Tendências e inovações no mercado de garantias de imóveis

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Atualmente, é inegável que a figura do fiador vem se extinguindo quando falamos de locação de imóveis. Também é válido lembrar que a garantia da caução não é das mais eficientes. Então, qual seria a melhor forma de alugar um imóvel sem grandes problemas?

Existem duas opções mais indicadas nestes casos: o Seguro Fiança e o Título de Capitalização. E é sobre essas duas modalidades que vamos falar no texto de hoje. Confira!

O Seguro Fiança sofreu grandes mudanças com o passar do tempo. Sua desburocratização foi um dos fatores decisivos para sua popularização, além da diminuição de suas taxas. Hoje em dia, o Seguro Fiança é uma excelente opção de garantia locatícia, tanto para a administradora ou imobiliária que o oferece quanto para o cliente final, o inquilino.

Para as empresas, a principal vantagem é a saúde da carteira de clientes, já que, ao passarem pelo crivo da seguradora e sendo aprovados, é a seguradora que se torna a principal pagadora daquele contrato. Isso significa que, caso aconteça eventual inadimplência, guardadas as devidas cláusulas contratuais, a seguradora é quem arcará com as devidas multas contratuais. Para os locatários, o principal motivo para a adoção do Seguro Fiança é evitar o constrangimento de um fiador.

O Título de Capitalização também apresenta suas vantagens. Ele é muito eficiente, uma vez que possibilita o aumento do múltiplo dos valores de alugueis e taxas condominiais, aplicados como garantia da locação, dependendo de cada pessoa. Esses valores ficam caucionados no Título e ao contrato locatício.

É importante ressaltar que os valores não poderão ser resgatados durante a locação em vigência. Depois que o contrato de locação acabar, caso não haja algum dano constatado, o locatário receberá esse dinheiro de volta, acordado no Título de Capitalização, com as devidas correções. Além disso, ele também oferece vantagens como Assessoria Jurídica Locatícia, Assistência Residencial 24h, entre outras.

Esperamos que este post tenha ajudado a escolher a melhor maneira para garantir a sua locação. E, claro, em caso de dúvidas, nossa equipe terá um grande prazer em atendê-lo. 🙂

Quais são as tendências no mercado de garantias de imóveis?

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Atualmente, é inegável que a figura do fiador vem se extinguindo quando falamos de locação de imóveis. Também é válido lembrar que a garantia da caução não é das mais eficientes. Então, qual seria a melhor forma de alugar um imóvel sem grandes problemas?

Existem duas opções mais indicadas nestes casos: o Seguro Fiança e o Título de Capitalização. E é sobre essas duas modalidades que vamos falar no texto de hoje. Confira!

O Seguro Fiança sofreu grandes mudanças com o passar do tempo. Sua desburocratização foi um dos fatores decisivos para sua popularização, além da diminuição de suas taxas. Hoje em dia, o Seguro Fiança é uma excelente opção de garantia locatícia, tanto para a administradora ou imobiliária que o oferece quanto para o cliente final, o inquilino.

Para as empresas, a principal vantagem é a saúde da carteira de clientes, já que, ao passarem pelo crivo da seguradora e sendo aprovados, é a seguradora que se torna a principal pagadora daquele contrato. Isso significa que, caso aconteça eventual inadimplência, guardadas as devidas cláusulas contratuais, a seguradora é quem arcará com as devidas multas contratuais. Para os locatários, o principal motivo para a adoção do Seguro Fiança é evitar o constrangimento de um fiador.

O Título de Capitalização também apresenta suas vantagens. Ele é muito eficiente, uma vez que possibilita o aumento do múltiplo dos valores de alugueis e taxas condominiais, aplicados como garantia da locação, dependendo de cada pessoa. Esses valores ficam caucionados no Título e ao contrato locatício.

É importante ressaltar que os valores não poderão ser resgatados durante a locação em vigência. Depois que o contrato de locação acabar, caso não haja algum dano constatado, o locatário receberá esse dinheiro de volta, acordado no Título de Capitalização, com as devidas correções. Além disso, ele também oferece vantagens como Assessoria Jurídica Locatícia, Assistência Residencial 24h, entre outras.

