Quando o Seguro Auto pode ser acionado?

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Todos sabem que é extremamente arriscado, nos dias de hoje, ter um carro e não colocá-lo no seguro. Seja por causa de um acidente ou de um caso de violência, é essencial que o proprietário saiba quando acionar (ou não) o seguro. Por isso, no post de hoje, separamos algumas dicas simples sobre o assunto. Continue lendo!

Em primeiro lugar, é essencial que se entenda o que é a franquia e no que ela interfere na hora de acionar o seguro. Quando um seguro auto é contratado, o segurado tem que escolher entre algumas opções de contratação da franquia, é que a cobrança obrigatória por parte do segurado sempre que o seguro por acionado para um reparo no veículo. Os tipos básicos são os seguintes:

1- Básica: onde a seguradora estipula um valor baseado no preço do contrato;

2- Ampliada: onde o cliente escolhe pagar um valor maior na franquia, visando diminuir o valor da apólice;

3- Reduzida: é o contrário da Ampliada. Aqui, o cliente prefere pagar um valor maior na apólice e menor na franquia;

4- Isenta: como o próprio nome já diz, é quando a franquia não é cobrada.

Estes são os tipos básicos de franquia disponíveis no mercado, mas vale lembrar, ainda, que as seguradoras podem contar com franquias diferenciadas. Isso pode variar de contrato para contrato.

 

Mas quando eu devo – ou não – acionar o seguro?

Em casos de pequenos danos, como um farol quebrado, por exemplo, acionar o seguro acaba sendo uma opção que não compensa. Nestes casos, o valor da franquia pode ser maior que o conserto independente do que quebrou. Vale lembrar, também, que, dependendo da peça que precisa de conserto, ela pode ter garantia do seu fabricante.

Em casos de acidentes causados por terceiros, também vale uma atenção extra. Em primeiro lugar, deve-se ter calma e verificar os envolvidos, e, aí sim, pensar no carro. É necessário avaliar quem foi o real culpado pelo acidente, e quem deve arcar com os custos. Se o culpado for o outro e ele tiver seguro, é o dele que deve ser acionado. Se a pessoa não tiver seguro, mas se comprometer a arcar com os custos, também não há necessidade de acionar o seguro. Se o outro envolvido não se comprometer a custear os reparos, você deve acionar a sua seguradora que, posteriormente, poderá cobrar judicialmente os valores do responsável.

Quando você for o responsável pelo acidente, é necessário avaliar o estrago. Aqui, vale a mesma regra dos pequenos consertos. Se os danos forem mínimos, vale buscar um orçamento particular e comparar ao valor da franquia. Caso o acidente tenha deixado grandes estragos, é necessário registrar um sinistro com a seguradora, que custeará o conserto do seu carro e dos outros envolvidos.

Quer saber mais sobre os tipos de seguro auto que a O2 oferece? Acesse nosso site: http://bit.ly/2NxdiT6

5 motivos para contratar um Seguro Auto

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Comprar um veículo significa investir tempo e dinheiro em um bem material, que, na maioria das vezes, significa a realização de um sonho. Nos dias atuais, todo cuidado é pouco, então, para que esse investimento não seja em vão, o mais indicado é que se invista em um seguro auto.

Para comprovar a importância deste tipo de seguro, separamos aqui 5 razões para contratá-lo. Confira!

1- Por mais que você seja um motorista consciente e alerta, que está sempre praticando a direção defensiva, você está exposto a outros veículos e motoristas, que podem não ser tão cuidadosos. Em casos de acidentes, você estará protegido de arcar com os reparos do seu carro e, se seu seguro tiver essa opção, do veículo da outra pessoa.

2- Se você utiliza muito o seu carro – seja para trabalho ou lazer – e ele fica estacionado na rua, alguns imprevistos podem acontecer. Além disso, já pensou se, em um minuto de distração, você travar a porta e trancá-la com a chave do carro no seu interior? Com o seguro auto e a assistência 24 horas, você estará protegido de maiores dores de cabeça.

