dinheiro em caso de fraude.

7. Desconfie de ofertas muito abaixo da média

Se a oferta anunciada for boa demais para ser verdade, desconfie. Descontos muito generosos podem, na verdade, camuflar alguns problemas com os produtos. Além dos problemas de qualidade e fraude, você poderá ter problemas sérios de garantia e para trocá-los.

8. Registre os passos de sua compra

Mesmo que o pedido fique registrado internamente no site, guarde os e-mails de confirmação de compra e outras informações sobre o processo. Você pode, também, imprimir os passos de sua compra, caso não existam outros registros.

Fonte: Meu Porto Seguro

Saiba mais sobre a O2 Digital

A cada dia que passa, o mundo muda mais, e a tecnologia está mais presente em nosso dia a dia. Por exemplo: não é mais necessário ir ao banco para pagar um boleto, e para pedir um lanche, é só abrir um aplicativo. Tudo isso é possível graças aos smartphones e às inovações tecnológicas.

Neste contexto, sentimos a necessidade de oferecer essa facilidade a nossos clientes, e criamos a nossa nova plataforma: a O2 Digital. Neste sistema, as administradoras encontram soluções como vistoria locatícia, análise cadastral, crédito e, é claro, os seguros necessários para o bem-estar do seu condomínio, entre outras. A plataforma é completa, e, nela, a administradora terá uma máquina de vendas, podendo fechar negócios, tirar dúvidas sobre algum produto ou serviço e ter acesso a todos os resultados obtidos através da mesma.

A O2 Digital ainda tem mais um diferencial: seu uso não é cobrado. Pelo contrário, a O2 paga seus usuários, através do comissionamento e da remuneração compartilhada. Além disso, não podemos esquecer de citar as campanhas de cross-selling do Contratou-Ganhou, onde os clientes, ao contratarem um serviço, ganham outro totalmente de graça, de acordo com o contrato.

Com esta plataforma inovadora, buscamos gerar um valor perceptível para as administradoras e imobiliárias, para que possam oferecer os melhores serviços a seus clientes finais. Tudo isso para que possam ter um processo de conversão de locação e de seguros condominiais mais efetivo, veloz e transparente.

Para mais informações, assista o vídeo onde Luiz Filipe Rezende, diretor comercial do Grupo O2, fala mais sobre a O2 Digital: https://youtu.be/43jSD5NpB_E

 

Glossário: o que significam os principais termos da área de seguros

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Na hora de assinar um contrato para fechar um seguro, é importante que o contratante esteja por dentro do significado dos termos usados. Esse conhecimento pode evitar muitas dúvidas e dores de cabeças posteriormente.

Pensando nisso, separamos, aqui neste post, os termos mais utilizados pelo mercado e o que significam. Confira!

Adesão: O ato ou efeito de aderir ao contrato de seguro; contrato de adesão.

Aditivo: É o termo utilizado para definir instrumento do contrato de seguro utilizado para alterar a apólice sem alterar a cobertura básica nela contida, ou o mesmo que endosso.

Agravação de risco: Termo utilizado para definir as circunstâncias que aumentam a intensidade ou probabilidade de tornar o risco mais grave do que originalmente se apresentava no momento da contratação do seguro.

Apólice: É o instrumento do contrato de seguro pelo qual o segurado repassa à seguradora a responsabilidade sobre os riscos estabelecidos.

Avaria: Nome empregado no Direito Comercial para designar os danos às mercadorias, em quaisquer circunstâncias.

Averbação: Documento comprobatório da efetivação do embarque das mercadorias objeto do seguro (Circular SUSEP 354/07).

Aviso de sinistro: Comunicação à seguradora da ocorrência do evento previsto na apólice.

Beneficiário: É a pessoa física ou jurídica a favor da qual é devida a indenização em caso de sinistro.

Benefício: Importância que o segurador deve pagar na liquidação do contrato, e que consiste em um capital ou uma renda, no seguro de vida

Bônus: Termo que define o desconto a ser concedido ao segurado na renovação de determinados tipos de seguro, por ter apresentado experiência satisfatória ao segurador durante o período de vigência do seguro.

Caducidade: É o término de um direito pelo seu não exercício em um intervalo de tempo ou pelo não cumprimento de obrigações estipuladas.

