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Corretor, como a O2 Digital pode facilitar o seu dia a dia?

Você sabia que hoje, dia 27 de agosto, é o Dia do Corretor de Imóveis?

Pois é! E, nesta data, gostaríamos de apresentar a você, profissional do mercado imobiliário, uma plataforma que pode facilitar totalmente o seu trabalho. Estamos falando da O2 Digital, a nossa plataforma digital com diversos produtos e serviços, onde o corretor pode usufruir de uma solução completa para atender seus clientes com agilidade, segurança e o melhor: ainda ganhar dinheiro.

Dentro da O2 Digital, os corretores encontram soluções como vistoria locatícia, análise cadastral, crédito e, é claro, os seguros necessários para garantir a segurança nos processos de locação de imóveis. Ela funciona como uma máquina de vendas, ajudando a fechar negócios, tirar dúvidas sobre produtos e serviços e acessar a todos os resultados obtidos. 

E aqui vai mais um diferencial: o uso da O2 Digital não é cobrado. Pelo contrário, a O2 paga seus usuários, através do comissionamento e da remuneração compartilhada. 

Assim, buscamos gerar valor para quem trabalha buscando realizar o sonho do imóvel de seus clientes, fazendo com que possam oferecer os melhores serviços a seus clientes finais. 

Para mais informações sobre a nossa plataforma digital, assista o vídeo onde Luiz Filipe Rezende, diretor comercial do Grupo O2 Seguros, explica seu funcionamento e vantagens: https://youtu.be/43jSD5NpB_E

 

Como proteger a sua casa de incidentes?

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Além das pessoas que amamos, normalmente, nossos bens mais preciosos ficam em casa. Por isso, é importante garantir a segurança de nosso lar. Atualmente, isso pode ser resolvido com equipamentos e ferramentas de segurança, que podem ajudar a ter um controle maior sobre a residência. Confira os principais!

  1. Câmeras de segurança: elas são ótimas opções para quem quer proteger seu patrimônio, já que monitoram e gravam imagens de vários pontos estratégicos ao mesmo tempo. Assim, as pessoas que estão circulando por esses ambientes estão sendo vigiadas, o que pode ajudar a inibir atos criminosos.
    E o melhor: em alguns sistemas, é permitido o acesso à distância, via internet, no computador ou em app de celular. Com isso, o conforto e a praticidade são aliados à segurança.
  2. Cerca elétrica: é outro dispositivo bastante utilizado, principalmente em casas e ao redor de condomínios. Ela tem a função de repelir possíveis invasores com um choque não letal, mas que gera um incômodo que tende a fazer com que o invasor vá embora. A cerca elétrica dispara quando um fio é rompido ou aterrado.
  3. Alarmes: em determinados horários, os alarmes monitoram a movimentação no ambiente, emitindo sinais de emergência silenciosos. Assim, ele avisa ao dono sobre alguma ação suspeita no imóvel onde está instalado.
  4. Sistema de detecção de incêndios: estes sistemas garantem que incêndios sejam percebidos rapidamente, evitando que ele se alastre e facilitando que a casa seja evacuada. Eles podem ser químicos, ópticos, por aspiração, entre outros, e, no geral, funcionam a partir da identificação de fumaça ou altas temperaturas.
  5. Seguro Residencial: para resguardar possíveis prejuízos causados por roubos, furtos, incêndios, desmoronamentos e muitos outros motivos, a contratação de um seguro residencial é muito indicada. Na hora de contratá-lo, fatores como o índice de assaltos na região, a incidência de chuvas, possibilidade de desmoronamentos (e outros) devem ser levados em consideração.

Você já conhece as nossas opções de Seguros Residenciais? Acesse a área no site e confira qual é o melhor para você: https://www.o2seguros.com.br/seguros/

Expansão do setor gera oportunidades para profissionais do seguro

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O setor de seguros segue apresentando um cenário promissor e os resultados recentes comprovam esse avanço. Em 2017, o segmento registrou aumento de 7%, segundo dados da CNseg. Para este ano, a perspectiva de expansão é de 7,2% a 8,6%.