3- Todos estão expostos aos fenômenos da natureza, como fortes chuvas e ventanias. Tais acontecimentos podem causar um grande prejuízo à cidade e, consequentemente, ao seu veículo. Com o seguro auto, se algum imprevisto acontecer, você estará protegido.

4- Você costuma pegar a estrada com frequência? Então, é importante ter um seguro de carro, já que a maioria das coberturas abrangem todo o território nacional. Assim, sua tranquilidade estará garantida nos momentos de lazer.

5- E, é claro, nos momentos mais necessários, já que todos estão expostos à violência diariamente. Em casos de roubos ou furtos, você poderá contar com a ajuda e a proteção do seguro auto, diminuindo as dores de cabeça e facilitando a resolução do problema.

A O2 oferece os melhores seguros auto do mercado. Para mais informações, acesse: http://bit.ly/2NxdiT6

Segurança contra incêndios em condomínios

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A segurança dos condomínios é um ponto que deve receber uma grande atenção. Por isso, bons equipamentos de monitoramento, alarmes e controles de acesso são sempre lembrados. Mas e em casos de incêndios?

Todos devem lembrar da importância desta questão quando se trata da segurança de um condomínio, alertando sobre a necessidade da manutenção dos sistemas e equipamentos preventivos, que devem ser verificados periodicamente. Neste post, separamos algumas dicas de como evitar que os incêndios aconteçam e como lidar com o seu estrago.

1- Os condomínios com mais de 12m de altura e mais de 150m² de área devem ser equipados com extintores, hidrantes, alarmes, iluminação de emergência e portas corta-fogo nas escadas. Em um raio de 25m, devem existir, pelo menos, 2 extintores.

2- Deve-se prestar atenção aos diversos tipos de extintores existentes no mercado. O de gás carbônico, por exemplo, é indicado para incêndios com equipamentos elétricos energizados, enquanto os de água, apenas em incêndios que contenham madeira, papel e materiais sólidos em geral.

3- As causas mais comuns para os incêndios em prédios residenciais são a sobrecarga de energia, utensílios esquecidos na tomada e crianças brincando com materiais inflamáveis. Nos comerciais, bitucas de cigarro e papéis representam grande perigo.

4- As portas corta-fogo são imprescindíveis para que o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros seja tirado pela edificação. Não deixe de fazer a sua manutenção periódica, observando itens como as dobradiças e maçanetas.

5- Dependendo da finalidade do imóvel (comercial ou residencial) e do número de pessoas fixas (trabalhadores e prestadores de serviços), o número de brigadistas de incêndio pode mudar. Para selecioná-los, eles devem cumprir algumas exigências, como permanecer no edifício, possuir experiência, ter boa saúde física, entre outras.

6- Deve ser montado um plano de emergência para casos de incêndios, nomeando um supervisor responsável, quais procedimentos devem ser feitos, contendo a planta baixa do edifício, vias de fuga e um ponto de encontro fora do local em chamas. Todos no edifício devem ter acesso a esse conteúdo.

Todos as medidas devem ser tomadas, para que se evite ao máximo este tipo de emergência. Porém, caso aconteça, é importante que se tenha um plano pós-acidente, para que se saiba como proceder para recuperar as perdas.

Nestes casos, o condomínio pode contar com o Seguro Compreensivo, que garante a cobertura dos danos ocorridos à estrutura do prédio, causados por incêndios, quedas de raios e explosões, abrangendo as áreas comuns e unidades independentes, além dos bens de propriedade do condomínio. É importante ressaltar que o Seguro Compreensivo é obrigatório e de responsabilidade do síndico.

Porém, as unidades particulares também podem se resguardar nestes casos. Com o Seguro Incêndio Conteúdo, o interior dos imóveis ficam cobertos em casos de incêndios, raios ou explosões. Os segurados contam com assistência 24h por dia e atendimento através de canais exclusivos.