Esperamos que este post tenha ajudado a escolher a melhor maneira para garantir a sua locação. E, claro, em caso de dúvidas, nossa equipe terá um grande prazer em atendê-lo. 🙂

 

Como o Seguro Fiança pode ajudar na hora de alugar um imóvel

Na hora de alugar um imóvel, uma as principais questões é a necessidade de um fiador para fechar o negócio, certo? Por isso, é essencial que todos conheçam a importância do Seguro Fiança, uma excelente opção para a hora de assinar o contrato do seu novo lar.

Para as imobiliárias e administradoras que já disponibilizam esse serviço, é imprescindível que suas vantagens sejam destacadas. A principal delas, com certeza, é a saúde da sua carteira, uma vez que a seguradora se torna a principal pagadora do contrato, após o cliente passar pelo seu crivo e ser aprovado. Isso significa que, em uma eventual inadimplência por parte do contratado, contando um período de 60 dias para abertura do sinistro, a seguradora passa a arcar, retroativamente, com as despesas que se acumularem. A empresa cuidará das contas em atraso, colocando prestações de aluguel e condomínio em dia, além, é claro, das contas mensais, até que a negociação amigável ou, em casos extremos, o despejo, sejam feitos.

É válido ressaltar que o Seguro Fiança não é um produto novo no Mercado, mas está atualizado. Entre suas novidades, a principal é a queda de seu preço, já que antes era muito caro, o que podia atrapalhar a sua contratação. Agora, com os diferentes produtos ofertados ao locatário, diversas formas de pagamento e maneiras de contratação, o Seguro Fiança tornou-se muito mais viável para a maioria das pessoas.

Para os locatários, o principal motivo de adesão ao seguro seria evitar a necessidade, muitas vezes constrangedora, de conseguir um fiador para seu imóvel. Além disso, o pagamento pode ser feito, por exemplo, diretamente à imobiliária, através de boletos ou cartão de crédito, à vista ou parcelado. É muito mais segurança e tranquilidade em um momento conturbado de negociação.

Com isso, vale ressaltar que a locação será resguardada, mantendo uma relação mais tranquila entre o cliente e a imobiliária ou administradora, ainda que aconteça algum imprevisto.

Esperamos que, com este post, tenha ficado ainda mais claro do que se trata o Seguro Fiança, qual a sua importância e quando deverá ser utilizado. Se, ainda assim, persistir alguma dúvida sobre o assunto, entre em contato conosco. Nossa equipe terá um grande prazer de atendê-lo.

Dia Continental do Seguro – conheça mais sobre a data

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Você sabia que o Dia Continental do Seguro é comemorado no dia 14 de maio? Pois é! Esta data foi instituída oficialmente durante a 2ª Conferência Hemisférica de Seguros, em 1948, no México, como uma homenagem ao dia em que a 1ª Conferência foi realizada, em 1946, em Nova Iorque.

Esta data é comemorada nos continentes americanos e na Espanha, buscando frisar a importância desta atividade, a única a se dedicar à proteção de patrimônios e saúde, e à formação de rendas e pecúlios. O dia também marca a data da fundação da Federação Interamericana de Seguros (Fides).

Para celebrar este dia especial, separamos aqui alguns tipos de seguros oferecidos pela O2 Seguros, e que podem fazer completa diferença na sua vida. Confira:

  • Seguro Proteção Aluguel: Quanto vale a tranquilidade da sua família? Proteja o pagamento do aluguel e encargos, como condomínio e IPTU, com o Seguro Proteção Aluguel. Ele tem valor fixado e não incide sobre encargos legais, podendo ser utilizado em caso de desemprego ou de incapacidade física temporária. Saiba mais em nosso site! 