O crescimento verificado aponta o mercado de seguros como um dos mais relevantes para a economia brasileira, o que também gera novas oportunidades para os profissionais do ramo. Para quem deseja construir carreira no setor, uma das graduações mais indicadas e a mais procurada é a de Administração.

O administrador é o responsável pelo gerenciamento de recursos financeiros, materiais ou humanos de uma empresa. Cabe a esses profissionais definir estratégias e gerenciar o dia a dia da organização.

A Escola Nacional de Seguros oferece, no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP), o Bacharelado em Administração com Linha de Formação em Seguros e Previdência. Com duração de quatro anos, o curso permite que o profissional atue em todas as áreas de administração, além de propiciar conhecimentos específicos sobre no setor de seguros.

Além do Bacharelado, a Escola também oferece outro curso de nível superior: o Tecnólogo em Gestão de Seguros. Ministrado na capital fluminense, o curso tem duração de dois anos e oferece aptidões práticas e instrumentais da Administração. O tecnólogo também garante aos formandos a gratuidade para o Exame para Habilitação de Corretores de Seguros, possibilitando a atuação como corretor.

Inscrições e informações

As inscrições estão abertas para ambos os cursos e o processo seletivo acontecerá no dia 14 de julho, às 10 horas. As aulas terão início no dia 6 de agosto.

Mais informações estão disponíveis neste link.

Fonte: Revista Apólice

4 dicas sobre seguros obrigatórios para condomínios

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Você sabia que todo prédio de habitação é obrigado a ter um seguro, que é considerado uma despesa ordinária e deve vir no extrato do condomínio como despesa de manutenção do prédio? Pois é!

De acordo com a Lei 4.591/64, o seguro deve ser feito dentro de 120 dias, contados a partir da data da concessão do documento que comprova que o imóvel foi construído de acordo com as exigências estabelecidas pelo código de obras da prefeitura. O condomínio que ignorar essa regra estará sujeito a multa.

Para desmistificar a questão e tirar algumas dúvidas, separamos, aqui, 4 dicas sobre os seguros obrigatórios dos condomínios. Confira!

  • O Seguro deve abranger toda a construção, contando as áreas comuns e as autônomas, visando garantir algum sinistro que cause incêndio ou destruição da construção. A cobertura deve abranger riscos de incêndio, raios, explosões, danos elétricos, desabamentos, vendavais, queda de aeronaves, entre outros acidentes.
    Inclusive, é interessante que uma cobertura completa seja escolhida, já que, assim, nem o síndico nem os condôminos terão maiores problemas ou prejuízos caso venha a acontecer algum acidente no condomínio.
  • O síndico é o responsável pela contratação do seguro obrigatório em um condomínio, não sendo necessária a consulta em Assembleia. O que vale ser explicado aos condôminos em reunião, por questões de transparência na administração, é a escolha da seguradora, os valores, condições de pagamento, etc.
    Existem, é claro, algumas coberturas opcionais nestes seguros, como a danos em elevadores e portões automáticos, furto ou roubo de automóveis, etc. Essas sim deverão ser discutidas e aprovadas em Assembleia pelos moradores.
  • É importante ressaltar que o seguro cobre apenas o condomínio, e deve ser contratado de acordo com a lei, respeitando o seu valor de mercado ou o valor em relação ao IPTU. Também cabe dizer que, caso queira, o condômino pode contratar a complementação do seguro em sua unidade.
  • Em regra, não a contratação de um seguro individual para um apartamento específico não interfere em relação ao seguro obrigatório por lei. Porém, ao contratar o seguro geral do condomínio, seria interessante que o síndico já solicitasse à seguradora alguns pacotes para aqueles que se interessarem em manter suas unidades asseguradas.

Esperamos que, com essas dicas, fique um pouco mais fácil de entender a importância e os detalhes do seguro obrigatório dos condomínios.