 

Para saber mais sobre o Seguro Compreensivo, acesse: http://bit.ly/2RXm15I

Encontre mais informações sobre o Seguro Incêndio http://bit.ly/2LJAXCe

Mercado aposta em crescimento nos próximos meses

O mercado de seguros está otimista. É o que indica pesquisa realizada pela Fenacor, segundo a qual há, entre corretores, seguradores e resseguradores, a convicção de que haverá crescimento da receita de prêmios, da rentabilidade do setor e da economia brasileira, no primeiro semestre de 2019.

“Esse cenário é consequência direta das boas expectativas do mercado quanto às possíveis medidas econômicas a serem tomadas no início do ano que vem”, afirma o consultor Francisco Galiza, coordenador do estudo.

A seguir, os últimos números obtidos nos indicadores. 

2) Expectativas para daqui a 6 meses

A seguir, a distribuição percentual das respostas, com relação a cada um dos setores analisados.

Fonte: Revista Apólice

Quais documentos são necessários em caso de sinistro?

Seguro é o tipo de despesa que ninguém quer ter, mas pouquíssimos ousam abrir mão de incluí-lo no orçamento. Isso porque, diante da necessidade de precisar do sinistro, o benefício pode ajudar a amenizar a dor de cabeça.

Ainda assim, é quando um sinistro ocorre (que significa, no mercado de seguros, qualquer evento em que o bem segurado se envolve em um acidente ou incidente com prejuízo material) que o segurado precisa se mexer para apresentar alguns documentos exigidos pela sua seguradora. Só assim que o trâmite irá ter início para que a devida indenização ocorra.

É válido o segurado ter ciência que essa etapa, embora burocrática, é fundamental para que o processo seja o mais ágil e preciso. A matemática é simples: quanto mais rápido os documentos forem coletados e entregues, mais rápida ocorrerá a indenização e a vida continuará para todos os envolvidos no sinistro seguro.

Documentos solicitados em caso de sinistro

Cada seguradora possui um processo particular e que deve ser seguido à risca, uma vez que é com ela que o proprietário do veículo, e envolvido no sinistro seguro, tem acordo em contrato. O mais recomendável é que, assim que ocorrer o incidente, o segurado logo entre em contato com a sua seguradora para se informar sobre a situação e, também, a relação de documentos exigidos por parte da empresa.

Mas existem alguns documentos que são habituais e comuns às seguradores. Lembrando que a lista a seguir é válida para consulta, exclusivamente, devendo o segurado entrar em contato com a sua seguradora para confirmar exatamente quais os documentos solicitados. Segue, abaixo, a lista:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Carteira de habilitação;
  • Documento do carro do segurado;
  • Boletim de Ocorrência;
  • Documento de compra e venda preenchido (com firma reconhecida – caso seja financiado, é necessário que dê baixa no financiamento);
  • Documento de porte obrigatório do veículo.

Fique de olho nos documentários necessários para dar entrada no sinistro seguro quando for preciso.

Como agir em caso de sinistro seguro?

Veja como agir em caso de sinistro seguro, com os mais comuns:

 

– Furto e roubo

Assim que sofrer furto/roubo, entre em contato com a sua seguradora informando-a sobre o ocorrido. Não se esqueça do Boletim de Ocorrência, pois a seguradora irá analisar o caso, junto com a polícia. Siga o passo a passo que a sua seguradora passar, entregando todos os documentos necessários à ela.

– Colisão

Após o ocorrido, entre em contato com a seguradora para que ela indique a oficina para levar seu carro. Não se esqueça de verificar se você possui cobertura de assistência 24 horas antes. Porém, se a colisão envolver terceiros, você terá que registrar um Boletim de Ocorrência.

Saiba que a seguradora irá ouvir os envolvidos na colisão e os veículos serão analisados e fotografados. Então, a seguradora irá solicitar a documentação necessária para você, principalmente se houver perda total. Após a análise, ela irá autorizar ou não o conserto dos veículos envolvidos na colisão.

– Incêndio

Mesmo que seja um pequeno estrago, você deve comunicar a sua seguradora para saber quais os documentos necessários para enviar. Então, você será indicado a uma determinada oficina para uma vistoria, conforme o seu contrato, para então receber a indenização que contratou.