Capital segurado: A importância segurada no seguro de vida e de acidentes pessoais.

Carência: Período durante o qual a seguradora está isenta de pagamento dos riscos segurados.

Carteira: Conjunto de contratos de seguros, de um mesmo ramo ou ramos parecidos, emitidos pela seguradora.

Cobertura: Garantia de proteção contra o risco de determinado evento.

Depreciação: A redução do valor de um bem, móvel ou imóvel, depois de uma avaliação.

Dolo: É toda espécie de artifício ou engano promovido por uma pessoa, com a intenção de induzir outros à prática de um ato jurídico, em prejuízo deste e proveito próprio ou de outrem, ou seja, é um ato de má-fé.

Endosso: Documento expedido pelo segurador, durante a vigência do contrato, pelo qual este e o segurado acordam quanto à alteração de dados, modificam condições ou objetos da apólice, ou o transferem a outras pessoas.

Franquia: Valor inicial da importância segurada, pelo qual o segurado fica responsável como segurador de si mesmo.

Importância segurada: É o valor monetário atribuído ao patrimônio ou às consequências econômicas do risco sobre expectativa de prejuízos para o qual o segurado deseja a cobertura do seguro.

Indenização: É a contraprestação do segurador ou segurado, que, com a efetivação do risco, veja a sofrer prejuízos de natureza econômica.

Inspeção prévia: É toda inspeção de risco efetuada em local nunca segurado, por ser novo ou desconhecido pelo segurador em questão, ou seja, quando não houver nenhuma apólice relativa às coberturas desejadas.

Jurisprudência: Modo uniforme pelo qual os tribunais interpretam e aplicam determinadas leis.

Mutualismo: Esse é o princípio fundamental que constitui a base de toda operação de seguro. É pela sua aplicação que as empresas conseguem repartir os riscos tomados, diminuindo assim os prejuízos que a realização de tais riscos poderia lhes trazer.

Pecúlio: Tem o mesmo significado de capital segurado pagável por morte do segurado, sob a forma de capital fixo ou único, corrigível ou não.

Penalidade: Sanção prevista por lei, regulamento ou contrato para determinados casos.

PGBL: Plano Gerador de Benefício Livre

Prêmio: Soma em dinheiro paga pelo segurado ao segurador para que este assuma a responsabilidade de um determinado risco.

Pro Rata Temporis: É um método de calcular-se o prêmio de seguro com base nos dias de vigência do contrato quando este for realizado por período inferior a 1 ano e sempre que não cabível o cálculo do prêmio a Prazo Curto.

Responsabilidade: Termo empregado em diversas oportunidades, inclusive na própria regulamentação das operações de seguros, para designar a importância segurada ou ressegurada.

Resseguro: Operação pela qual o segurador, com o fito de diminuir sua responsabilidade na aceitação de um risco considerado excessivo ou perigoso, cede a outro segurador uma parte da responsabilidade e do prêmio recebido.

Segurado: Pessoa em relação a qual a seguradora assume a responsabilidade de determinados riscos.

Seguradora: Empresa autorizada pela SUSEP a funcionar no Brasil, e que, recebendo o prêmio, assume o risco e garante a indenização em caso de ocorrência de sinistro amparado pelo contrato de seguro.

VGBL: Vida Gerador de Benefício Livre – produto destinado a formação de poupança resgatável.

Esperamos que, com esse nosso glossário, a hora de fechar negócio seja muito mais tranquilo. Tem algum termo que não está aqui e que você quer saber o significado? Conta pra gente! 🙂

Seguro prestamista cresce 25,1% de janeiro a maio

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Os Ramos Elementares mantém seu protagonismo diante da análise dos números do setor segurador referentes a maio de 2018, com taxas robustas de crescimento dos seguros de Automóveis, Patrimoniais, Habitacional, Transportes, Crédito e Garantias, e Rural. “O mesmo se pode dizer dos Planos de Risco em Coberturas de Pessoas, com expressivos 10,9%, embora a contínua queda do ritmo dos VGBL e PGBL tenha contribuído para a estagnação da arrecadação do agrupamento de Coberturas de Pessoas”, afirma o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial na edição de julho de 2018 da Carta do Seguro.