Caso ainda tenha dúvidas ou queira mais informações sobre esse (ou qualquer outro) tipo de seguro, entre em contato conosco. Nossa equipe comercial terá um grande prazer em atendê-lo.

Principais motivos para um sinistro de automóvel não ser aceito

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Muitas pessoas optam por ter um seguro de carro, já que muitas são as eventualidades que podemos enfrentar. Mas, dependendo da situação, o seguro pode ser negado. Continue lendo a matéria de hoje e entenda melhor, a seguir, essa situação e o porquê dela acontecer.

Sendo qualquer seguro uma proteção contra possíveis eventualidades às quais estamos suscetíveis, a seguradora pode, porventura, considerar que determinado veículo corre tantos riscos que não vale a pena assegurá-lo. Independente do motivo, porém, precisa haver uma justificativa.

O processo começa com o envio das informações do carro, solicitando um seguro. A empresa seguradora tem, então, até 15 (quinze) dias úteis para retornar com uma negativa. Após esse período, de acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), ela não pode mais se recusar a assegurar o veículo.

Além das informações fornecidas pelo proprietário, o carro deve passar por uma vistoria, a fim de que a empresa analise suas condições. Durante os 15 dias do prazo, a seguradora pode solicitar documentos adicionais. Enquanto esses documentos não forem entregues, o prazo fica suspenso.

Dentre os motivos mais comuns para a recusa do seguro de um automóvel pelas seguradoras estão alguns como:

  • Veículos mal avaliados na vistoria;
  • Veículos com mais de 15 anos de uso;
  • Veículos que saíram de linha (sendo a reposição de peças mais difícil de ser feita);
  • Veículos com chassi remarcado (por terem sido roubados e/ou adulterados);
  • Veículos com irregularidades no emplacamento e/ou documentação;
  • Veículos importados e/ou de alto valor.

Não há normas para que as seguradoras neguem um seguro, mas essas costumam ser as razões mais frequentes. Além delas, também existem motivos relacionados ao proprietário do veículo e seu histórico, amplamente avaliados. Por exemplo:

  • Motoristas que tenham muitos históricos de sinistros;
  • Pessoas inadimplentes;
  • Motoristas com carteira de habilitação suspensa;
  • Motoristas com processos administrativos e/ou judiciais por dirigirem embriagados.

Ou seja, de forma geral, são levados em conta elementos do próprio veículo e do condutor, a fim de ser avaliado, pela seguradora, o risco adquirido, que definirá, então, se o veículo vale ou não ser assegurado. Esperamos que tenhamos conseguido te ajudar, esclarecendo essa questão!

 

Você sabe o que é o Seguro Fiança?

Abordaremos, na matéria de hoje, informações importante sobre o Seguro Fiança, que ficou muito mais acessível ao consumidor. Por isso, para conhecê-lo melhor e esclarecer suas dúvidas sobre esse tópico, continue lendo, a seguir, e fique por dentro de tudo.

É importante destacar, para a imobiliária/administradora que oferece esse serviço, as vantagens que ela tem. A principal delas é a saúde de sua carteira, já que, passando o cliente pelo crivo da seguradora, e sendo aprovado, a seguradora se torna a principal pagadora daquele contrato.

Ou seja, caso aconteça qualquer eventual inadimplência por parte do contratado, passado o período de 60 (sessenta) dias para a abertura do sinistro, sendo ele aberto, a seguradora passa a arcar, retroativamente, com as despesas que se acumularam, com as devidas multas contratuais.

Dessa forma, a seguradora arca com as despesas em atraso, colocando as prestações do aluguel e condomínio (e suas devidas multas, como mencionado) em dia. A partir daí, continua arcando, mensalmente, com as contas, até que a negociação amigável seja feita – ou, no pior dos casos, o despejo.

Apesar de não ser um produto novo no mercado, o Seguro Fiança passou por muitas mudanças. Era, por exemplo, muito caro, o que atrapalhava, muitas vezes, sua contratação, além de que, vale destacar, atualmente há uma diversidade muito maior de seguradoras e das formas de pagamento.