– Enchente

Se o seu carro ficou no meio de uma enchente e você quer acionar o seu seguro, terá que entrar em contato com a seguradora para agendar uma vistoria. Conforme a sua cobertura, seu carro será vistoriado em uma oficina que a seguradora ou você indicar, conforme a sua contratação. Então, a seguradora irá liberar a indenização correspondente.

Esses estão na lista de sinistro seguro mais comuns e agora você já sabe como proceder, não é mesmo?

Fonte: Seguro Auto

Seguro prestamista cresce 25,1% de janeiro a maio

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Os Ramos Elementares mantém seu protagonismo diante da análise dos números do setor segurador referentes a maio de 2018, com taxas robustas de crescimento dos seguros de Automóveis, Patrimoniais, Habitacional, Transportes, Crédito e Garantias, e Rural. “O mesmo se pode dizer dos Planos de Risco em Coberturas de Pessoas, com expressivos 10,9%, embora a contínua queda do ritmo dos VGBL e PGBL tenha contribuído para a estagnação da arrecadação do agrupamento de Coberturas de Pessoas”, afirma o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em editorial na edição de julho de 2018 da Carta do Seguro.

Entretanto, foi o ramo Prestamista que apresentou o maior crescimento, de 25,1%, nos cinco primeiros meses do ano, potencializado pela expansão do crédito. Segundo Coriolano, “o que tem ajudado a alavancar a representatividade da linha de negócios de Planos de Risco em Coberturas de Pessoas, atualmente com 15,6% de toda a arrecadação de seguros, ex-DPVAT. Maior do que o ramo de Automóveis, com 15%”.

O presidente da CNseg também aponta para o fortalecimento das provisões técnicas em 2018, que alcançaram a cifra de R$ 939,4 bilhões, e destaca os Planos de Capitalização, que vêm incrementando o ritmo e sustentando a sua participação. A arrecadação
total, até o mês de maio, foi de R$ 99,6 bilhões.

O gráfico abaixo mostra o comportamento, em série de 12 meses móveis, das taxas de crescimento, segregando-as (sem DPVAT e Saúde Suplementar), em Ramos Elementares, Cobertura de Pessoas – Planos de Risco, Cobertura de Pessoas – Planos de Acumulação
e Títulos de Capitalização.

Já o economista da Escola Nacional de Seguros, Lauro Faria, destacou a desaceleração da arrecadação em prêmios e contribuições do setor segurador regulado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) em maio, comparado com abril. Além disso, nos primeiros cinco meses de 2018, as despesas administrativas das seguradoras reguladas pela autarquia cresceram 5,9% ante igual período de 2017, contribuindo para a queda de 14,4% do resultado financeiro. Ainda assim, o resultado patrimonial cresceu (15,7%), bem como as receitas, permitindo que o lucro líquido agregado das empresas do setor crescesse 6,7%.

Clique aqui para conferir, na íntegra, a edição de julho de 2018 da Carta do Seguro.

Fonte: CNseg

Expansão do setor gera oportunidades para profissionais do seguro

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O setor de seguros segue apresentando um cenário promissor e os resultados recentes comprovam esse avanço. Em 2017, o segmento registrou aumento de 7%, segundo dados da CNseg. Para este ano, a perspectiva de expansão é de 7,2% a 8,6%.

O crescimento verificado aponta o mercado de seguros como um dos mais relevantes para a economia brasileira, o que também gera novas oportunidades para os profissionais do ramo. Para quem deseja construir carreira no setor, uma das graduações mais indicadas e a mais procurada é a de Administração.

O administrador é o responsável pelo gerenciamento de recursos financeiros, materiais ou humanos de uma empresa. Cabe a esses profissionais definir estratégias e gerenciar o dia a dia da organização.

A Escola Nacional de Seguros oferece, no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP), o Bacharelado em Administração com Linha de Formação em Seguros e Previdência. Com duração de quatro anos, o curso permite que o profissional atue em todas as áreas de administração, além de propiciar conhecimentos específicos sobre no setor de seguros.

