Aumento do uso de smartphones impulsionam vendas de seguros

O universo digital já é uma realidade para o consumidor brasileiro. Por meio da Internet, pela comodidade, as atividades realizadas online são cada vez mais comuns. Essa transformação vem acompanhada do crescimento constante dos smartphones na rotina das pessoas. Para citar alguns dados, entre 2016 e 2017, houve um incremento de 4% na proporção de domicílios onde pelo menos um morador possui aparelho celular, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em contrapartida, o número cai para a telefonia fixa: de 34,5% para 32,1% de residências com um aparelho fixo em funcionamento.

O IBGE aponta ainda que, em 2017, cerca de 70% das residências brasileiras passaram a ter acesso à Internet, uma representatividade de 49,2 milhões de lares conectados, número expressivo comparado aos 44 milhões (63,6%) de lares registrados no ano anterior. “Um aparelho celular que oferece conectividade é considerado item imprescindível hoje. E um fator que contribui para alavancar a acessibilidade é o aumento das redes sem fio públicas, o que permite o uso de internet de forma gratuita”, comenta Rogério Guandalini, diretor de Produtos e Marketing da Assurant.

Na medida em que aumenta o uso e a importância de smartphones na vida das pessoas, cresce também a adesão a seguros para esses aparelhos. A Assurant, por exemplo, registrou aumento  em seguros emitidos no primeiro semestre deste ano, comparando com igual período de 2016.

“Observamos que ainda há muito espaço para crescer e por isso investimos bastante na simplificação dos canais de venda para que os consumidores tenham cada vez mais autonomia para escolher o produto adequado às suas necessidades. Um exemplo disso é a oferta de seguro no momento da compra online do smartphone, facilidade que implementamos com vários de nossos parceiros varejistas”, explica Guandalini. Para o executivo, a disponibilidade simplificada de seguro traz benefícios para o consumidor, que consegue se proteger em poucos cliques, e para os parceiros, que ofereçam um serviço diferenciado visando atender essa crescente demanda, fidelizando os seus clientes.

Fonte: Revista Apólice

5 dicas para programar a aposentadoria

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Aproveitar a terceira idade com tranquilidade e estabilidade financeira, para pagar as suas contas do mês é o sonho de muita gente. Mas para conseguir uma boa aposentadoria e curtir essa fase da vida, é preciso se programar com antecedência.

Você já começou a pensar nessa questão? Veja estas 5 dicas para programar a sua aposentadoria!

1- Defina o seu objetivo

Qualquer tipo de planejamento começa a partir de um objetivo. Com a aposentadoria não é diferente!

O primeiro passo é definir aonde quer chegar. Defina quando você pretende se aposentar, de preferência com tempo hábil para que o seu esforço para acumular o recurso, que será usado na aposentadoria, não seja muito grande.

Não faça nada por impulso, pois se aposentar repentinamente, certamente lhe trará problemas financeiros no futuro. Ao definir quando atingir o seu objetivo você terá uma motivação a mais para trabalhar produtivamente. Quanto antes e mais você investir, maior será o valor recebido mensalmente, em sua aposentadoria.

2- Saiba com quais receitas contar

Para programar uma aposentadoria tranquila, saiba com quais receitas você poderá contar. A previdência social é um regime compulsório, ou seja, todo trabalhador contribui para este regime, que é administrado pelo Instituto Nacional de Seguro Social, o INSS. O valor pode variar conforme a contribuição feita no decorrer dos anos, limitado a um teto (valor máximo de recebimento). Além disso, o início da aposentadoria depende da idade e tempo de contribuição.

Por esse motivo, é preciso contar com outras fontes de renda como um plano de previdência corporativo ou individual. Neste plano, é você quem escolhe o valor e a periodicidade da contribuição, além de decidir quando será feito o resgate, desde que seja dentro do prazo de carência mínimo.

Saiba qual a modalidade é mais indicada para você:

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)

Esse plano é para quem declara o Imposto de Renda no modelo completo, pois todas as contribuições realizadas no plano podem ser deduzidas da base de cálculo do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual. No PGBL o imposto a ser cobrado, no momento do resgate, será sobre o valor total.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL)

Esse plano de previdência privada é ideal para quem declara Imposto de Renda no formulário simplificado ou para quem excedeu o limite de dedução do Imposto de Renda (12% da renda bruta anual) com contribuições no PGBL. Nesta modalidade, o valor do imposto a ser cobrado, no momento do resgate, será sobre o rendimento do plano.