Com uma série de produtos a serem ofertados ao locatário, de diferentes formas de pagamento e maneiras diversas de contratação, o Seguro Fiança se tornou muito mais viável para a maioria das pessoas, tendo maior aderência por parte dos clientes, o que deve ser valorizado pelas imobiliárias e administradoras.

Já para o locatário, o principal motivo para a adoção do Seguro Fiança é evitar o constrangimento de um fiador. E isso fica facilitado com as vantagens que já foram apresentadas anteriormente, como valores mais baixos e as mais diversas possibilidades de pagamento, tornando-o mais atraente.

O pagamento pode ser feito, por exemplo, diretamente a imobiliária, através de boletos, ou no cartão de crédito. Por ser feito, ainda, em várias parcelas. E então, caso ocorra algum imprevisto que o impeça de manter em dia seus pagamentos condominiais, ele terá a garantia desses pagamentos, através da seguradora.

Ou seja, a locação é resguardada, mantendo uma relação saudável entre o cliente e a imobiliária/administradora, mesmo no caso de algum imprevisto financeiro, e evitando constrangimentos, o que é bom para todos. Esperamos que tenhamos esclarecido suas dúvidas sobre o Seguro Fiança e enaltecido sua importância!  

Seguro Proteção da Cota Condominial

Resolvemos falar, na matéria de hoje, sobre o Seguro Proteção da Cota Condominial. Você conhece essa modalidade, sabe o que é e quando é utilizada?! Para esclarecer essas e outras dúvidas, continue lendo o post que preparemos, a seguir, e fique por dentro!

Esse seguro, que é destinado tanto a locadores, como a locatários, sem nenhuma restrição de idade, garante que a taxa condominial do segurado continue sendo paga em casos, por exemplo, de morte, invalidez ou perda de renda por desemprego involuntário.

Aqui cabe, ainda, uma observação: caso o segurado tenha mais de 65 (sessenta e cinco) anos, a indenização será equivalente a 50% do capital segurado, o que representa três meses das cotas condominiais da sua unidade.

Ele é, realmente, muito importante, pois os cenários político e econômico vêm sendo, há algum tempo, desmotivantes e imprevisíveis, e, portanto, esse seguro foi desenvolvido com o objetivo de proteger o pagamento das cotas condominiais não só ordinárias, como extraordinárias.

Já que a economia e a sociedade não estão em seus melhores dias (sendo bem sutil, não é verdade?!), com taxas e impostos altos, insegurança constante, desemprego, altos índices de violência, além de diversos outros problemas, esse seguro aparece como uma solução de proteção a imprevistos.

Dessa maneira, no caso de alguma situação imprevista e inevitável, como as mencionadas no começo do post, acontecer, o segurado poderá continuar em dia com o pagamento de suas obrigações condominiais (cobranças mensais ordinárias e extraordinárias), evitando a inadimplência.

Entre os diferenciais desse seguro, estão:

  • Certificado da Seguradora

Sendo emitido um certificado individual pela seguradora, disponível em até 15 (quinze) dias após o pagamento do boleto com o valor do seguro incluso.

  • Valor Pré Fixado

A análise do perfil do cliente não influenciará no custo do seguro, já que ele é baseado no valor das taxas condominiais e não incide sobre os encargos legais.

Esperamos que as informações que trouxemos aqui tenham sido esclarecedoras e, mais do que isso, que tenham conseguido transmitir a grande importância que esse seguro tem, principalmente nos dias atuais, como mencionamos. Qualquer dúvida, nem pense duas vezes, nos pergunte!

 

Você sabe o que é… Título de Capitalização?

Na matéria de hoje, falaremos sobre uma modalidade de garantia locatícia que não é tão famosa quanto, por exemplo, o fiador, mas que tem suas vantagens. Ainda não conhece?! Continue lendo o post e fique por dentro das características, diferenciais e benefícios desse modelo, a seguir!

O seguro-caução e o fiador são as formas mais conhecidas de garantias de aluguel, no Brasil. Porém, além dessas, existem várias outras maneiras de assegurar o dono do imóvel na hora de alugar sua propriedade, quanto ao recebimento do aluguel, e o Título de Capitalização é uma delas.

