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O2 Seguros: Para os imprevistos do dia a dia

No trânsito estamos sujeitos a diversos imprevistos, por isso, é essencial que estejamos preparados para lidar com estas adversidades de uma maneira simples.

 

Mesmo que você não utilize seu carro com frequência, ele está exposto a diversos riscos,  como roubo, acidentes e falhas mecânicas. Mas, ainda sim é tão importante contratar um seguro?

 

Sim! Mesmo que você tome todos os cuidados com seu carro, infelizmente, o risco de você ser furtado, roubado ou sofrer um acidente ainda existe. Você pode usar o carro todos os dias ou apenas nos fins de semana, porém o risco continua o mesmo. E a contratação do seguro para seu automóvel torna uma situação que já é ruim por natureza, bem menos traumática. 

 

Quando devo contratar um seguro auto?

 

É importante que você já saia da concessionária com seu seguro ativado. Caso ainda tenha, faça o mais rápido possível. Dessa maneira você evita uma maior dor de cabeça e ainda tem alguém para resolver o problema por você.

 

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Principais motivos para um sinistro de automóvel não ser aceito

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Muitas pessoas optam por ter um seguro de carro, já que muitas são as eventualidades que podemos enfrentar. Mas, dependendo da situação, o seguro pode ser negado. Continue lendo a matéria de hoje e entenda melhor, a seguir, essa situação e o porquê dela acontecer.

Sendo qualquer seguro uma proteção contra possíveis eventualidades às quais estamos suscetíveis, a seguradora pode, porventura, considerar que determinado veículo corre tantos riscos que não vale a pena assegurá-lo. Independente do motivo, porém, precisa haver uma justificativa.

O processo começa com o envio das informações do carro, solicitando um seguro. A empresa seguradora tem, então, até 15 (quinze) dias úteis para retornar com uma negativa. Após esse período, de acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), ela não pode mais se recusar a assegurar o veículo.

Além das informações fornecidas pelo proprietário, o carro deve passar por uma vistoria, a fim de que a empresa analise suas condições. Durante os 15 dias do prazo, a seguradora pode solicitar documentos adicionais. Enquanto esses documentos não forem entregues, o prazo fica suspenso.

Dentre os motivos mais comuns para a recusa do seguro de um automóvel pelas seguradoras estão alguns como:

  • Veículos mal avaliados na vistoria;
  • Veículos com mais de 15 anos de uso;
  • Veículos que saíram de linha (sendo a reposição de peças mais difícil de ser feita);
  • Veículos com chassi remarcado (por terem sido roubados e/ou adulterados);
  • Veículos com irregularidades no emplacamento e/ou documentação;
  • Veículos importados e/ou de alto valor.

Não há normas para que as seguradoras neguem um seguro, mas essas costumam ser as razões mais frequentes. Além delas, também existem motivos relacionados ao proprietário do veículo e seu histórico, amplamente avaliados. Por exemplo:

  • Motoristas que tenham muitos históricos de sinistros;
  • Pessoas inadimplentes;
  • Motoristas com carteira de habilitação suspensa;
  • Motoristas com processos administrativos e/ou judiciais por dirigirem embriagados.

Ou seja, de forma geral, são levados em conta elementos do próprio veículo e do condutor, a fim de ser avaliado, pela seguradora, o risco adquirido, que definirá, então, se o veículo vale ou não ser assegurado. Esperamos que tenhamos conseguido te ajudar, esclarecendo essa questão!

 

Vai comprar um carro usado? Siga 4 passos para evitar ciladas

A coluna do Caçador de carros desta semana destacou as vantagens de comprar um carro seminovo com garantia em vez de optar por um zero quilômetro. Seguindo essa linha, se você também pensa em partir para um carro usado é importante estar prevenido na hora de fechar o negócio para não entrar em uma fria. É essencial fazer uma verificação prévia de toda a documentação, histórico de multas, impostos e taxas para evitar problemas no futuro.

Para fazer isso, basta seguir as quatro dicas abaixo elaboradas pelo Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

Acesse o site do Detran: Com os dados da placa e do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) em mãos, você pode fazer uma pesquisa de Débitos e Restrições. Lá, é possível encontrar informações sobre pagamento de imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), multas, inspeção veicular, licenciamento do ano, bloqueio por furto, registro de guincho e restrições.

Consulte o Ministério da Justiça: É possível que o automóvel tenha um recall pendente com a montadora. Se esse for o caso, exija o documento que comprove a execução do reparo indicado ou consulte o serviço de atendimento ao consumidor com os dados do chassi e Renavam do veículo para verificar se há um recall pendente.

Fuja do golpe de venda casada: Se pretende negociar o seu veículo atual como parte do pagamento do novo, preste atenção, pois algumas lojas exigem que se faça um check-up ou vistoria cautelar e para tanto, cobram do consumidor este serviço, o que é ilegal. Depois que você pagar, o mesmo será subavaliado. Dessa forma, as duas opções restantes não são boas porque ou será obrigado a cancelar o negócio, e perder esse valor ou, dar continuidade e receber um valor menor pelo veículo. O ideal é você dar preferência para estabelecimentos isentos desta cobrança.

Pesquise sobre o vendedor: Se for comprar o carro diretamente com o dono, você não estará protegido pelo Código de Defesa do Consumidor. Só feche negócio se o preço compensar e se realmente conhecer o dono. Caso contrário, exija o Laudo Cautelar do veículo, um documento homologado pelo Detran, que atestará todo o histórico do carro e apontará além dos débitos pendentes, qualquer informação como sinistro, registro de roubo ou furto, boletim de ocorrência por envolvimento em acidentes e até passagem por oficinas de seguradoras, o que pode indicar uma batida ou danos no passado.

Fonte: Carsale Uol