3- Faça estimativas

Para se programar adequadamente, faça estimativas do quanto  você precisará para  manter o seu padrão de vida. Nesse levantamento, conte com despesas como moradia, alimentação, saúde e lazer. Você pode incluir outros gastos que terá, de acordo com o estilo de vida que pretende ter na aposentadoria.

Com uma estimativa de gastos estipulada, você saberá quanto deve ser a sua renda quando se aposentar.

Atenção: é comum os gastos de aposentados caírem em até 20%, porém isso não é uma regra, levando em consideração que alguns custos  diminuem enquanto outros aumentam. O importante é manter sempre em foco quais os projetos de vida que pretende realizar, como viagens, além dos gastos fixos que terá para se manter.

4- Planeje a sua poupança

A renda total da sua aposentadoria pode não ser suficiente para garantir o padrão de vida que você pretende ter, nestes casos, poupar pode ser uma alternativa para conquistar o patrimônio adequado.

Caso esteja abaixo, será preciso poupar dinheiro para manter o seu padrão de vida. Para isso, calcule o quanto falta para atingir a sua meta e comece a guardar dinheiro.

Estipule quais investimentos são os mais indicados para juntar o dinheiro necessário, mas  leve  em consideração pontos importantes, como a inflação.

Definidos e analisados todos esses pontos, é hora de colocar o plano em ação. Elabore uma boa estratégia de poupança e respeite os prazos e valores, afinal, você está guardando para o seu próprio bem. Certifique-se de que você conseguirá alcançar os objetivos estipulados dentro do prazo.

5- Reveja sua estratégia

O planejamento financeiro precisa ser revisto após um tempo e verificado se está dentro do planejado. Analise se você está alcançando suas metas, caso a resposta da análise seja negativa, você precisa ajustar o seu plano.

Está com dificuldades para poupar?

Se isso acontecer com você durante o seu plano, poupe mais, sempre que puder. Ou seja, se em determinado mês você receber uma quantia extra, guarde uma parte para compensar os períodos difíceis.

Em alguns casos, quando existem problemas no planejamento da aposentadoria, é preciso adiar o tão sonhado momento. Para que isso não aconteça, se atente as dicas dadas e avalie se não é mais vantajoso diminuir o padrão de vida de sua aposentadoria ou o seu modelo de vida atual. Desta forma, talvez não seja necessário adiar a aposentadoria.

Mas em todo caso, analise toda a situação e veja qual é o melhor plano para você conquistar seus sonhos e objetivos.

Lembre-se, quanto mais cedo começar, mais conseguirá poupar e menor será o esforço para atingir sua meta no futuro. Afinal, o planejamento financeiro é essencial para a sua vida.

Fonte: Meu Porto Seguro

Brasileiros contratam mais seguros para proteger a renda

As contratações de seguros com coberturas para riscos pessoais (seguro de vida, seguro de acidentes pessoais, prestamista, entre outras modalidades) somaram R$ 19,94 bilhões no primeiro semestre deste ano, valor 8,55% superior aos R$ 18,37 bilhões registrados de janeiro a junho de 2017, segundo dados da FenaPrevi.

Os indicadores da federação também mostram que os seguros coletivos, oferecidos em forma de benefício aos colaboradores de empresas e participantes de sindicatos e associações, responderam por 77,00% dos contratos. Já os seguros individuais, contratados por pessoa física, representaram 23,00%.

Os dados do balanço da FenaPrevi também mostram que no primeiro semestre de 2018 as indenizações totalizaram R$ 4,35 bilhões, valor maior que os R$ 4,27 bilhões de janeiro a maior de 2017.

Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida tem a maior carteira do mercado de seguros de pessoas e esteve entre as coberturas mais contratadas. No primeiro semestre, o volume de contratações cresceu 9,00% e os prêmios totalizaram R$ 7,20 bilhões.