Além do Bacharelado, a Escola também oferece outro curso de nível superior: o Tecnólogo em Gestão de Seguros. Ministrado na capital fluminense, o curso tem duração de dois anos e oferece aptidões práticas e instrumentais da Administração. O tecnólogo também garante aos formandos a gratuidade para o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros, possibilitando a atuação como corretor.

Inscrições e informações

As inscrições estão abertas para ambos os cursos e o processo seletivo acontecerá no dia 14 de julho, às 10 horas. As aulas terão início no dia 6 de agosto.

Mais informações estão disponíveis neste link.

Fonte: Revista Apólice

Saiba quais são os principais acidentes domésticos e como evitá-los

Acidentes domésticos são mais comuns do que se imagina. A boa notícia é que, em grande parte dos casos, esse tipo de ocorrência pode ser evitado com algumas medidas simples. Veja, a seguir, algumas dicas de como prevenir.

Queimaduras no fogão

Um dos grandes perigos da casa está na cozinha: o fogão. Os casos de queimaduras domésticas são muito comuns.

A maioria dos acidentes com queimaduras envolve crianças pequenas, que, por curiosidade e desaviso, mexem nas panelas que estão no fogão e acabam por virá-las sobre si.

Uma forma de evitar acidentes assim é sempre manter os cabos das panelas virados para dentro, desse jeito a criança não alcançará para puxá-las nem correrá o risco de passar por perto e bater no cabo da panela, derrubando-a.

Inalação de gás

Crianças pequenas costumam se encantar com os botões do fogão, e mexer neles é tentador. O problema é que a criança pode causar um vazamento de gás sem que o adulto responsável por ela perceba.

Para evitar esse risco, mantenha o registro do gás fechado sempre que não estiver em uso. Se o seu gás não for encanado, instale o botijão em uma área externa, assim, caso aconteça algum vazamento diretamente dele, não haverá perigo de explosões e intoxicação por inalação de gás.

Intoxicação com produtos de limpeza

Intoxicação com produtos de limpeza também é uma ocorrência muito comum com crianças pequenas. Armazenar produtos de limpezas em lugares de fácil acesso para as crianças é um convite para explorar, e é aí que mora o perigo.

Não são raros os casos em que crianças conseguem abrir a embalagem dos produtos e acabam por ingeri-los, intoxicando-se gravemente.  Caso isso ocorra, a recomendação é ir com a criança imediatamente a um Pronto Socorro. Não se esqueça de que é importante levar, também, a embalagem do produto.

O ideal, no entanto, é evitar acidentes como esse, procurando sempre armazenar produtos de limpeza em lugares aos quais a criança e animais domésticos não tenham acesso, sempre no alto. Se isso não for possível, coloque trincos ou cadeados nas portas dos armários.

Quedas

Quedas são comuns em qualquer fase da vida, mas no caso de quem é idoso, uma simples queda pode se tornar um grande problema devido à fragilidade dos ossos.

Algumas medidas simples vão ajudar a prevenir essa situação:

  • Tapetes devem ser evitados, mas caso sejam indispensáveis dê preferência aos antiderrapantes que grudam no chão e não oferecem risco de escorregar ao pisar;
  • coloque corrimão nas escadas para dar apoio na hora de subir e descer;
  • barras também devem ser colocadas no banheiro ao lado do vaso sanitário e nas paredes próximas ao chuveiro;
  • deixar todos os cômodos sempre bem-iluminados também pode fazer a diferença na hora de enxergar obstáculos no caminho.

Com esses cuidados simples, sua casa pode se tornar um ambiente muito mais seguro, trazendo mais proteção para você e quem você ama. Em todo caso, é sempre bom ter garantias para quando algo acontecer, por isso não deixe de fazer um seguro residência para que você esteja resguardado de acidentes e conte com apoio a qualquer momento!

 

Fonte: Meu Porto Seguro

Tendências e inovações no mercado de garantias de imóveis

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Atualmente, é inegável que a figura do fiador vem se extinguindo quando falamos de locação de imóveis. Também é válido lembrar que a garantia da caução não é das mais eficientes. Então, qual seria a melhor forma de alugar um imóvel sem grandes problemas?