Entretanto, foi o ramo Prestamista que apresentou o maior crescimento, de 25,1%, nos cinco primeiros meses do ano, potencializado pela expansão do crédito. Segundo Coriolano, “o que tem ajudado a alavancar a representatividade da linha de negócios de Planos de Risco em Coberturas de Pessoas, atualmente com 15,6% de toda a arrecadação de seguros, ex-DPVAT. Maior do que o ramo de Automóveis, com 15%”.

O presidente da CNseg também aponta para o fortalecimento das provisões técnicas em 2018, que alcançaram a cifra de R$ 939,4 bilhões, e destaca os Planos de Capitalização, que vêm incrementando o ritmo e sustentando a sua participação. A arrecadação
total, até o mês de maio, foi de R$ 99,6 bilhões.

O gráfico abaixo mostra o comportamento, em série de 12 meses móveis, das taxas de crescimento, segregando-as (sem DPVAT e Saúde Suplementar), em Ramos Elementares, Cobertura de Pessoas – Planos de Risco, Cobertura de Pessoas – Planos de Acumulação
e Títulos de Capitalização.

Já o economista da Escola Nacional de Seguros, Lauro Faria, destacou a desaceleração da arrecadação em prêmios e contribuições do setor segurador regulado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em maio, comparado com abril. Além disso, nos primeiros cinco meses de 2018, as despesas administrativas das seguradoras reguladas pela autarquia cresceram 5,9% ante igual período de 2017, contribuindo para a queda de 14,4% do resultado financeiro. Ainda assim, o resultado patrimonial cresceu (15,7%), bem como as receitas, permitindo que o lucro líquido agregado das empresas do setor crescesse 6,7%.

Clique aqui para conferir, na íntegra, a edição de julho de 2018 da Carta do Seguro.

Fonte: CNseg

4 dicas sobre seguros obrigatórios para condomínios

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Você sabia que todo prédio de habitação é obrigado a ter um seguro, que é considerado uma despesa ordinária e deve vir no extrato do condomínio como despesa de manutenção do prédio? Pois é!

De acordo com a Lei 4.591/64, o seguro deve ser feito dentro de 120 dias, contados a partir da data da concessão do documento que comprova que o imóvel foi construído de acordo com as exigências estabelecidas pelo código de obras da prefeitura. O condomínio que ignorar essa regra estará sujeito a multa.

Para desmistificar a questão e tirar algumas dúvidas, separamos, aqui, 4 dicas sobre os seguros obrigatórios dos condomínios. Confira!

  • O Seguro deve abranger toda a construção, contando as áreas comuns e as autônomas, visando garantir algum sinistro que cause incêndio ou destruição da construção. A cobertura deve abranger riscos de incêndio, raios, explosões, danos elétricos, desabamentos, vendavais, queda de aeronaves, entre outros acidentes.
    Inclusive, é interessante que uma cobertura completa seja escolhida, já que, assim, nem o síndico nem os condôminos terão maiores problemas ou prejuízos caso venha a acontecer algum acidente no condomínio.
  • O síndico é o responsável pela contratação do seguro obrigatório em um condomínio, não sendo necessária a consulta em Assembleia. O que vale ser explicado aos condôminos em reunião, por questões de transparência na administração, é a escolha da seguradora, os valores, condições de pagamento, etc.
    Existem, é claro, algumas coberturas opcionais nestes seguros, como a danos em elevadores e portões automáticos, furto ou roubo de automóveis, etc. Essas sim deverão ser discutidas e aprovadas em Assembleia pelos moradores.
  • É importante ressaltar que o seguro cobre apenas o condomínio, e deve ser contratado de acordo com a lei, respeitando o seu valor de mercado ou o valor em relação ao IPTU. Também cabe dizer que, caso queira, o condômino pode contratar a complementação do seguro em sua unidade.
  • Em regra, não a contratação de um seguro individual para um apartamento específico não interfere em relação ao seguro obrigatório por lei. Porém, ao contratar o seguro geral do condomínio, seria interessante que o síndico já solicitasse à seguradora alguns pacotes para aqueles que se interessarem em manter suas unidades asseguradas.

Esperamos que, com essas dicas, fique um pouco mais fácil de entender a importância e os detalhes do seguro obrigatório dos condomínios.

Caso ainda tenha dúvidas ou queira mais informações sobre esse (ou qualquer outro) tipo de seguro, entre em contato conosco. Nossa equipe comercial terá um grande prazer em atendê-lo.