Outros ramos também apresentaram alta expressiva no período com evolução acima de dois dígitos na comparação com o mesmo período do ano passado. Um dos destaques foi o seguro prestamista que cobre o pagamento de prestações do titular da apólice em caso de morte, invalidez ou perda involuntária do emprego. O seguro de proteção financeira obteve crescimento de 23,74% no volume de contratações de coberturas para proteção do crédito e o total de prêmios foi de R$ 5,49 bilhões.

O seguro auxilio funeral também esteve entre os seguros mais procurados pelos brasileiros no período. As contratações das coberturas foram 11,03% superiores e os prêmios foram de R$ 304,61 milhões. No mesmo período em 2017, os prêmios deste produto que proporciona uma renda para custear altas despesas decorrentes de algum problema grave de saúde, foram de R$ 274,35 milhões.

A preocupação dos brasileiros quanto às despesas inesperadas com saúde também refletiu no desempenho dos seguros com coberturas para custear gastos com doenças graves. As contratações foram 12,55% superior e os prêmios de R$ 417,84 milhões, contra os R$ 371,26 milhões do ano anterior.

Fonte: Revista Apólice

Por que os fiadores podem estar em xeque como garantia locatícia?

A notícia de que a garantia mais usada na locação de imóveis no Brasil pode estar com os dias contados pode assusta, não é mesmo? Nestes momentos, o que vem à cabeça é: “e agora, como vou poder alugar meu tão sonhado imóvel?”

O Supremo Tribunal Federal decidiu, ao julgar um caso em São Paulo, que a casa do fiador não poderia ser penhorada para pagar a dívida do inquilino, já que era seu único imóvel. Isso aconteceu pois os ministros entenderam que todo cidadão deve ter seu direito à moradia garantido. Essa decisão trouxe dúvidas ao mercado, já que, mesmo sendo um caso isolado, pode abrir uma brecha para que outros casos sejam julgados da mesma forma.

O que isso significa?

Neste cenário, os fiadores podem deixar de ser a garantia mais utilizada por aqui, por ser considerada uma opção vulnerável. É importante frisar que, atualmente, o uso de fiadores como garantia locatícia corresponde a cerca de 60% dos contratos no Brasil. Para o mercado, em geral, decisões como esta podem deixar a figura do fiador cada vez mais frágil e, consequentemente, abrir ainda mais as portas para outros tipos de seguros.

Quais as mudanças que podem ocorrer?

Outros tipos de garantia vêm ganhando ainda mais força, como o seguro fiança e o título de capitalização.

Em alguns casos, os proprietários aceitam até mesmo reduzir o valor do aluguel ou dividir o valor do seguro fiança, para que não pese no bolso de nenhuma das partes. Para o proprietário, não é tão interessante que chegue ao ponto da ordem de despejo, uma vez que, apesar de poder ser pedida a partir de um mês de atraso no pagamento, geralmente, se espera até uns seis meses, por causa dos custos para entrar na Justiça.

O fiador pode ser uma forma de garantia menos onerosa, mas, em casos como esse, perigosa. Por isso, é indicado que se pesquise bastante qual a melhor forma de garantia locatícia para o seu caso.

A O2 Seguros oferece diversos tipos de garantias, que podem facilitar a rotina de quem está buscando um imóvel para alugar. Entre em contato conosco que teremos um grande prazer de analisar a situação e mostrar o mais indicado para cada caso.

Acesse nosso site: http://www.o2seguros.com.br/

Seguro prestamista cresce 25,1% de janeiro a maio

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Os Ramos Elementares mantém seu protagonismo diante da análise dos números do setor segurador referentes a maio de 2018, com taxas robustas de crescimento dos seguros de Automóveis, Patrimoniais, Habitacional, Transportes, Crédito e Garantias, e Rural. “O mesmo se pode dizer dos Planos de Risco em Coberturas de Pessoas, com expressivos 10,9%, embora a contínua queda do ritmo dos VGBL e PGBL tenha contribuído para a estagnação da arrecadação do agrupamento de Coberturas de Pessoas”, afirma o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial na edição de julho de 2018 da Carta do Seguro.