 

  • Seguro Incêndio Imobiliário: Proteja o seu patrimônio contra incêndios, explosão, queda de aeronave, fumaça ou perda de aluguel com o Seguro Incêndio Imobiliário. Além disso, ele conta com assistência 24h por dia e outras coberturas, como contra roubos, danos elétricos e vendaval, assim como a responsabilidade civil por danos involuntários causados a terceiros – tudo isso pelas menores taxas do mercado. Veja mais informações!
  • Seguro Proteção Cota Condominial: Já pensou na importância de garantir o pagamento da sua cota condominial em casos de imprevistos? O Seguro Proteção Cota Condominial, destinado a proprietários e locatários, garante o pagamento do seu condomínio em casos de morte, invalidez ou perda involuntária de emprego. E o melhor: o valor é fixado e sem cotação. Saiba mais! 
  • Seguro Vida: É essencial estar sempre prevenido contra as adversidades da vida. Para isso, indicamos o Seguro Vida, que garante o capital segurado em casos de morte ou invalidez permanente por acidente. Além disso, ele conta com coberturas opcionais de antecipação especial por doença, despesas médico-hospitalares e odontológicas, diárias por incapacidade temporária e assistência funeral do titular ou familiar. Conheça! 
  • Seguro Auto: O Seguro auto tem por objetivo indenizar o segurado por prejuízos ocorridos ou causados pelo veículo relacionado na apólice, na ocorrência de eventos cobertos e valores estipulados previamente. A sua cobertura básica inclui a cobertura compreensiva, abrangendo incêndio, roubo e colisão, cobertura para colisão e incêndio e cobertura para incêndio e roubo. Saiba mais!

Legal, não é? Para saber mais sobre estes (e outros) seguros, entre em contato conosco. Será um grande prazer atendê-lo! Esperamos que tenha gostado de saber um pouco mais sobre esse dia tão importante para a área de seguros. 🙂

A importância do Seguro Proteção Cota Condominial para a saúde financeira do condomínio

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Como manter a saúde financeira do condomínio é, com certeza, uma das maiores preocupações de síndicos, gestores e administradores, principalmente no cenário econômico atual. Por isso, surgiram algumas soluções para essa questão, e, entre elas, está o Seguro Proteção Cota Condominial.

Em uma época em que a insegurança é uma constante na vida dos brasileiros, o Seguro Proteção Cota Condominial busca uma solução que proteja os clientes de situações imprevistas e inevitáveis. Ao adquiri-lo, o cliente garante o pagamento de suas cotas condominiais em casos de morte e invalidez permanente, bem como perda de renda por desemprego, em casos de CLT, ou por incapacidade física temporária, nos casos de autônomos.

Para os condomínios, esse seguro pode fazer uma grande diferença no aspecto econômico. A inadimplência é um dos principais desafios enfrentados por síndicos e administradoras, pois impacta diretamente no custo mensal da taxa condominial. E os benefícios são sentidos, também, pelos outros condôminos, afinal, caso um morador deixe de pagar a sua cota de condomínio, o valor que falta é rateado entre os demais, onerando as contas de todos.

E se engana quem pensa que essa segurança pode custar caro. Um dos diferenciais deste seguro é que o seu custo mensal é bem baixo, especialmente se comparado com os benefícios que ele traz. A sua adesão, que é opcional, pode ser feita através do próprio boleto condominial, onde ele estará em anexo. Após o pagamento da primeira mensalidade, nos próximos meses ele já virá incluso no valor do condomínio.

Esperamos que nosso post tenha te ajudado a entender um pouco melhor a importância de se manter a saúde financeira de um condomínio em dia, e como o Seguro Proteção Cota Condominial pode ajudar nisso. Para mais esclarecimentos, entre em contato conosco! 🙂

 

Seguros obrigatórios para condomínios: o que você precisa saber sobre eles?

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Você sabia que alguns tipos de seguros são obrigatórios a todos os condomínios? Pois é! E é importante frisar que o seguro é a proteção mais adequada para a pessoa se prevenir contra os riscos a que está exposta.

Neste texto, abordaremos dois tipos distintos de seguros, mas que são indispensáveis para o condomínio: o Seguro Compreensivo para Condomínios e o Seguro de Vida e Funeral para Funcionários do Condomínio.