Cresce obrigatoriedade de seguro viagem para turismo internacional

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Após a exigência ser estabelecida pelos países europeus, Cuba e Venezuela, agora é a vez do Equador passar a demandar o seguro viagem para os turistas que desejarem transitar pelo seu território. Essa obrigatoriedade está se tornando uma tendência mundial, uma vez que a preocupação com o aumento dos gastos com despesas médicas que os turistas possam ter, está cada vez mais, despertando a atenção dos governantes.

A fim de auxiliar os viajantes a não terem surpresas desagradáveis ao chegar em um novo país, Alexandre Camargo, Country Manager para o Brasil da Assist Card, destaca algumas dicas.

“É preciso muita atenção antes de embarcar. Cada país possui uma exigência e por isso é fundamental manter-se atualizado para não ser surpreendido ou até mesmo não conseguir completar a sua viagem. Além disso, também vale fazer uma busca sobre o preço de despesas hospitalares, que são muito altas em alguns países. Independentemente da obrigatoriedade, um seguro viagem pode ser essencial para que você tenha assistência caso um imprevisto aconteça”, destaca o executivo.

Países que exigem o seguro viagem

O mais recente país a exigir o seguro viagem é o Equador. A obrigatoriedade foi estabelecida em fevereiro de 2018, de acordo com a Lei Orgânica da Mobilidade Humana, que estabelece que qualquer pessoa que entre no país tenha um seguro de saúde público ou privado durante a estadia. Os demais países que exigem o seguro são: Cuba, Dubai, Rússia, Argélia, Irã, e os que fazem parte do Tratado de Schengen – um acordo assinado por alguns membros da Comunidade Europeia que estabelece a livre circulação dos visitantes, de modo que a apresentação do passaporte nas fronteiras dos países não seja obrigatória. Porém, não basta apenas a contratação do seguro, já que alguns países exigem uma quantia mínima de cobertura. Nos países do Tratado de Schengen, por exemplo, é necessária uma cobertura de, no mínimo, 30 mil euros.

“Percebemos que a consciência sobre a importância do seguro está crescendo. Os nossos passageiros estão cada vez mais preocupados não apenas com o aumento das exigências, como também com os elevados custos que podem vir a ter caso algo inesperado aconteça”, revela Camargo. Essa preocupação também está impactando diretamente o aumento da contratação dos seguros anuais – que prometem ser uma tendência dos próximos anos. Esse produto é valido para o mundo inteiro, durantes os 365 dias do ano, o que facilita a organização de quem viaja, já que não precisará ter preocupação com a contratação ao longo do ano.

Documentações exigidas

Além do seguro viagem, também existem outros pontos que devem ser analisados antes do embarque. Muitos destinos da América do Sul não exigem a apresentação de passaporte, porém ele é o documento oficial para, praticamente, todos os lugares do mundo. É fundamental não esquecer de colocar este item em sua bagagem. Não se esqueça também de verificar o seu prazo de validade, visto que deve estar ativo até, no mínimo, o retorno do passageiro ao país de origem. Outro ponto que é preciso ficar atento é em relação a exigência do visto para a entrada no país, mesmo se haverá escala. Em conexões nos EUA, por exemplo, apresentação do visto americano é obrigatória.

Vacinas

Alguns países também exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), que comprova a vacinação contra diversas doenças, entre elas a febre amarela. O documento é exigido em mais de 130 países e por isso é importante manter-se atento.

Medicamentos

Se você faz uso de medicamentos regulares é extremamente importante a prescrição médica traduzida, pois pode acontecer uma fiscalização sanitária. Também é importante lembrar que eles devem ser levados na bagagem de mão e dentro das caixas originais.

“Nota-se como o planejamento para uma viagem internacional é essencial, não apenas pelas exigências e segurança, mas também para a garantia de que a viagem será realmente aproveitada. Assim, comece a programação com antecedência para não correr riscos e planejar com cuidado todos os destinos e passeios”, completa.

Fonte: L.S. – Revista Apólice

A importância do Seguro Proteção Cota Condominial para a saúde financeira do condomínio

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Como manter a saúde financeira do condomínio é, com certeza, uma das maiores preocupações de síndicos, gestores e administradores, principalmente no cenário econômico atual. Por isso, surgiram algumas soluções para essa questão, e, entre elas, está o Seguro Proteção Cota Condominial.