Entretanto, foi o ramo Prestamista que apresentou o maior crescimento, de 25,1%, nos cinco primeiros meses do ano, potencializado pela expansão do crédito. Segundo Coriolano, “o que tem ajudado a alavancar a representatividade da linha de negócios de Planos de Risco em Coberturas de Pessoas, atualmente com 15,6% de toda a arrecadação de seguros, ex-DPVAT. Maior do que o ramo de Automóveis, com 15%”.

O presidente da CNseg também aponta para o fortalecimento das provisões técnicas em 2018, que alcançaram a cifra de R$ 939,4 bilhões, e destaca os Planos de Capitalização, que vêm incrementando o ritmo e sustentando a sua participação. A arrecadação
total, até o mês de maio, foi de R$ 99,6 bilhões.

O gráfico abaixo mostra o comportamento, em série de 12 meses móveis, das taxas de crescimento, segregando-as (sem DPVAT e Saúde Suplementar), em Ramos Elementares, Cobertura de Pessoas – Planos de Risco, Cobertura de Pessoas – Planos de Acumulação
e Títulos de Capitalização.

Já o economista da Escola Nacional de Seguros, Lauro Faria, destacou a desaceleração da arrecadação em prêmios e contribuições do setor segurador regulado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em maio, comparado com abril. Além disso, nos primeiros cinco meses de 2018, as despesas administrativas das seguradoras reguladas pela autarquia cresceram 5,9% ante igual período de 2017, contribuindo para a queda de 14,4% do resultado financeiro. Ainda assim, o resultado patrimonial cresceu (15,7%), bem como as receitas, permitindo que o lucro líquido agregado das empresas do setor crescesse 6,7%.

Clique aqui para conferir, na íntegra, a edição de julho de 2018 da Carta do Seguro.

Fonte: CNseg

Expansão da O2 para o Sul!

A matéria de hoje vem contando uma novidade animadora: a O2 está presente também no Sul! Com a nova parceria com a Sami, que agora também faz parte do Base Market, todas as soluções de seguros, vistoria e assessoria cadastral estarão presentes nessa região!

Com isso, as imobiliárias e corretoras do Sul terão acesso à Plataforma da O2, que trabalha com muita agilidade e conhecimento de mercado. A seguir, falaremos um pouco melhor sobre alguns dos principais serviços oferecidos pela O2, que agora estão disponíveis para a região Sul.

A O2 é um grupo de empresas associadas, que busca soluções inteligentes para o segmento imobiliário. Possui uma variedade enorme de produtos e serviços para esse mercado, contando com automação de processos e integração de sistemas, que facilitam as coisas para seus clientes.

Especificamente falando da O2 Seguros, é uma corretora especializada no mercado imobiliário. Entre seus principais produtos e serviços estão as diversas modalidades de seguros para condomínios residenciais, comerciais e mistos (e para seus funcionários), além de outros voltados para a gestão da locação de imóveis.

Os sistemas da O2 estão ligados 24h por dia aos sistemas das administradoras e seguradoras, organizando melhor todos os processos, e, ainda por cima, a ativação de cada modalidade de seguro pode ser feita diretamente pela equipe de vendas da própria empresa.

Evitando atrasos, os procedimentos da O2 são desenvolvidos para que não sejam feitos retrabalhos de entrada de dados, permitindo, assim, maior rapidez na execução dos serviços, tanto na hora da contratação, como na da renovação de todos os seguros.

As seguradoras parceiras são respeitadíssimas no mercado, e a O2 conta com:

  • Bradesco Seguros;
  • Porto Seguro;
  • SulAmérica;
  • Tokio Marine Seguradora;
  • BNP Paribas Cardif;
  • Pottencial Seguradora.
  • Sompo Seguros

Um serviço muito procurado na O2 é o de Assessoria Cadastral, que faz avaliações minuciosas de documentos, checando referências, levantamentos junto ao Tribunal de Justiça, verifica a capacidade financeira para Locação, além dos demais documentos necessários, a fim de minimizar ao máximo os possíveis riscos de uma locação.

A partir de todas as pesquisas e análises, são feitos relatórios completíssimos, com qualidade e agilidade garantidas, proporcionando maior credibilidade naquela transação, velocidade no processo e, é claro, segurança na escolha das garantias da locação referente.