A proteção do patrimônio comum é um dever-direito de todos os condôminos, e uma obrigação do condomínio. Trata-se de uma espécie triplamente tipificada, pois está prevista no Decreto-Lei 73/1966, na Lei 4.591/1964, e no atual Código Civil (Lei 10.406/2002). Considerado uma despesa ordinária, eles devem vir no extrato mensal, como despesa de manutenção do prédio. Nestes casos, o síndico é o responsável pela contratação, e a consulta por assembleia não é necessária.

Neste caso, estamos falando do Seguro Compreensivo para Condomínios, que cobre os danos ocorridos à estrutura do prédio, causados por incêndios, quedas de raios e explosões, abrangendo as áreas comuns e as unidades independentes. Além disso, esse seguro também garante a cobertura dos bens de propriedades do condomínio, como, por exemplo, itens de decoração, móveis, equipamentos e interfones, antenas coletivas, elevadores, etc. É importante ressaltar que existe uma exceção para os condomínios horizontais, onde apenas as áreas comuns devem ser seguradas, uma vez que cada condômino é responsável pela construção de sua própria casa, e adquire a cota de terreno, além de uma fração da área comum. Vale lembrar também que, para uma cobertura que inclua os bens dentro dos imóveis, os condôminos devem buscar outros seguros, como o Seguro Conteúdo.

Outro seguro essencial para o funcionamento do condomínio é o Seguro de Vida e Funeral para Funcionários, atendendo as exigências estabelecidas na convenção coletiva de trabalho da categoria (Secovi – RJ). Ele tem o objetivo de garantir a indenização aos funcionários em caso de morte natural ou acidental, invalidez total ou parcial por acidente e total permanente por doença, além de auxílio funeral e complemento salarial em caso de licença médica. Assim, ele oferece proteção financeira para todas as partes envolvidas, e é um benefício para o funcionário, que tem tranquilidade e segurança para exercer sua profissão.

Esperamos que nosso post tenha esclarecido essas questões, que podem causar uma grande dúvida a todos os envolvidos na administração de um condomínio. E, claro, se restar alguma dúvida, teremos um grande prazer em ajudá-lo! 🙂

Incêndio Imobiliário Obrigatório para Locação

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Falaremos, na matéria de hoje, sobre um seguro extremamente importante, já que se trata, inclusive, de um seguro obrigatório: o Seguro Incêndio Imobiliário. Continue lendo essa matéria e entenda melhor essa modalidade e algumas de suas características mais importantes!

De forma resumida, esse seguro tem a finalidade de proteger o patrimônio do proprietário, que é um cliente importantíssimo para a imobiliária, garantindo o recebimento de indenização em situações inesperadas diversas. Também ajuda o inquilino, o que será falado posteriormente.

De acordo com a Lei do Inquilinato, existe a obrigatoriedade da contratação desse seguro – o que deve estar estipulado, inclusive, no contrato de locação. Ao realizar o fechamento do contrato, a imobiliária pode garantir que o seguro seja contratado, explicando, ao cliente, como funciona.

A maioria das administradoras e imobiliárias contrata a cobertura Principal desse seguro, que abrange:

  • Incêndio;
  • Raio;
  • Explosão;
  • Fumaça;
  • Queda de aeronaves.

O cliente também pode ter a cobertura Perda de Aluguel, contando, assim, com Assistência 24 horas, que cobre, em casos de incêndios, o pagamento das despesas com acomodação noutro local no período enquanto o imóvel estiver sendo reparado/consertado.  

Sobre a Assistência 24 horas, vale a pena destacar que ela beneficia o inquilino (locatário), oferecendo a ele alguns serviços que podem ser uma verdadeira mão na roda, como, por exemplo, o de bombeiro hidráulico e de chaveiro, durante a vigência do seguro, é claro.

Quando esse serviço é contrato diretamente com a imobiliária/administradora, além da confiança com aquela empresa, é possível que o cliente consiga preços mais baixos, devido ao volume desse tipo de serviço – tendo a imobiliária um grande número de imóveis, acaba conseguindo repassar a redução do valor ao cliente.