Em uma época em que a insegurança é uma constante na vida dos brasileiros, o Seguro Proteção Cota Condominial busca uma solução que proteja os clientes de situações imprevistas e inevitáveis. Ao adquiri-lo, o cliente garante o pagamento de suas cotas condominiais em casos de morte e invalidez permanente, bem como perda de renda por desemprego, em casos de CLT, ou por incapacidade física temporária, nos casos de autônomos.

Para os condomínios, esse seguro pode fazer uma grande diferença no aspecto econômico. A inadimplência é um dos principais desafios enfrentados por síndicos e administradoras, pois impacta diretamente no custo mensal da taxa condominial. E os benefícios são sentidos, também, pelos outros condôminos, afinal, caso um morador deixe de pagar a sua cota de condomínio, o valor que falta é rateado entre os demais, onerando as contas de todos.

E se engana quem pensa que essa segurança pode custar caro. Um dos diferenciais deste seguro é que o seu custo mensal é bem baixo, especialmente se comparado com os benefícios que ele traz. A sua adesão, que é opcional, pode ser feita através do próprio boleto condominial, onde ele estará em anexo. Após o pagamento da primeira mensalidade, nos próximos meses ele já virá incluso no valor do condomínio.

Esperamos que nosso post tenha te ajudado a entender um pouco melhor a importância de se manter a saúde financeira de um condomínio em dia, e como o Seguro Proteção Cota Condominial pode ajudar nisso. Para mais esclarecimentos, entre em contato conosco! 🙂

 

Seguros obrigatórios para condomínios: o que você precisa saber sobre eles?

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Você sabia que alguns tipos de seguros são obrigatórios a todos os condomínios? Pois é! E é importante frisar que o seguro é a proteção mais adequada para a pessoa se prevenir contra os riscos a que está exposta.

Neste texto, abordaremos dois tipos distintos de seguros, mas que são indispensáveis para o condomínio: o Seguro Compreensivo para Condomínios e o Seguro de Vida e Funeral para Funcionários do Condomínio.

A proteção do patrimônio comum é um dever-direito de todos os condôminos, e uma obrigação do condomínio. Trata-se de uma espécie triplamente tipificada, pois está prevista no Decreto-Lei 73/1966, na Lei 4.591/1964, e no atual Código Civil (Lei 10.406/2002). Considerado uma despesa ordinária, eles devem vir no extrato mensal, como despesa de manutenção do prédio. Nestes casos, o síndico é o responsável pela contratação, e a consulta por assembleia não é necessária.

Neste caso, estamos falando do Seguro Compreensivo para Condomínios, que cobre os danos ocorridos à estrutura do prédio, causados por incêndios, quedas de raios e explosões, abrangendo as áreas comuns e as unidades independentes. Além disso, esse seguro também garante a cobertura dos bens de propriedades do condomínio, como, por exemplo, itens de decoração, móveis, equipamentos e interfones, antenas coletivas, elevadores, etc. É importante ressaltar que existe uma exceção para os condomínios horizontais, onde apenas as áreas comuns devem ser seguradas, uma vez que cada condômino é responsável pela construção de sua própria casa, e adquire a cota de terreno, além de uma fração da área comum. Vale lembrar também que, para uma cobertura que inclua os bens dentro dos imóveis, os condôminos devem buscar outros seguros, como o Seguro Conteúdo.

Outro seguro essencial para o funcionamento do condomínio é o Seguro de Vida e Funeral para Funcionários, atendendo as exigências estabelecidas na convenção coletiva de trabalho da categoria (Secovi – RJ). Ele tem o objetivo de garantir a indenização aos funcionários em caso de morte natural ou acidental, invalidez total ou parcial por acidente e total permanente por doença, além de auxílio funeral e complemento salarial em caso de licença médica. Assim, ele oferece proteção financeira para todas as partes envolvidas, e é um benefício para o funcionário, que tem tranquilidade e segurança para exercer sua profissão.

Esperamos que nosso post tenha esclarecido essas questões, que podem causar uma grande dúvida a todos os envolvidos na administração de um condomínio. E, claro, se restar alguma dúvida, teremos um grande prazer em ajudá-lo! 🙂