Independente de a pessoa ser Jurídica ou Física, as análises são feitas, resultando num parecer técnico sobre o risco de inadimplência das locações, através de, como já mencionado, relatórios completos, feitos em menor tempo. Dessa forma, o pretendente locatário será minuciosamente averiguado.

Outro serviço de muito sucesso da O2 é a Vistoria Locatícia, que tem a missão de entregar às imobiliárias e administradoras de imóveis um serviço profissional de vistoria, com conhecimentos técnicos e respaldo jurídico. Há vistorias para diferentes momentos da locação.

Dessa forma, tanto a vistoria de Entrada, como a de Constatação, como a de Saída, que são partes essenciais de qualquer contrato de locação, são feitas de maneira especializada, garantindo inspeções de imóveis com máxima agilidade e segurança, por profissionais.

Por fim, citaremos alguns dos seguros mais procurados na O2, que são produtos frequentemente contratados. Para locações, há: Seguro Fiança Taxa Fixa; Seguro Fiança com Vistoria Gratuita; Título de Capitalização Com Análise Cadastral Gratuita; Seguro Proteção Aluguel e Seguro Incêndio Imobiliário.

Já para os condomínios, as opções encontradas são: Seguro Compreensivo do Condomínio; Seguro Incêndio Conteúdo (Opcional); Seguro de Vida e Funeral para Funcionários de Condomínios e Seguro Proteção Cota Condominial. Dessa forma, o cliente pode se assegurar em diversas situações.

Fizemos, então, um resumão de alguns dos produtos e serviços da O2 que são mais procurados. O que você achou de conhecer melhor a empresa e o que oferece? Esperamos que tenha gostado não só de descobrir essas informações sobre a O2, como também da novidade que trouxemos!

A segurança eletrônica pode superar os recursos humanos?

A segurança eletrônica vem ocupando um espaço cada vez relevante no mercado. Complementando as tarefas que as pessoas são capazes de cumprir, dando mais garantia à qualidade dos sistemas ou muitas vezes substituindo totalmente os recursos humanos, a tecnologia pode oferecer benefícios concretos, tanto pelo ponto de vista econômico quanto pela efetividade dos processos.

Para esclarecer o assunto, vamos abordar os aspectos nos quais a tecnologia supera os recursos humanos. Confira a seguir:

 

Os recursos humanos são instáveis

Antes de tudo é preciso considerar que a segurança ideal deve ser mantida ininterruptamente, durante as 24 horas do dia, pelos 7 dias da semana e ao longo dos 365 dias do ano. Considerando que as pessoas têm necessidades diversas — de se alimentar, de usar o banheiro e de descansar, por exemplo — é fácil entender como elas podem interferir na qualidade de um sistema de segurança baseado somente nos recursos humanos.

Além disso, muitas vezes as pessoas são suscetíveis às distrações — que podem vir com uma conversa ou com o uso do celular —, o que também interfere na qualidade de um sistema humano de segurança.

Também vale destacar que pessoas têm problemas pessoais e de saúde, que podem ocasionar faltas ou interrupções de tarefas. Esses também são fatores preocupantes nos processos que exigem permanência e confiabilidade.

Portanto, é notório que os recursos humanos são naturalmente instáveis, o que cria um grave inconveniente para os sistemas de segurança.

 

A segurança eletrônica é permanente e confiável

Os sistemas eletrônicos, por sua vez, são projetados para funcionar sem falhas. Caso falte energia elétrica da distribuidora para alimentar os equipamentos, por exemplo, um conjunto de baterias pode entrar em ação, permitindo que todas as funções permaneçam ativas.

Ao mesmo tempo, para prevenir defeitos são realizadas manutenções constantes e, quando existe uma necessidade maior de continuidade no funcionamento do sistema, são instalados dispositivos duplicados. Assim, se por qualquer motivo um deles vier a falhar, o outro garante que a instalação permanecerá operante, sem interrupções.

 

O custo da mão de obra é alto

Outro ponto a ser considerado é o elevado custo da mão de obra na segurança. Para contratar um funcionário, além dos salários também é preciso arcar com os encargos trabalhistas e com outras despesas — como seguros, vale-transporte etc. —, que representam cerca de 50% a mais do custo salarial.