É importantíssimo ressaltar que, independente de onde seja contratado, esse seguro deve contar com um certificado, que, impreterivelmente, precisa ser emitido por uma seguradora. Nem a administradora, tampouco a corretora de seguros, ou qualquer outra empresa deve elaborar nenhum certificado.

E então, deu pra entender direitinho o Seguro Incêndio Imobiliário? Esperamos que sim! E repetimos que ele é essencial, já que, além de todos os seus benefícios e facilidades, ele é obrigatório. Aproveite e compartilhe esse post e essas informações com seus amigos e parentes!

Seguro Incêndio Imobiliário – o que você precisa saber

Na matéria de hoje, falaremos melhor, trazendo diversas informações, sobre um seguro extremamente importante: o Seguro Incêndio Imobiliário. Por isso, para conhecer um pouco mais sobre essa modalidade, entendendo-a melhor e conferindo alguns detalhes, continue lendo esse post!

O Seguro Incêndio Imobiliário visa proteger o patrimônio do proprietário do imóvel, cliente da imobiliária. De acordo com a Lei do Inquilinato, assim como expresso no contrato de locação, a contratação desse seguro é obrigatória. A administradora deve, então, salientar essa obrigatoriedade.

No momento do fechamento do contrato de locação, a imobiliária/administradora tem a missão de auxiliar o cliente, ajudando-o, inclusive, na contratação desse seguro, principalmente por se tratar de algo obrigatório. A empresa orientará o cliente a respeito de fatores importantes do seguro.

Em relação à cobertura, a principal desse seguro, que é normalmente contratada pelas imobiliárias/administradoras, resguarda o imóvel quando situações como incêndio, raios, explosões, fumaças e queda de aeronave ocorrem, estando o imóvel, portanto, protegido.

A cobertura de perda de aluguel cobre, em casos de incêndios, o pagamento das despesas com acomodação em outro local, no período em que o imóvel afetado estiver sendo reparado dos danos ocorridos. Esse é um diferencial extremamente tranquilizador para o inquilino.

Já a assistência 24 horas, por sua vez, beneficia o locatário de diversas formas, com soluções como, por exemplo, a disponibilidade de profissionais como bombeiros hidráulicos e chaveiros, em qualquer horário do dia, durante, é claro, a vigência do seguro.

Quando o locatário contrata o serviço do Seguro Incêndio Imobiliário através da própria administradora/imobiliária, consegue preços melhores, já que, com a imobiliária tendo vários clientes dos quais faz seguros, a taxa do mesmo acaba ficando reduzida, pela grande quantidade que ela contrata.

É importante ressaltar que o certificado do seguro tem que ser, impreterivelmente, emitido pela seguradora, não pela corretora de seguros e, tampouco, pela administradora. Emitindo o certificado e a apólice, é ela a responsável, também, pelo pagamento de possíveis sinistros.

Esperamos que você tenha gostado da matéria de hoje e que, nela, tenhamos conseguido esclarecer os aspectos importantes do Seguro Incêndio Imobiliário. Se você tiver alguma dúvida, nem pense duas vezes, pergunte-nos, que nós tentaremos ajudar, sempre!

Principais motivos para um sinistro de automóvel não ser aceito

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Muitas pessoas optam por ter um seguro de carro, já que muitas são as eventualidades que podemos enfrentar. Mas, dependendo da situação, o seguro pode ser negado. Continue lendo a matéria de hoje e entenda melhor, a seguir, essa situação e o porquê dela acontecer.

Sendo qualquer seguro uma proteção contra possíveis eventualidades às quais estamos suscetíveis, a seguradora pode, porventura, considerar que determinado veículo corre tantos riscos que não vale a pena assegurá-lo. Independente do motivo, porém, precisa haver uma justificativa.

O processo começa com o envio das informações do carro, solicitando um seguro. A empresa seguradora tem, então, até 15 (quinze) dias úteis para retornar com uma negativa. Após esse período, de acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), ela não pode mais se recusar a assegurar o veículo.

Além das informações fornecidas pelo proprietário, o carro deve passar por uma vistoria, a fim de que a empresa analise suas condições. Durante os 15 dias do prazo, a seguradora pode solicitar documentos adicionais. Enquanto esses documentos não forem entregues, o prazo fica suspenso.