É uma garantia muito eficiente, uma vez que possibilita o aumento do múltiplo dos valores de aluguéis e taxas condominiais, aplicados como garantia da locação. Isso dependerá de cada pessoa, o que explicaremos melhor abaixo. Esses valores ficam caucionados no Título e ao contrato locatício.

Os valores não podem ser resgatados durante a locação em vigência. Só depois que o contrato de locação acaba, caso não haja nenhum dano constatado, o locatário recebe esse dinheiro de volta, acordado no Título de Capitalização, com as correções incidentes.

Durante a locação, alguma são as vantagens, para ambas as partes (locador e locatário), como, por exemplo:

  • Assessoria jurídica locatícia

Contratando um título a partir de R$ 6 mil, já se tem, automaticamente, direito a assistência jurídica locatícia gratuita, oferecida pela seguradora.

  • Assistência residencial 24 horas

Para você ficar tranquilo e seguro em seu lar.

  • Você como seu próprio fiador

Dessa forma, evitam-se constrangimentos com outras pessoas (que seriam seus fiadores), além de não ter perda de dinheiro, resgatando-o ao final do contrato.

Funciona, resumidamente, da seguinte maneira: a partir do momento que você compra um Título de Capitalização, ele se torna seu patrimônio. Você pode, inclusive, renová-lo, ao final de uma locação, para utilizá-lo para outro contrato locatício, sem a necessidade de fazer um novo.

O valor do Título de Capitalização variará com relação a cada cliente. Para calcular o valor necessário ao Título para aquele contrato em questão, são levados em consideração o perfil financeiro do cliente e os riscos de inadimplência daquela negociação.  

Então, analisando-se o comportamento financeiro daquela pessoa (cliente) no mercado, além de todo um apanhado de informações feito pela própria imobiliária, define-se o quanto de múltiplos de valores de aluguel e taxas devem ser solicitados àquele locatário.

Portanto, até as pessoas que apresentam maior risco podem utilizar esse recurso, deixando garantias maiores, proporcionalmente. E, com isso, mais contratos são fechados, já que a imobiliária e o locador ficarão assegurados, diminuindo o risco e convertendo em locações efetivas.

E então, o que você achou dessa forma de garantir o pagamento do aluguel e das taxas condominiais? Esperamos que tenha entendido todas as informações que trouxemos, esclarecendo essa modalidade, e gostado dessa alternativa. Se tiver qualquer dúvida, não hesite em nos perguntar!

Você sabe o que é? Seguro compreensivo do condomínio

Na matéria de hoje, resolvemos falar sobre um assunto que pode gerar muita confusão e dúvidas nas pessoas: o Seguro Compreensivo do Condomínio. Você conhece essa modalidade de seguro e a forma como ela é aplicada?! Continue lendo o post e saiba mais sobre o tema!

O Seguro Compreensivo do Condomínio é obrigatório (por decreto – Lei número 73/66 e número 10.406/200), podendo ser usado em todos os tipos de condomínio, seja puramente residencial, residencial com escritórios e consultórios, residencial com comércio, flat/apart hotel ou empresarial.

De acordo com o Código Civil, o síndico é a pessoa responsável tanto por contratar, como por renovar esse seguro e, dessa forma, pode ser acionado, inclusive judicialmente, em caso de erro ou omissão, respondendo pela negligência. Isso ressalta a importância da sua contratação.

Ele garante o condomínio contra o risco de destruição, cobrindo danos ocorridos à estrutura do prédio causados por incêndio, raio ou explosão, abrangendo tanto as áreas comuns, como as unidades independentes, e também os bens de propriedade do condomínio, como móveis, elevadores, equipamentos e objetos de decoração.

Nos condomínios horizontais, apenas as áreas comuns devem ser seguradas, já que cada condômino é responsável pela construção de sua própria unidade, adquirindo a cota do terreno, que fica sob sua inteira responsabilidade, e uma fração da área comum.