Portanto, um porteiro ou um vigilante que recebe R$ 1,2 mil de salário por mês, custará de fato para o empregador R$ 1,8 mil.

Ao mesmo tempo, de acordo com a CLT, cada funcionário só pode cumprir 44 horas semanais na atividade para a qual foi contratado. Considerando que uma semana tem 168 horas, seriam necessários quatro funcionários para cumprir uma mesma função de vigilância durante as 24 horas do dia, nos 7 dias da semana.

Levando em conta a necessidade de cobrir os feriados, as férias e as eventuais faltas, vamos considerar a contratação de pelo menos mais um funcionário, o que elevaria o quadro para 5 empregados. Ao custo de R$1,8 mil por funcionário, teríamos um valor total mensal de R$ 9 mil.

 

A segurança eletrônica é mais barata

A implantação de um sistema de segurança eletrônica pode exigir um aporte financeiro significativo em um curto espaço de tempo. Contudo, esse aporte será facilmente compensado pelos salários que não precisarão ser pagos.

Quando os porteiros físicos de um condomínio são substituídos por uma portaria remota, por exemplo, a economia com os salários é suficiente para cobrir o custo de implantação, o que ocorre após um tempo relativamente curto. Em seguida, essa mesma economia pode ser revertida em benefícios para os condôminos, o que pode vir, inclusive, com a redução da taxa condominial.

Isso significa que a segurança eletrônica permite aumentar a eficiência dos sistemas, ao mesmo tempo em que favorece a economia.

Fonte: Condlink

Laudo, vistoria, perícia e relatório – você sabe o que significa cada um deles?

Você sabe qual a diferença entre o laudo, a vistoria, a perícia e o relatório?! Pois, pensando em te ajudar a esclarecer esse assunto, o trouxemos na matéria de hoje, para que não restem mais dúvidas. Continue lendo o post e esclareça essa questão, a seguir!

De forma resumida e simplificada, os conceitos são os seguintes:

  • Laudo é uma peça escrita, fundamentada, onde o profissional expõe as observações e estudos efetuados, com suas devidas conclusões.
  • Vistoria acontece quando é feita uma verificação do imóvel, em relação às suas dimensões, estabilidade, acabamentos, anomalias etc. Ela não informa as causas desses tópicos. Pode ser utilizada judicial ou extrajudicialmente, servindo como prova.
  • Perícia, por sua vez, é igual a vistoria, porém acrescida de uma investigação, na qual são determinadas as causas e origens dos possíveis problemas. Também pode ser utilizada judicial ou extrajudicialmente, como prova.
  • Relatório é quando se realiza um levantamento completo da edificação, incluindo imagens e descritivos das condições do imóvel. Pode ser feito com formato “antes/depois”, identificando mudanças e trabalhos feitos.

E então, agora ficou mais fácil entender o que é e para que serve cada um desses documentos?! Esperamos que sim, e que, dessa forma, os processos da sua empresa, e até da sua casa, fiquem facilitados, depois dessas explicações.

 

Vale a pena comprar um carro que acabou de ser lançado?

Toda estreia de um novo modelo levanta uma antiga questão para quem deseja adquirir uma novidade: é melhor comprar o carro logo após a chegada ou aguardar algum tempo?

Essa indagação é provocada pela suspeita de que um projeto novo está sujeito a problemas logo após seu lançamento e que, portanto, é melhor esperar. Vitor Klizas, presidente da Jato Dynamics, consultoria de análise do mercado automotivo, discorda. “O uso cada vez maior de plataformas e de processos globais pelas montadoras reduziu o risco de problemas nos carros novos, já que esses componentes são testados em todo o mundo.”

Mas se os processos modernos tornam os defeitos no primeiro ano mais difícil de ocorrer, não significa que desapareceram. Basta lembrar de casos como o do 1.0 VHT que equipava o Gol em 2008 e gerou um recall de 400.000 veículos (em alguns casos até com a troca dos motores). Ou das seguidas falhas de acabamento dos Ford EcoSport em 2012 e do Fiesta (além do câmbio PowerShift, que provocou a extensão da garantia).