Dentre os motivos mais comuns para a recusa do seguro de um automóvel pelas seguradoras estão alguns como:

  • Veículos mal avaliados na vistoria;
  • Veículos com mais de 15 anos de uso;
  • Veículos que saíram de linha (sendo a reposição de peças mais difícil de ser feita);
  • Veículos com chassi remarcado (por terem sido roubados e/ou adulterados);
  • Veículos com irregularidades no emplacamento e/ou documentação;
  • Veículos importados e/ou de alto valor.

Não há normas para que as seguradoras neguem um seguro, mas essas costumam ser as razões mais frequentes. Além delas, também existem motivos relacionados ao proprietário do veículo e seu histórico, amplamente avaliados. Por exemplo:

  • Motoristas que tenham muitos históricos de sinistros;
  • Pessoas inadimplentes;
  • Motoristas com carteira de habilitação suspensa;
  • Motoristas com processos administrativos e/ou judiciais por dirigirem embriagados.

Ou seja, de forma geral, são levados em conta elementos do próprio veículo e do condutor, a fim de ser avaliado, pela seguradora, o risco adquirido, que definirá, então, se o veículo vale ou não ser assegurado. Esperamos que tenhamos conseguido te ajudar, esclarecendo essa questão!

 

Você sabe o que é a Vistoria de Constatação?

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Resolvemos abordar, na matéria de hoje, um tema que pode não ser tão conhecido: a Vistoria de Constatação. Você a conhece e sabe qual a sua finalidade?! Se quer entender melhor essa modalidade, descobrindo o porquê e quando é usada, continue lendo o post!

A vistoria é um serviço especializado de inspeção de imóveis (residenciais ou comerciais), garantindo a máxima agilidade e segurança nos contratos de locação. Por meio dela, é avaliado o estado de conservação do imóvel, através da análise de itens como, por exemplo, o piso, parede, teto e instalações elétrica e hidráulica.

De acordo com a Lei do Inquilinato 8245/91, o locador deve disponibilizar o imóvel de forma que atenda ao uso a que se destina, apresentando também, ao locatário, uma descrição minuciosa de todos os possíveis defeitos do imóvel. Essa é a responsabilidade do locador.

O locatário, por sua vez, tem o dever de devolver o imóvel, quando o desocupar, no estado que foi entregue pelo locador. Assim, a vistoria serve para amparar essas questões, averiguando tudo e minimizando os conflitos entre locadores e locatários, evitando, inclusive, litígios jurídicos.

Dentre as vistorias, existem três tipos:

  • A Vistoria Inicial, realizada antes da locação;
  • A Vistoria de Constatação, durante;
  • E a Vistoria de Saída, realizada ao final.

A Vistoria de Constatação é feita no período em que o locatário está ocupando o imóvel. Ela tem o objetivo de discriminar e constatar possíveis benfeitorias e obras executadas no local, justamente no período de vigência do contrato. Assim diferencia-se da Inicial e da de Saída.

É comum que as imobiliárias utilizem seus funcionários para realizar essas vistorias, porém, é extremamente importante que esse serviço seja feito por uma empresa e profissionais responsáveis, evitando erros e otimizando o tempo dos funcionários da própria imobiliária.

Ao ser realizada por uma empresa terceirizada e especializada no assunto, oferece-se maior credibilidade às partes interessadas (locador e locatário), além da garantia de qualidade dos laudos, que são feitos por uma equipe treinada e capacidade para sua elaboração.

Consequentemente, as administradoras utilizarão melhor o tempo de seus funcionários, que o aproveitam para realizar outras atividades quaisquer, além de ganhar maior qualidade no serviço, diminuindo os possíveis prejuízos decorrentes de mau uso dos imóveis.

E então, deu para entender o que, exatamente, é a Vistoria de Constatação, para que serve e a grande importância de ser feita por profissionais adequados, através de uma empresa terceirizada?! Esperamos que tenhamos conseguido transmitir todos esses pontos. Qualquer dúvida, é só nos perguntar!