Existem duas opções mais indicadas nestes casos: o Seguro Fiança e o Título de Capitalização. E é sobre essas duas modalidades que vamos falar no texto de hoje. Confira!

O Seguro Fiança sofreu grandes mudanças com o passar do tempo. Sua desburocratização foi um dos fatores decisivos para sua popularização, além da diminuição de suas taxas. Hoje em dia, o Seguro Fiança é uma excelente opção de garantia locatícia, tanto para a administradora ou imobiliária que o oferece quanto para o cliente final, o inquilino.

Para as empresas, a principal vantagem é a saúde da carteira de clientes, já que, ao passarem pelo crivo da seguradora e sendo aprovados, é a seguradora que se torna a principal pagadora daquele contrato. Isso significa que, caso aconteça eventual inadimplência, guardadas as devidas cláusulas contratuais, a seguradora é quem arcará com as devidas multas contratuais. Para os locatários, o principal motivo para a adoção do Seguro Fiança é evitar o constrangimento de um fiador.

O Título de Capitalização também apresenta suas vantagens. Ele é muito eficiente, uma vez que possibilita o aumento do múltiplo dos valores de alugueis e taxas condominiais, aplicados como garantia da locação, dependendo de cada pessoa. Esses valores ficam caucionados no Título e ao contrato locatício.

É importante ressaltar que os valores não poderão ser resgatados durante a locação em vigência. Depois que o contrato de locação acabar, caso não haja algum dano constatado, o locatário receberá esse dinheiro de volta, acordado no Título de Capitalização, com as devidas correções. Além disso, ele também oferece vantagens como Assessoria Jurídica Locatícia, Assistência Residencial 24h, entre outras.

Esperamos que este post tenha ajudado a escolher a melhor maneira para garantir a sua locação. E, claro, em caso de dúvidas, nossa equipe terá um grande prazer em atendê-lo. 🙂

Quais são as tendências no mercado de garantias de imóveis?

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Atualmente, é inegável que a figura do fiador vem se extinguindo quando falamos de locação de imóveis. Também é válido lembrar que a garantia da caução não é das mais eficientes. Então, qual seria a melhor forma de alugar um imóvel sem grandes problemas?

Existem duas opções mais indicadas nestes casos: o Seguro Fiança e o Título de Capitalização. E é sobre essas duas modalidades que vamos falar no texto de hoje. Confira!

O Seguro Fiança sofreu grandes mudanças com o passar do tempo. Sua desburocratização foi um dos fatores decisivos para sua popularização, além da diminuição de suas taxas. Hoje em dia, o Seguro Fiança é uma excelente opção de garantia locatícia, tanto para a administradora ou imobiliária que o oferece quanto para o cliente final, o inquilino.

Para as empresas, a principal vantagem é a saúde da carteira de clientes, já que, ao passarem pelo crivo da seguradora e sendo aprovados, é a seguradora que se torna a principal pagadora daquele contrato. Isso significa que, caso aconteça eventual inadimplência, guardadas as devidas cláusulas contratuais, a seguradora é quem arcará com as devidas multas contratuais. Para os locatários, o principal motivo para a adoção do Seguro Fiança é evitar o constrangimento de um fiador.

O Título de Capitalização também apresenta suas vantagens. Ele é muito eficiente, uma vez que possibilita o aumento do múltiplo dos valores de alugueis e taxas condominiais, aplicados como garantia da locação, dependendo de cada pessoa. Esses valores ficam caucionados no Título e ao contrato locatício.

É importante ressaltar que os valores não poderão ser resgatados durante a locação em vigência. Depois que o contrato de locação acabar, caso não haja algum dano constatado, o locatário receberá esse dinheiro de volta, acordado no Título de Capitalização, com as devidas correções. Além disso, ele também oferece vantagens como Assessoria Jurídica Locatícia, Assistência Residencial 24h, entre outras.

Esperamos que este post tenha ajudado a escolher a melhor maneira para garantir a sua locação. E, claro, em caso de dúvidas, nossa equipe terá um grande prazer em atendê-lo. 🙂