De forma resumida, a contratação do Seguro Compreensivo do Condomínio simples abrange as seguintes situações:

  • Incêndio;
  • Queda de raio;
  • Explosão;
  • Fumaça;
  • Queda de aeronaves.

Já a contratação ampla, conforme determinado pela CNSP 218, garante perdas e/ou danos materiais causados à edificação e partes comuns do imóvel segurado. Não estarão cobertos bens que representem conteúdo do condomínio, empregados, síndicos, condôminos e seus familiares.

Além disso, podem ser contratadas coberturas acessórias, como, por exemplo:

  • Alagamento e inundação;
  • Danos elétricos;
  • Desmoronamento;
  • Vendaval;
  • Impacto de veículos de terceiros;
  • Furto de bens com arrombamento e roubo;
  • Vazamento de tanques e tubulações.
  • Responsabilidade civil (síndico, condomínio, danos morais, portões automáticos, garagista)
  • E muito mais…

A transparência é garantida, já que é possível acompanhar, virtualmente, cada etapa, desde a contratação até o cotidiano das operações, com acesso a painéis de informações, certificados, apólices etc., além de atendimento especial, com canais exclusivos para esclarecimento dúvidas e troca de informações.

Para saber mais, acesse o Base Market: https://goo.gl/vkVVpw

Esperamos que você tenha gostado de todos os dados que trouxemos hoje, evidenciando a importância de deixar certa a contratação e manutenção do Seguro Compreensivo do Condomínio, independente do tipo de utilização dada ao seu condomínio. #FicaADica

 

Você conhece os termos técnicos do seu seguro?

Alguns termos técnicos presentes no seguro podem acabar confundindo quem não está tão familiarizado com esse meio e linguagem. Por isso, resolvemos trazer, na matéria de hoje, um guia simplificado de termos técnicos utilizados no seguro. Continue lendo e saiba mais!

As palavras utilizadas no mercado de seguros podem gerar interpretações errôneas a respeito do que realmente significam. Para evitar situações como essa e acabar com qualquer dúvida, te ajudando a entender os detalhes dos serviços que está contratando, confira os principais itens, a seguir.

  • Apólice

Formaliza o contrato de seguro, estabelecendo os direitos e deveres tanto da seguradora, como do segurado, além de discriminar as garantias contratadas.

  • Avaria

Termo do Direito Comercial que significa danos às mercadorias.

  • Aviso de sinistro

Comunicação da ocorrência de um sinistro (explicado posteriormente) que o segurado é obrigado a fazer à seguradora, assim que tiver conhecimento.

  • Beneficiário

Quem se beneficia com a indenização em caso de sinistro (pessoa física ou jurídica).

  • Bônus

Desconto para a renovação do seguro, desde que nenhuma ocorrência de sinistro, transferência de direitos ou obrigações ou qualquer interrupção no contrato tenha acontecido durante a vigência da apólice anterior.

  • Cobertura

Designa os riscos assumidos pelo segurador.

  • Cobertura adicional

Cobertura adicional ao contrato, mediante cobrança de prêmio adicional.

  • Endosso

Documento emitido pela seguradora por meio do qual são alterados dados e condições de uma apólice, de comum acordo com o segurado.

  • Prêmio

Importância paga pelo segurado ou proponente à seguradora, para que ela assuma o risco ao qual o segurado está exposto.

  • Salvados

Bens que se conseguem resgatar de um sinistro, ainda com valor comercial.

  • Seguro a prazo curto

Seguro contratado pelo prazo inferior a um ano.

  • Seguro a prazo longo

Contratado por período superior a um ano, com duração máxima, geralmente, de cinco anos.

  • Sinistro

Ocorrência de risco coberto, durante o período da vigência do plano do seguro.

E então, ficou mais fácil entender todo esse universo agora?! Esperamos que sim e que, com esse guia, você esteja mais preparado para ler, entender, analisar e discutir não só sobre os contratos, mas sobre tudo que diz respeito ao ambiente dos seguros.