Há ainda a estratégia da fábrica ao definir pacotes ou equipamentos que podem sofrer logo uma mudança de rota. O Mobi, por exemplo, estreou com motor 1.0 de quatro cilindros e oito meses depois ganhou versões com o moderno Firefly de três cilindros – quem comprou as primeiras fornadas acabou ficando com um motor mais antigo e menos eficiente.

O mesmo se deu com o Renegade 1.8 flex. Criticado pelo desempenho inadequado para o porte do carro, a Jeep recalibrou o motor, agora capaz de entregar 139 cv em vez dos 132 cv dos modelos antigos.

Não se pode esquecer que, embora raro, também pode ocorrer o inverso. Foi o caso de Audi A3 Sedan e VW Golf, que, quando passaram a ser produzidos no país, deixaram de oferecer recursos modernos (câmbio robotizado de dupla embreagem DSG e suspensão traseira multilink) em favor de outros, menos sofisticados.

Outro item que pode gerar dúvida na hora do lançamento é o seguro, que tanto pode ficar mais barato quanto mais caro no segundo ano. Por ser um carro totalmente novo, a seguradora não sabe qual é seu risco médio de ser roubado.

Por falta de seu histórico, as companhias se baseiam no de veículos similares. Por isso, é comum surgirem diferenças na hora de renovar o seguro desse tipo de automóvel – para mais ou para menos -, se bem que, na prática, são raros os casos de segurados que tiveram o valor do prêmio reduzido em função dessa correção.

Outra dificuldade de precificar o seguro de um novato é o perfil típico do usuário. Se após o primeiro ano a maioria dos proprietários for do tipo que se envolve mais em acidentes, o valor do seguro vai subir. Se for o contrário, tenderá a cair.

Preço de lançamento

Já a terceira variável que está ligada ao risco de adquirir um projeto novo é o preço. E aqui vem a boa notícia: em geral, o valor na estreia costuma ser mais camarada. Isso porque várias marcas adotam a estratégia de reajustar a tabela alguns meses após o lançamento.

O Jeep Compass, por exemplo, mal havia completado seis meses de mercado no início de abril quando teve o preço reajustado pela segunda vez. Com isso, o SUV que estreou a R$ 99.990 estava tabelado no início de maio em R$ 103.490 na versão básica.

A Jeep, aliás, é recorrente nessa prática, já que fez o mesmo com o Renegade. Em abril passado, o modelo – lançado em março de 2016 por R$ 69.900 – registrou o seu quinto aumento e agora sai por R$ 80.990, na versão Sport 1.8 flex.

Já a Fiat (que é do grupo FCA, assim como a Jeep) promoveu o primeiro reajuste do Mobi seis meses após sua chegada. E três meses depois aumentou o preço novamente, aproveitando a estreia da versão três cilindros. Ou seja, dois reajustes em menos de um ano: foi de R$ 31.900 para R$ 33.700.

Infelizmente essa prática é comum. O Toyota Etios, cuja gama foi reestilizada no início do ano, teve a tabela reajustada em abril. O mesmo ocorreu com o Chevrolet Tracker, que chegou no fim de 2016 a R$ 79.990 e teve o seu primeiro aumento de preço em abril, por R$ 81.990, mesma estratégia adotada no Cruze. O Nissan Kicks é outro novato cujo preço foi reajustado antes de um ano de mercado (de R$ 84.900 para R$ 86.490).

Valor de memória

A justificativa utilizada pela maioria das fabricantes é a adequação dos custos de produção (no caso de modelos feitos no país) e da variação cambial, no caso de importados. Mas segundo o executivo de uma montadora que não quis se identificar, essa é uma estratégia antiga.

“O preço divulgado no lançamento permanece por mais tempo na cabeça do consumidor”, explica. “Assim, mesmo que haja um reajuste seis meses depois, isso chamará menos a atenção do público.”

Resumindo, se você está interessado em um automóvel que acabou de ser lançado, lembre-se: no primeiro ano alguns problemas podem surgir, mas provavelmente o preço deve subir logo. Qual é o melhor? A decisão é sua.

 

Fonte: Exame